conecte-se conosco



Cuiabá

População pode impedir propagação de fake news nas mídias sociais

Publicado

em

A disseminação de notícias falsas, as chamadas fake news, tem colocado a vida de pessoas inocentes em risco, em função da rapidez com que estas veiculações tomam as mídias sociais e por criarem uma verdade que não existe. Segundo informações de técnicos da Adjunta de Inteligência da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), uma solução para frear o avanço de notícias falsas é checar a fonte e, em caso de dúvida se o assunto é verdadeiro ou não, o correto a fazer é não compartilhar.

Nas últimas semanas, o estado de Mato Grosso foi alvo de algumas fake news, que colocaram as forças de segurança em alerta. Um dos casos apontava uma onda de sequestros de crianças e adolescentes em Cuiabá e Várzea Grande. Contudo, a Polícia Judiciária Civil confirmou que apenas um Boletim de Ocorrência foi registrado sobre o caso em Cuiabá, onde a mãe narra que tentaram levar sua filha enquanto passava por um ponto de ônibus, na região do Residencial Aricá. A denunciante já foi ouvida pela polícia.

Ainda sobre o caso, a Polícia Judiciária Civil informou que não há nenhum registro de criança desaparecida na região metropolitana, junto ao Núcleo de Pessoas Desaparecidas, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção a Pessoas (DHPP).

Diante dos fatos que envolvem notícias falsas, a Coordenadoria de Infraestrutura Estratégica da Sesp apontou alguns cuidados a serem tomados pelos usuários da rede mundial de internet.

O primeiro deles é ler com atenção a notícia e não focar só no título, pois segundos os técnicos, há sites voltados só para criar notícias falsas e o artifício para atrair leitores é criar chamadas de impacto e o texto não conter nenhum embasamento lógico.

Outro cuidado é checar a fonte. Quando o usuário receber uma informação pelo aplicativo de mensagem, como o WhatsApp, que apareça a chamada da matéria e logo abaixo o endereço do site (URL) e um resumo do título, o correto a fazer é verificar se o site é confiável.

O terceiro passo é constatar se a informação recebida já consta em veículos de comunicação oficial, seja ele nacional ou local, dependendo da amplitude da notícia. A quarta instrução é fazer buscas por sites de checagens livres. Há vários disponíveis no mercado, a exemplo de boatos.org, aos fatos, projeto comprova, dentre outros.

A quinta instrução é que os sites oficiais apresentam um cadeado na barra de notícia (região superior da tela). Essa é uma medida a ser verificada pelo usuário. A sexta pontuação da equipe de inteligência da Sesp aponta que apesar do número de fake news ser predominante nas mídias sociais, a sociedade tem o poder de ampliar a divulgação de um boato. “Uma pessoa que ouviu falar algo e sai reproduzindo a informação, por exemplo, é uma das atitudes que mobilizam esforços e causam pânico desnecessário”.

Ainda segundo os técnicos, de todos os cuidados enumerados, o mais importante deles é o bom senso e o zelo ao próximo. “O cidadão precisa ter a consciência que uma pessoa inocente ser envolvida em uma história falsa acarretará em danos social, moral, psicológico e até mesmo à vida”.

Os autores de fake news poderão responder por comunicação falsa de crime ou denunciação caluniosa.

Medidas importantes

1 – Leia com atenção a notícia recebida antes de compartilhar

2 – Checar a fonte da notícia

3 – Pesquise se a informação recebida já consta em veículos de comunicação

4 – Faça busca em site de checagem que estão disponíveis gratuitamente

5 – Verificar se o site que a notícia foi divulgada é um canal oficial

6 – Evitar reproduzir boatos que se sabe a procedência

7 – Bom senso na hora de compartilhar informações

 

Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Cuiabá

Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá realizará gratuitamente testes rápidos de HIV

Publicado

em

O Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá irá promover os testes rápidos para diagnóstico de HIV, o exame oferecido é 100% gratuito e o resultado sigiloso. A ação será entre os dias 10 e 11 de dezembro, das 8h às 12h e das 13h30 às 16h30. Para participar do evento é necessário apenas comparecer ao hospital no horário, portando o cartão do SUS e um documento de identificação.

Essa atividade integra a campanha ‘Dezembro Vermelho’, que tem como objetivo chamar atenção para as medidas de prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos das pessoas vivendo com HIV.

Segundo a médica infectologista do Hospital Geral, Kadja Samara, para fazer o teste rápido basta uma gota de sangue para análise. “O diagnóstico no início é importante para o tratamento, já que a imunidade do organismo vai diminuindo com a evolução da doença, o que pode propiciar infecções oportunistas com complicações para o paciente”.

Kadja destaca que é importante que a pessoa que não tem conhecimento da sua sorologia que procure o serviço para testar, porque o quanto antes for diagnosticado o HIV com início precoce do tratamento, melhor será a qualidade de vida dessa pessoa.

De acordo com a enfermeira do setor de Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do HG, Alessandra da Sia, o hospital participa de todas as campanhas de conscientização que alertam a sociedade sobre os cuidados com a saúde. “As duas causas do mês de dezembro são extremamente importantes para a população. O Brasil é um país que registra muitos casos de câncer de pele e a utilização de proteção não é rotina. E, com a AIDS, precisamos de ações contínuas de prevenção, só assim evitaremos contaminações e diminuiremos a mortalidade”.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 900 mil pessoas possuem o HIV no Brasil. Desse número, 135 mil não sabem que estão infectadas. No mundo, a Organização das Nações Unidas estima que existem 1,7 milhão de pessoas com o vírus. Por isso, a Organização Mundial de Saúde orienta que os países busquem a meta 90-90-90. Isso é, o diagnóstico de 90% das pessoas infectadas. Dessas, que 90% tenham acesso ao tratamento. E, por fim, que 90% consiga reduzir o vírus a níveis indetectáveis.

É importante ressaltar que, hoje em dia, nem todo mundo que é portador do vírus HIV chega a adquirir Aids.

A transmissão do HIV se dá através da troca de fluidos corporais (sangue, leite materno e sêmen). Vale frisar que interações comuns como tocar, beijar, dividir objetos não transmite o vírus. Isso é importante para conscientizar a população a fim de diminuir a discriminação sofrida pelos portadores dessa doença.

Câncer de Pele

O câncer de pele é muito comum no Brasil (25% dos tumores malignos diagnosticados), ocorre por causa do excesso de exposição aos raios ultravioleta do sol.

Eles podem ser de vários tipos de câncer de pele. Os mais comuns são os carcinomas (carcinoma basocelular e carcinoma epidermoide) com incidência mais alta, porém menor gravidade, e os melanomas que, apesar de menos frequentes, são mais graves por causa do risco de metástases aumentado.

Pessoas com história familiar da doença, de pele e olhos claros, cabelos loiros ou ruivos, albinas, as que se expõem ao sol e a agentes químicos excessivamente e têm muitas pintas constituem a população de maior risco para desenvolver a doença.

Segundo o Inca, para o Brasil, a estimativa para cada ano do triênio 2020-2022 aponta que ocorrerão 625 mil casos novos de câncer (450 mil, excluindo os casos de câncer de pele não melanoma). O câncer de pele não melanoma será o mais incidente (177 mil). O cálculo global corrigido para o sub-registro, aponta a ocorrência de 685 mil casos novos.

 

O Bom da Notícia

Continue lendo

Artigos

Polícia

Política MT

Várzea Grande

Cuiabá

Mais Lidas da Semana