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Cuiabá

Polícia Civil conclui inquérito de derramamento de material tóxico em córrego da Capital

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A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) concluiu o inquérito do derramamento de produto tóxico em um córrego, nas dependências da empresa Greca Transporte de Cargas S.A., na Rodovia BR 364, Distrito Industrial, em Cuiabá. Nas investigações, foi comprovado que com o derramamento do material asfáltico houve contaminação da água, do solo e vegetais da região.

Na apuração, foi constatado que no dia 13 de dezembro de 2016, ocorreu um acidente no pátio da empresa Greca Transporte de Cargas S.A., entre os caminhões das empresas Transportadora São Benedito e Transportara CGS, ambos carregados de material asfáltico. Com a colisão, um dos tanques foi perfurado, ocorrendo o vazamento do produto.

Na época, os responsáveis não comunicaram as autoridades competentes, sendo o fato descoberto, no dia seguinte, após denúncia de que os resíduos de asfalto estavam sendo jogados no córrego. No local, foi constatado odor muito forte de derivados de petróleo e encontrado resíduos de óleo no leito do córrego.

Foi requisitado a perícia no local e oficiado a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) para as providências legais. O laudo pericial confirmou que houve contaminação da água, do solo e vegetais, e que o produto químico vazou para o curso d’água afluente do Ribeirão dos Cágados.

Segundo o delegado, Gianmarco Paccola Capoani, foi apurado que o dano ambiental foi causado pela Transportadora São Benedito, uma vez que o motorista da empresa que colidiu com o outro veículo envolvido no acidente.

“A área afetada está localizada em uma zona de interesse ambiental e apesar de não existir norma que obrigue os responsáveis em proceder a imediata comunicação aos órgãos públicos, não se verificou qualquer informação por parte dos envolvidos. Identificamos os autores do fato, bem como as circunstâncias, sendo comprovada a materialidade delitiva”, disse do delegado.

Cuiabá

Internauta reclama de transtorno causada por obra em viaduto

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Um cidadão registrou em vídeo nesta sexta-feira (16), a situação do viaduto Murilo Domingos, que ainda está em fase de construção, a obra causa um congestionamento diário de quilômetros na região e o cinegrafista amador mostra que tudo isso poderia ter sido evitado, com a liberação de vias nas laterais da Avenida Manoel José de Arruda (Av. Beira Rio).

O município investe total de R$ 13.992.929,79 para sanar uma demanda grande de trânsito, a desobstrução do trecho é feita em consenso entre as secretarias de Mobilidade Urbana (Semob) e Obras Públicas, que constataram que o fluxo nesse local específico não impacta, neste momento, no andamento da obra e tampouco gera riscos aos trabalhadores e condutores. Mas quem precisa passar no local vê que há uma grande necessidade de liberação das ruas.

No dia 15 de dezembro do ano passado, o prefeito Emanuel Pinheiro informou para a população que a entrega do viaduto Murilo Domingos foi transferida para o início de 2021. Conforme explicado por ele, a extensão no prazo foi solicitada pela empresa responsável pela execução da obra, que terá que trabalhar na substituição de solo em uma das cabeceiras que faz a ligação entre a pista e a estrutura de concreto.

 

 

O cidadão que gravou o vídeo ainda ressalta “Nós pagamos impostos, para quê?! Isso é um abuso com a gente.”

 

A empresa pediu um prazo maior para a entrega da obra justamente por identificar nas cabeceiras um solo barrento que prejudicaria a segurança do viaduto, os trabalhadores estão focados em terminar essa parte para poder entregar. Mas a rotatória que poderia desafogar o trânsito de quem precisa transitar em ambas cidades.

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