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Projeto institui o programa de atendimento a pessoas com hipertensão arterial pulmonar

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O deputado Dr. Eugênio (PSB) apresentou o projeto de lei 656/2020, que institui o programa de atendimento a pessoas com hipertensão arterial pulmonar (Hap). Em justificativa, o parlamentar fala sobre a importância da proposta. “É inegável, neste momento de pandemia, as sequelas que poderão advir da Covid-19 em muitos mato-grossenses em questões de saúde pulmonar. Não há clareza científica para o caso, tudo é especulação”.

São objetivos específicos do programa: diagnosticar e tratar pacientes com hipertensão arterial pulmonar em todos os graus de complexidades; promover políticas públicas no sentido de propagar a disseminação de informação a respeito do tema e capacitar os profissionais da área da saúde; conceder a prioridade vermelha nos atendimentos e exames aos pacientes diagnosticados.

Alguns atendimentos disponibilizados para o programa na rede pública de saúde serão equipes multidisciplinar, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais e terapia alternativa.

A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES) desenvolverá sistema de informação e acompanhamento das pessoas com hipertensão, organizando cadastros próprios e específicos, garantindo o sigilo.

A hipertensão arterial pulmonar é uma consequência típica de um grupo de doenças com diferenças fisiopatológicas e prognósticas, mas que tem como fator comum a elevação da resistência vascular pulmonar com consequente hipertrofia e falência do ventrículo direito que, se não abordadas de forma específica, evoluem em curto espaço de tempo para óbito. Se após ampla investigação clínica não for encontrada nenhuma causa secundária, esta será categorizada como idiopática.

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Descubra quanto cada deputado federal gastou em 2020

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Os deputados federais de Mato Grosso utilizaram bastante dos recursos disponíveis para o mandato em 2020. Entre os 8 parlamentares, quem mais gastou foi Carlos Bezerra (MDB). Com a soma da Cota Parlamentar de R$ R$ 447,6 mil adicionada a verba de gabinete no valor de R$ 1,2 milhão, o total de gastos chegou a R$ 1,449 milhão aos cofres públicos. Confira quanto cada deputado federal gastou.

Em seguida vem Nelson Barbudo (PSL), que gastou R$ 401,9 mil com a divulgação da atividade parlamentar e R$ 943,1 mil de gabinete, o que culminou na somatória de R$ 1,3 milhão ano  passado.

Já o deputado Dr. Leonardo (SD) teve gasto de R$ 349,4 mil da cota e R$ 943,1 mil do custeio do pessoal, com o valor final em 12 meses na casa do R$ 1,292 milhões.

Na atuação como deputado, o progressista Neri Geller gastou R$ 301 mil e com verba R$ 980,6 mil, a somatória dos valores no final resultou em R$ 1,292 milhões em 2020.

O parlamentar José Medeiros (Pode) informou que suas despesas foram na casa de R$ 289 mil com demonstração do seu trabalho e R$ 972, 6 mil de gabinete. No total o custo foi de 1,267 milhões.

Já o emedebista Juarez Costa teve gastos na ordem de R$ 251,7 mil com cota e R$ 993,7 mil com gabinete, somando R$1,260 milhões.

A deputada do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosa Neide, teve R$ 242,7 mil em cota parlamentar e R$ 996,1 mil do dinheiro direcionado ao custeio do gabinete, o que totalizou R$1,248 milhões.

Filho do atual prefeito de Cuiabá, o deputado Emanuel Pinheiro Neto, conhecido como Emanuelzinho (PTB), declarou R$ 165,5 mil em atividade parlamentar e R$ 932,7 mil de verba para o custeio do pessoal, no fim a somatória foi de R$ 1.098 milhões.

 

Fonte Gazeta

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