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Várzea Grande

Polícia recupera carga de carnes avaliada em mais de R$ 500 mil em Várzea Grande

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Duas pessoas envolvidas no desvio de uma carga de carne avaliada em R$ 520 mil foram presas em flagrante pela Polícia Civil, na segunda-feira (12.08), durante investigações desencadeadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). A ação resultou ainda na apreensão de dois veículos que davam apoio a ação criminosa.

O suspeito, Jean Davis Soares Pinto e o motorista da carreta, Edson Rodrigues de Godoi, foram autuados em flagrante pelos crimes de furto e associação criminosa. Jean ofereceu dinheiro aos policiais para não ser preso e também responderá pelo crime de corrupção ativa.

As investigações iniciaram após os policiais da DRE receberem informações de que os suspeitos utilizariam um caminhão Mercedes Benz para transportar drogas na Rodovia dos Imigrantes, região do Trevo do Capão Grande. Em monitoramento da região, os policiais visualizaram o caminhão próximo ao galpão de uma empresa, com as portas da câmara fria abertas conjugado com outro caminhão também com portas abertas.

Diante das suspeitas, os policiais mantiveram a vigilância do local conseguindo identificar dois veículos, um Toyota Corolla e um Chevrolet Cobalt, que acompanhava e dava apoio a ação dos criminosos. Cerca de uma hora após o início do monitoramento, o caminhão saiu do galpão escoltado pelo veículo Chevrolet Cobalt.

Os policiais seguiram a carreta que foi estacionada próximo a empresa Energisa em Várzea Grande. Com base no monitoramento, os investigadores conseguiram identificar alguns integrantes da quadrilha e por volta de 02 horas da manhã, realizaram a abordagem do suspeito Jean em sua residência, no bairro Hélio Ponce.

Questionado, o suspeito confessou que o caminhão estava com uma carga de carnes furtada, avaliada em cerca de R$ 520 mil, e que seria vendida pelos criminosos pelo valor de R$ 140 mil. No momento da prisão, Jean ofereceu dinheiro aos policiais para que não fosse preso, cometendo também o crime de corrupção ativa.

Após a prisão do suspeito, os policiais conseguiram localizar os veículos Corolla e Cobalt que davam apoio a ação criminosa na residência da mãe de outro integrante do grupo.

Em continuidade as diligências, caminhão que estaria transportando a carga, um caminhão cavalo e semirreboque antes de ser furtada, foi identificado sendo constatado que o motorista também tinha participação no furto. Ao ser abordado, o condutor da carreta, confessou que receberia R$ 10 mil, para fingir ter sido vítima de roubo da carga, fato que seria noticiado na cidade de São Paulo SP.

Os suspeitos foram conduzidos a DRE onde após serem interrogados pelo delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, foram autuados em flagrante pelos crimes de furto e associação criminosa. “O procedimento foi encaminhado a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande, que dará andamento nas investigações, uma vez que outros integrantes da quadrilha já foram identificados”, disse o delegado.

 

