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Polícia

Pecuarista é condenado a 22 anos de prisão por homicídio qualificado

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O pecuarista Marcelo Lorenzzoni da Silva, 45 anos, foi condenado a 22 anos de prisão por posse de arma de fogo em situação irregular e homicídio duplamente qualificado praticado contra o também pecuarista, Weivel Deliberto, na comarca de Alta Floresta. Ao final da sessão do julgamento, realizada nesta quarta-feira (18), o réu, que até então não havia sido preso, foi encaminhado diretamente para cadeia pública de Alta Floresta. A atuação do Ministério Público no Tribunal do Júri ficou a cargo da promotora de Justiça Carina Sfredo Dalmolin.

Segundo ela, os jurados acolheram a tese defendida pela Promotoria de Justiça  de que o crime foi cometido por motivo fútil e com a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima. A sentença foi proferida pelo juiz de Direito Roger Augusto Bim Donega.

Consta na denúncia, que o crime ocorreu no dia 22 de julho de 2012, na zona rural de Carlinda, na propriedade da vítima. O réu se dirigiu ao local e lá iniciaram uma discussão ocasionada pelo fato de seu gado ter de forma reiterada invadido a fazenda da vítima. Com ânimos bastantes exaltados, os dois discutiram e quando Weivel Deliberto virou-se de costas em direção ao curral, o réu pegou uma espingarda que estava em seu veículo e disparou  tiro certeiro na cabeça do pecuarista, que morreu na hora.

“Extrai-se dos autos a futilidade da motivação para homicídio, pois a vítima sempre cobrou uma situação de direito, qual seja, a feitura de uma cerca para que o gado do acusado não adentrasse em sua propriedade, conforme já haviam acordado, sendo que, após sucessivas invasões em sua propriedade, ainda assim, esta pequena discórdia serviu como móvel para o crime contra a vida”, diz um trecho da denúncia do Ministério Público.

O réu, conforme a promotora de Justiça, fugiu do local do crime. Durante diligências em sua residência, a polícia encontrou arma de fogo, de uso permitido, mas em situação irregular.

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Polícia Civil cumpre mandados e prende mais três suspeitos de furto de aeronave em Matupá

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Oito ordens judiciais, sendo três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão domiciliar foram cumpridos pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (27.05), durante ação para esclarecer o furto de aeronave furto da aeronave Cessna Aircraft 182, ocorrido em Matupá (695 km ao Norte de Cuiabá).

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Cuiabá e Matupá e resultaram na prisão de mais três pessoas suspeitas de envolvimento no crime. As diligências fazem parte das investigações conduzidas pela Delegacia de Matupá em parceria com as Delegacias Regional e Municipal de Guarantã Norte.

Entre os alvos presos em razão dos mandados judiciais, estavam um advogado e um estagiário do escritório de advocacia no município de Matupá e um oficial da Polícia Militar.

As investigações estão em andamento e devem continuar mais alguns dias para identificação de outros envolvidos no crime.

Furto e queda da aeronave

O furto da aeronave ocorreu no dia 21 de abril, no aeroporto na zona rural de Matupá. Inicialmente, foi verificado o furto de combustível, sendo observadas algumas mangueiras cortadas, porém, em seguida foi constatado o furto do avião que estava estacionado próximo ao escritório. Para praticar o furto, os criminosos cortaram o cadeado que segurava as hélices do avião.

A aeronave foi localizada após a queda em uma área de mata de menos de 5 mil hectares, entre os municípios de Terra Nova do Norte e Nova Guarita. O avião ficou danificado e caiu com o trem de pouso virado para cima.

As buscas pela aeronave contaram com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) de Sorriso. Durante os trabalhos, também foram localizados pertences da vítima que estavam no avião no momento do furto e também camisetas e uma corda utilizadas pelos envolvidos no crim

 

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