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Polícia Civil e Sefaz deflagram operação de combate a crimes tributários

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A Polícia Judiciária Civil, por meio da Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz) deflagrou nesta quarta-feira (09.10) em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda a Operação Fake Paper para cumprimento de nove mandados de prisão preventiva e 16 de busca e apreensão por crimes contra a administração pública.

A ação policial apura uma organização criminosa que através de falsificação de documento público, falsificação de selo ou sinal público e uso de documento falso promoveu a abertura de empresas de fachada, visando disponibilizar notas fiscais frias para utilização de produtores rurais e empresas nos crimes de sonegação fiscal. Além disso, o esquema possibilitou a prática de crimes não tributários, como a fraude a licitação, ou mesmo ‘esquentar’ mercadorias furtadas ou roubadas.

O delegado Sylvio do Vale Ferreira Junior, que preside as investigações, ressalta que a emissão de notas fiscais frias interfere negativamente na base de dados da Sefaz-MT. “Distorcendo as informações sobre produção econômica do estado e, consequentemente, na composição de índices do Fundo de Participação dos Municípios, e no cálculo do Fundo de Participação dos Estados, causando efeitos devastadores ao estado”.

A Secretaria de Fazenda de Mato Grosso constatou que, juntas, as empresas Rio Rancho Produtos do Agronegócio Ltda. e Mato Grosso Comércio e Serviços e a B. da S.. Guimarães Eireli emitiram R$ 337.337.930,11 milhões em notas frias, gerando um prejuízo alarmante ao Estado.

O delegado titular da Defaz, Anderson da Cruz e Veiga, ressalta que “a operação busca apreender documentos, dispositivos móveis e computadores que possam robustecer ainda mais a investigação e integra mais uma ação da Defaz em conjunto com a Secretaria de Estado de Fazenda, no combate aos crimes contra a ordem tributária”.

Os mandados estão sendo cumpridos em sete cidades de Mato Grosso: Cuiabá, Tangará da Serra, Campo Novo dos Parecis, Barra do Bugres, Canarana, Sorriso e Juína.

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Polícia Civil cumpre mandados e prende mais três suspeitos de furto de aeronave em Matupá

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Oito ordens judiciais, sendo três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão domiciliar foram cumpridos pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (27.05), durante ação para esclarecer o furto de aeronave furto da aeronave Cessna Aircraft 182, ocorrido em Matupá (695 km ao Norte de Cuiabá).

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Cuiabá e Matupá e resultaram na prisão de mais três pessoas suspeitas de envolvimento no crime. As diligências fazem parte das investigações conduzidas pela Delegacia de Matupá em parceria com as Delegacias Regional e Municipal de Guarantã Norte.

Entre os alvos presos em razão dos mandados judiciais, estavam um advogado e um estagiário do escritório de advocacia no município de Matupá e um oficial da Polícia Militar.

As investigações estão em andamento e devem continuar mais alguns dias para identificação de outros envolvidos no crime.

Furto e queda da aeronave

O furto da aeronave ocorreu no dia 21 de abril, no aeroporto na zona rural de Matupá. Inicialmente, foi verificado o furto de combustível, sendo observadas algumas mangueiras cortadas, porém, em seguida foi constatado o furto do avião que estava estacionado próximo ao escritório. Para praticar o furto, os criminosos cortaram o cadeado que segurava as hélices do avião.

A aeronave foi localizada após a queda em uma área de mata de menos de 5 mil hectares, entre os municípios de Terra Nova do Norte e Nova Guarita. O avião ficou danificado e caiu com o trem de pouso virado para cima.

As buscas pela aeronave contaram com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) de Sorriso. Durante os trabalhos, também foram localizados pertences da vítima que estavam no avião no momento do furto e também camisetas e uma corda utilizadas pelos envolvidos no crim

 

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