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Cultura

Profissionais relatam o amor por fazer artesanato

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Para Leonice da Silva, 58 anos, não há outra palavra para descrever o artesanato além de satisfação. “É incrível! Você cria um produto com sua criatividade e depois vê a expressão das pessoas”, relata.

A artesã começou a praticar a atividade há mais de 20 anos, mas foi apenas oito anos depois, após sua aposentadoria, que resolveu se dedicar integralmente à atividade. Entretanto, a escolha pelo artesanato não partiu de si própria. “O artesanato é um dom, você não escolhe”, acredita ela, que nesta quinta-feira (19.03) celebra o Dia do Artesão.

Leonice, apesar de fazer vários produtos, gosta mais de criar máscaras e figuras indígenas. “O dia do artesão representa um dia de comemoração e valorização profissional. É um dia em que nos sentimos valorizados”, ressalta.

A aposentada participa todos os anos do dia do artesão. Segundo ela, a edição que mais lhe agradou foi a última, realizado no Serviço Social do Comércio (Sesc).

Francisca Gomes dos Santos, 75 anos, gosta muito das feiras do artesão. “Faz uns três anos que eu participo das feiras. Eu trabalho bastante, eles levam minhas coisas para vender e eu já sou de idade, gosto de passear. É bom demais! ”

Entre os produtos que ela costuma vender os animais do Pantanal são os que mais se destacam. O tucano costuma ser o seu preferido, apesar de ser bastante trabalhoso: “Só tem que faz bem-feitinho, mas fica bem interessante”

Francisca começou a fazer artesanato há mais ou menos dez anos, quando ainda trabalhava vendendo roupas. A dedicação fez com que um dos seus doze filhos seguisse quase o mesmo caminho que ela, porém através das pinturas.

Para ela, o artesanato é algo para ser amado e apreciado. “Eu sou apaixonada por isso que eu faço, mas é importante ser valorizado não apenas neste dia, mas em todos outros”, finaliza.

*Sob orientação de Thielli Barros.

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Cultura

Proposta garante ajuda para setor cultural durante pandemia

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Deputada Benedita da Silva: “Setor cultural emprega mais de 5% da mão de obra do País”

O Projeto de Lei 1075/20 estabelece ações emergenciais para o setor cultural durante o tempo de isolamento por causa da pandemia do novo coronavírus.

A proposta, da deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e outros deputados, prorroga por um ano a aplicação de recursos do Executivo para atividades culturais já aprovadas. Também concede moratória de débitos tributários com a União por seis meses a pequenas empresas do setor cultural. Os débitos deverão ser pagos em 12 meses a partir do fim da moratória, com correção monetária.

O texto veda ainda o corte de água, energia elétrica e serviços de telecomunicação, como internet, de empresas do setor cultural, durante as medidas de isolamento ou quarentena previstas na Lei 13.979/20.

Internet
Enquanto durar o isolamento social contra a pandemia, os recursos do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e de outros programas federais de apoio devem priorizar atividades que possam ser transmitidas pela internet.

Segundo Benedita da Silva, a proposta é uma “resposta emergencial” para a crise do novo coronavírus e suas repercussões no mundo da cultura. A deputada afirmou que a medida é necessária mesmo diante da “falsa ideia” de que os recursos públicos deveriam ir apenas para as áreas prioritárias da saúde e assistência social.

“O setor cultural emprega mais de 5% da mão de obra do País. Na atual situação, não há mecanismo de remuneração possível específico para o setor cultural para atenuar o quadro de isolamento”, afirmou Benedita da Silva.

Informais
O projeto garante um salário mínimo mensal (atuais R$ 1.045) para os trabalhadores informais do setor cultural com rendimentos médios comprovados de janeiro de 2019 a fevereiro de 2020 de até dois salários mínimos. Para receber o benefício, o trabalhador precisa comprovar:

– a realização de atividades culturais no período;
– a diminuição da renda média para menos de um salário mínimo; e
– a falta de outra de fonte de renda, incluídos benefícios como o Bolsa Família ou o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Para viabilizar as despesas, o projeto prevê uso de recursos do Fundo Nacional da Cultura (FNC) e de 3% da arrecadação das loterias federais.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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