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Polícia prende mulher por sequestro de bebê

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, em trabalhos da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoas (DHPP), localizou uma recém-nascida de apenas 15 dias de vida, que havia sido subtraída de sua mãe na cidade de Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais. A criança foi levada por Patrícia Severino da Silva, 28 anos, que estava com mandado de prisão preventiva expedido pela justiça de Minas Gerais. A mulher foi presa na rodoviária de Cuiabá, na noite de sexta-feira (20).

Na última quarta-feira  (18), o setor de Inteligência de Polícia Civil de Minas Gerais entrou em contato com o Núcleo de Inteligência da DHPP, solicitando apoio na tentativa de localizar uma criança, de apenas 10 dias de vida, que tinha sido subtraída de sua mãe, no município de Santa Rita do Sapucaí.

De acordo com a Polícia mineira, a mãe do bebê, do sexo feminino, procurou a polícia para informar que a suspeita tinha levado a menina de dentro de sua residência.

Ao identificarem a suspeita, os policiais de Minas Gerais constataram que ela (Patrícia) já havia sido presa no Estado de Rondônia por outro fato semelhante, e que desta vez, fugiu para Cuiabá com a bebê.

Depois de constante troca de informações entre as duas instituições e mais de 48 horas de diligências interruptas, equipes da DHPP localizaram a bebê, em segurança, e prenderam a mulher acusada de subtrair a criança. Ela foi presa nas imediações da rodoviária de Cuiabá.

Em depoimento, Patrícia alegou que a mãe da menina da criança teria dado a filha  por não ter condições de sustentá-la, e que ela e seu marido iriam cuidar da criança.

A criança foi entregue aos cuidados do Conselho Tutelar de Cuiabá. Os fatos foram comunicados ao Ministério Público e Juizado da Infância e Juventude da capital.

Patrícia será apresentada em audiência de custódia, neste sábado (21).As investigações seguem pela Polícia Civil de Minas Gerais,  para o esclarecimento dos fatos.

 

Assessoria de Comunicação Social/PJC

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Consumidores inadimplentes podem renegociar dívidas na 7ª Semana Nacional de Educação Financeira

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Os consumidores que possuem pendências com instituições financeiras e de telecomunicações podem renegociar suas dívidas até o dia 29 de novembro pela plataforma de reclamação online consumidor.gov.br. A iniciativa da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJSP) integra a programação da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), promovida pelo Fórum Brasileiro de Educação Financeira (FBEF).

Neste ano, o tema do evento é Resiliência Financeira: Como atravessar a crise? e a Senacon reforça a importância de os consumidores terem uma vida financeira saudável nesse período atípico, com a pandemia de Covid-19. O prazo médio de respostas na plataforma consumidor.gov.br é de sete dias, com 80% das demandas resolvidas. Participam da ação as empresas Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil, BMG, Banco PAN, Oi Vivo, Claro e Tim.

Como renegociar

Para renegociar suas dívidas, os consumidores devem acessar a plataforma www.consumidor.gov.br, realizar um cadastro (caso ainda não o tenha), selecionar a instituição financeira ou de telecomunicação com a qual deseja negociar e formalizar sua solicitação de renegociação de débitos na plataforma. Seguindo o procedimento padrão de abertura de reclamação na plataforma. Depois de preencher a solicitação, o consumidor deve selecionar no campo “Problema” a opção “Renegociação/parcelamento de dívida”. Já no campo “Descrição da Reclamação”, o consumidor deve informar que deseja participar da ação da 7ª Semana Nacional de Educação Financeira de renegociação de dívidas.

Online

consumidor.gov.br é a plataforma de registro de reclamações online que atua como uma alternativa para a solução do problema diretamente com as empresas cadastradas. Os procedimentos da plataforma não substituem os procedimentos administrativos, tal como processos, executados pelos Órgãos de Defesa do Consumidor e Procons, que permanecem à disposição para orientar e auxiliar o cidadão em seus pedidos de renegociação de dívidas.

As empresas registradas na plataforma têm o prazo de até dez dias para apresentar uma resposta. O consumidor, por sua vez, terá até 20 dias para avaliar se o atendimento prestado foi satisfatório ou não. Durante esse prazo, a pessoa poderá interagir com a empresa, para anexar documentos, tirar dúvidas ou complementar sua reclamação, caso necessário.

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