Redação

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Várzea Grande

SEM SOBREPREÇO: Comitê refuta posicionamento de conselheira do TCE

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O Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavirus (COVID 19) de Várzea Grande refutou o posicionamento da área técnica do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso – TCE/MT, bem como da conselheira substituta, Jaqueline J. Marques que apontam para um possível, ou indício, de sobrepreço, na compra de 50 mil comprimidos de Azitromicina 500mg, medicamento considerado essencial para o tratamento e a cura de pacientes com COVID 19 em conjunto com a Ivermectina e a Cloroquina.
O Comitê lembrou que consta do processo licitatório (Pregão Eletrônico 32/2020) da qual a área técnica do Tribunal de Contas e a própria conselheira substituta tem conhecimento, que a empresa vencedora do certame a Multifarma por reiteradas vezes confirmou não ter a medicação para entrega imediata, sendo que desde junho último, Várzea Grande figurava com a classificação de contágio “de Risco Muito Alto” conforme decreto do Governo do Estado que por três vezes balizou decisão judicial de paralisação das atividades não essenciais na segunda maior cidade de Mato Grosso.
“As recomendações diuturnas da prefeita Lucimar Sacre de Campos é que tudo seja feito dentro das normas legais, com rigor, transparência e eficiência, mas acima de tudo que seja resguardado o direito das pessoas aos tratamento e medicamentos necessários para se enfrentar a pandemia da COVID 19 que já contaminou mais de 20 milhões de pessoas no mundo e já levou a óbito 740 mil seres humanos mas já temos 12,5 milhões de curados, muitos deles graças ao medicamentos utilizados de forma precoce como a Azitromicina”, disse o secretário de Comunicação, Marcos Lemos, que compõe o Comitê de Enfrentamento.
Portanto, com número crescente de contaminação e consequentemente com aumento de pessoas que precisavam de medicação para o tratamento, fizemos a compra necessária da Azitromicina por meio da dispensa 53/2020, sendo que para isto foram realizadas diversas pesquisas de preço, inclusive no próprio Radar TCE-MT, e ao final de 6 (seis) orçamentos cotados, o menor preço que atendia a necessidade imediata já que tínhamos um estoque muito baixo nesse período, foi o ofertado pela Empresa Lidyfarma que efetuou a entrega dos 50 mil comprimidos adquiridos.
Reforçamos que em todo Brasil, o medicamento Azitromicina tem demonstrado ser o mais eficaz ao combater as consequências causadas aos pacientes acometidos pela Covid-19, inclusive no último Informe Epidemiológico publicado pela Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande em conjunto com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e que pode ser consultado no portal Transparência COVID 19 da Prefeitura Municipal de Várzea Grande (www.varzeagrande.mt.gov.br), fica demonstrado claramente que o tratamento precoce evita que mais pessoas contaminadas sejam foco para as demais pessoas sadias.
Não há vacina, não há um remédio específico, já que tudo sobre a doença ainda é objeto de estudo, pesquisa e análise, mas as intervenções de medicamentos já utilizados em outras enfermidades têm demonstrado resultados mais do que satisfatórios, como salvar vidas.
“A empresa Lidyfarma é sediada em Goiânia e atende diversos outros estados além de Mato Grosso. É sabido que muitas empresas devido a pandemia tiveram os preços de seus produtos aumentados, prova disso é que no próprio sistema Radar TCE-MT existe registro de valores superiores ao encontrado por este município, então não se justifica a posição adotada pela conselheira substituta”, explicou o secretário de Saúde, Diógenes Marcondes.
O titular da Pasta de Saúde alertou que novas aquisições terão que ser realizadas e que a prefeita em audiência de conciliação com a Justiça e o Ministério Público alertou publicamente da necessidade dos Poderes Constituídos e dos órgãos de controle unirem esforços no sentido de impedir a prática abusiva de preços em tempo de pandemia.
“Apesar de encontramos preços menores, essas empresas não dispunham de pronta entrega. Então nós já tínhamos uma situação delicada com uma empresa vencedora do Pregão Eletrônico que na data de hoje, 11 de agosto, ainda não entregou os medicamentos adquiridos pela Prefeitura de Várzea Grande, somado ao fato das outras empresas pesquisadas não possuírem condições de fazer a entrega imediata, considerando a urgência e necessidade, a decisão de comprar da empresa Lidyfarma foi a mais coerente”, explicou Diógenes Marcondes.
Ele sinalizou que não houve sobrepreço, pois outros municípios compraram inclusive o mesmo medicamento por valores superiores ao que nós compramos. “Não poderíamos nos prender ao extremo formalismo e deixar de prover medicação importante à nossa população para salvar vidas”, disse ele.
O secretário de Comunicação de Várzea Grande lembrou que na mesma proporção em que a conselheira substituta, Jaqueline Marques, notifica a Prefeitura de Várzea Grande para que dê mais transparência aos dados e atos da gestão referentes a Pandemia da COVID 19, divulga em sua decisão da aquisição de medicamentos que consultou o Portal Transparência da Prefeitura de Várzea Grande e verificou a publicação da dispensa de licitação, o empenho e a liquidação dos 50 mil comprimidos de Azitromicina 500 mg no valor global de R$ 299 mil, o que significa que os medicamentos já foram entregues.
“Me parece que a área técnica do TCE/MT e a conselheira substituta estão meio que confusos diante da pandemia que acomete a todo mundo, pois reconhece a compra, insinua que pode haver um sobrepreço, o que de fato não aconteceu e cita outras cidades que teriam comprado por preços mais baratos, só que estes mesmos municípios reconhecem que as aquisições mesmo realizadas não obtiveram a entrega do volume todo de medicamentos adquiridos e enquanto os medicamentos não chegam vidas são perdidas”, sinalizou Marcos Lemos assinalando ainda que em outra reclamação que seria por falta de transparência a própria julgadora admite que consultou e encontrou as informações no site oficial de Várzea Grande.
“Prova real do nossas alegações, é que dos 50.000 mil comprimidos comprados, já houve a entrega de 100%, sendo que 98% do total foram aviados aos pacientes após atendimento médico por meio da Rede de Atenção Primária à saúde, além de ações como blitz e barreiras sanitárias em toda a cidade de √arzea Grande, o que está refletindo positivamente, tanto que o município detém, neste momento, o maior número de curados da COVID 19. Portanto não há o que se falar em sobrepreço, vidas humanas estavam e estão em jogo e o preço pago foi com um único objetivo salvar vidas, o que não tem valor segundo as próprias palavras do conselheiro presidente do TCE, Guilherme Maluf acometido pela COVID 19 e em tratamento. Tudo foi feito de forma transparente, com documentos idôneos e legais”, sinalizou Marcos Lemos.

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