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Polícia

Polícia fecha boca de fumo que funcionava em pastelaria da Capital

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A Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), em continuidade ao enfrentamento do tráfico doméstico na região metropolitana, fechou mais um ponto de tráfico de drogas na Capital, na tarde de quinta-feira (03).

De acordo com as investigações, um jovem de 18 anos, já identificado (porém foragido) realizava tráfico de drogas nas dependências de um local que comercializava pastéis feitos por seus familiares.

Foram encontrados nos pertences pessoais do suspeito dezenas de porções de entorpecentes, incluindo as que foram escondidas por ele no muro da casa vizinha.

Foram apreendidas aproximadamente 50 trouxinhas contendo substâncias análogas a pasta base de cocaína, e 10 porções de maconha.

Dois homens que estavam no local foram detidos e conduzidos para a Delegacia. Eles declararam que são usuários de drogas e que costumam comprar entorpecente no endereço. Eles foram autuados inicialmente em Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), para apuração dos fatos.

Denúncia –A Polícia Civil disponibiliza um canal direto para denúncias referentes a tráfico de drogas. Pelo telefone (65) 999989-0071 e email [email protected] é possível repassar informações à DRE que possam auxiliar os trabalhos de investigação. O sigilo é absoluto.

Polícia

Fiscalização integrada apura atuação ilegal de profissional em clínica de beleza na Capital

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Assessoria | Polícia Civil-MT

A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), em conjunto com a Vigilância Sanitária de Cuiabá e os Conselhos Regionais de Medicina e de Biomedicina, realizou uma ação integrada para apurar denúncia de prática de exercício ilegal da medicina e da biomedicina e de falsidade ideológica em uma clínica de beleza na Capital.

Conforme investigação da Decon, a suspeita se apresentava como doutora e usava a abreviação Drª antes do seu nome. Ela também divulgava em uma rede social o número de registro de outra pessoa no Conselho Regional de Biomedicina como sendo seu.A fiscalização foi realizada na manhã desta quarta-feira (20.01), em um SPA localizado no bairro Jardim Imperial, em Cuiabá. O alvo da operação é uma mulher de 25 anos, que supostamente vinha exercendo ilegalmente as profissões de médica e de biomédica.

Segundo apuração realizada pelos policiais civis, a investigada publicava que era bacharel no curso de biomedicina, formada por uma faculdade particular de Várzea Grande, e com especialização em estética invasiva e habilitação, que permite realizar procedimentos como lipoaspiração de papada, botox, harmonização facial e outros, por outra instituição de ensino.

No entanto, em contato com as duas unidades educadoras, ambas informaram à Polícia Civil que a suspeita não possui registros de formação nos referidos cursos.

Durante a fiscalização, a equipe da Vigilância Sanitária notificou os responsáveis pelo SPA para que sejam alterados os alvarás de localização, funcionamento e da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAES), para inclusão de outras atividades referentes a salão de cabeleireiro, manicure e pedicure e, de forma secundária, atividades de estética.

A Decon também teve acesso a vídeos em que a mulher aparece realizando procedimentos invasivos, entre eles a aplicação de anestesia local, cauterização de manchas de pele, preenchimento labial, aplicação de botox, escleroterapia de vasos e até pequenas cirurgias com a remoção de pele, procedimentos que só devem ser feitos por profissional formado na área da saúde, com especialização em clínicas médicas ou hospitais, além de necessitar de alvará sanitário e suporte para socorro ao paciente em caso de complicações.

À Polícia Civil, os proprietários alegaram que não sabiam que a funcionária não era biomédica e nem esteticista e que ela havia entregado cópia de diplomas, da carteira funcional do Conselho de Biomedicina e de outros documentos. Contudo, até o início da tarde desta quarta-feira (20), os donos da clínica não haviam enviado as cópias dos documentos à delegacia especializada. No local também foram apreendidas agulhas e dezenas de frascos de produtos e de medicamentos que estavam sendo utilizados pela suspeita nos atendimentos. Alguns dos medicamentos apreendidos só podem ser comprados por médicos ou biomédicos.

Os consumidores que foram atendidos pela suspeita, acreditando que a profissional fosse doutora, poderão procurar a Decon para denunciar a mulher e ajudar no esclarecimento dos fatos.Conforme o delegado da Decon, Rogério Ferreira, as investigações continuam e todos os envolvidos já foram intimados para serem ouvidos e prestarem esclarecimentos.

“A Delegacia do Consumidor alerta para o risco à vida, à saúde e à integridade física do consumidor, em realizar procedimentos invasivos, como botox e harmonização facial, com pessoa que não é formada na área da saúde ou que não possui a especialização necessária para esse tipo de atendimento, ou ainda em locais que não possuem o alvará da vigilância sanitária e o suporte necessário para prestar socorro em caso de necessidade”, completou o delegado Rogério Ferreira.

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