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Pedro Taques diz que não se alia a partido de Silval e Bezerra

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O quinto programa de Pedro Taques (PSDB), candidato à reeleição ao governo de Mato Grosso, transmitido nesta segunda-feira (10.09) no horário eleitoral gratuito, alerta o cidadão para os perigos da descontinuidade das ações se houver mudança de gestão. Com esse argumento, a propaganda mostra que o tucano pegou um Estado desorganizado, com dívidas altíssimas, mas que as dificuldades foram superadas. Agora, defende Taques, o Estado está mais forte e preparado e, por isso, os projetos e ações não podem ser interrompidos e devem seguir em frente.

No vídeo, o candidato aparece dizendo que não se alia ao PMDB, partido do ex-governador Silval Barbosa, do ex-governador e deputado federal Carlos Bezerra e que faz parte do arco de aliança do candidato Mauro Mendes (DEM).

“Algumas pessoas não gostam de mim porque eu falo a verdade, não fico enganando, falo o que precisa de ser dito. Não me alio ao PMDB de Silval Barbosa e de Carlos Bezerra, não me alio ao passado”, afirmou o governador.

A propaganda faz um resgate da gestão de Taques, lembrando que ele assumiu a após a gestão do PMDB e com uma crise econômica nacional. “Depois de todas as dificuldades, agora que as coisas estão clareando, Mato Grosso está mais forte e preparado para o futuro. É muito perigoso parar tudo e começar do zero. Não é hora de arriscar, de sair do zero. Mato Grosso tem que seguir em frente”, comentou o locutor no vídeo.

O depoimento de uma servidora pública da saúde corrobora a tese de prejuízo com a uma possível descontinuidade na gestão. Segundo Silvana Salomão, a saúde na gestão Taques foi priorizada. “Isso eu posso afirmar com propriedade, com segurança, que eu estou na saúde há mais de 15 anos. Então, eu estou vendo a diferença do antes e do depois. O Estado foi levantado, por isso tem que haver continuidade. A dança das cadeiras atrapalha à gestão”, destacou.

Ela ainda completa dizendo que, caso haja troca de gestão, “o outro que chega e desmorona todo um trabalho que está sendo construído”.

O programa também faz uma prestação de contas, mostrando o que foi feito e as prioridades para a próxima gestão. Como exemplo, cita o investimento de R$ 50 milhões para a construção do novo Pronto Socorro e compromisso de finalizar a obra no ano que vem.

Outro ponto foi o chamamento de mais de 3.600 profissionais na segurança pública, que tem fortalecido o policiamento nas ruas e contribuído com a diminuição nos índices de violência. Também criou 40 escolas em tempo integral, as chamadas Escolas Plenas e recuperou mais de R$ 1 bilhão da corrupção.

“Nós estamos no caminho certo, nós ajustamos a máquina, arrumamos a casa. Agora, eu já tenho mais experiência, eu já conheço quase todos os problemas do Estado”, disse o candidato à reeleição.

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Justiça cassa diploma do PP e declara vereador eleito inelegível

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por MP-MT

 

A Justiça julgou procedente ação proposta pelo Ministério Público Eleitoral, no município de Sorriso, e cassou o diploma obtido pelo Partido Progressista (PP), declarando nulos todos os votos atribuídos ao referido partido. O presidente da sigla e vereador eleito, Wanderley Paulo da Silva, foi declarado inelegível. A Justiça determinou ainda que o mandato conquistado pelo PP deverá ser distribuído aos demais partidos que alcançaram o quociente partidário. A sentença ainda é passível de recurso.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral por Abuso de Poder foi proposta após o Ministério Público Eleitoral verificar a ocorrência de fraudes em relação à quota de gênero. Consta na inicial que o Partido Progressista registrou a candidatura da senhora Maria de Fátima França Cabezas, conhecida como “Maria Pipoca”, apenas para cumprir a exigência de pelo menos 30% de mulheres na formação da sua lista de candidatos ao Legislativo.

Segundo o MPE, no decorrer da investigação ficou comprovado que a suposta candidata era analfabeta e foi “usada” com a promessa de que, caso eleita, ganharia o suficiente para reformar a sua casa. Conforme a ação, a candidata chegou a receber algumas aulas para aprender a fazer uma ‘carta de próprio punho” solicitando o registro, mas como não obteve êxito, o documento acabou sendo assinado por sua filha especial que frequenta a APE local.

O MPE relata que após a obtenção do Protocolo do Requerimento de Registro de Candidatura o partido apresentou o pedido de cancelamento da candidatura perante o Cartório Notarial e Registral – 2º Ofício de Sorriso. “Tais elementos são firmes em demonstrar a ocorrência da fraude eleitoral para cumprimento da cota de gênero, sendo certo que a baixa de qualquer das mulheres no Partido poderia implicar no indeferimento do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), uma vez que operaram com o percentual de candidaturas femininas no limite”, destacou a promotora de Justiça Eleitoral, Maisa Fidelis Gonçalves Pyrâmides.

Segundo ela, com a “manobra” partidária, o DRAP do partido político requerido foi deferido, o qual posteriormente veio em Juízo apresentando o “Ato de Renúncia de Candidatura”. Além do presidente do PP, também foram acionados pelo Ministério Público Eleitoral o vice-presidente da sigla, Antonio Jocemar Pedroso da Silva; a secretária-geral do partido, Andreia Bezerra Ribeiro; a primeira-secretária, Claudia Aparecida Sarubo; o tesoureiro-geral, Márcio Marques Timóteo; o primeiro-tesoureiro, Cícero Emídio Macedo e o suplente Carlos Pio dos Santos.

A sentença foi proferida pela juíza da 43ª Zonal Eleitoral, Paula Saide Biagi Messen Mussi Casagrande, na sexta-feira (22). O MPE tomou ciência da decisão nesta segunda-feira (25).

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