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Pais presentes, e ausentes!

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Quem tem um filho que mora longe sabe como a saudade doí diariamente. No pensamento ficam as perguntas: “Como está? Será que comeu? Está dormindo bem? Não ficou doente? Está gostando do curso, da casa, está em boas companhias?”.

Enquanto alguns genitores vivem essa circunstância devido a distância, outros pais negligenciam a presença dos filhos na mesma residência, e esquecem de fazer perguntas simples como as do parágrafo acima.

Não raro, a solidão tem tomado conta de casas cheias, famílias se dissolvem por falta de atenção, conversas e demonstrações de afeto.

Até em locais públicos notamos a frieza nos relacionamentos, pais, mães e filhos em restaurantes totalmente voltados aos aparelhos celulares. Atitude que transforma o mundo digital mais atraente do que o real, e aí está o perigo.

Acompanhamos alguns casos de jogos suicidas, que ceifaram a vida de crianças e adolescentes. E a pornografia? Com um clique, a criança pode acessar os conteúdos mais obscenos e ter sua mente tomada por conteúdos nocivos para o seu desenvolvimento.

E de forma mais sucinta, e não menos perigosa, você pai e mãe, já reparou quem é o artista favorito do seu filho? Músicas com a apologia as drogas, ao sexo, a monogamia. É como se o ladrão estivesse entre vocês, porém a presença dele só será notada quando você prestar atenção em seu filho, observar as suas companhias, comportamento, e principalmente, lhe der todo o amor possível.

Aproveite este início de ano e estabeleça como meta ter um tempo de qualidade com a sua família, pois este é o bem mais precioso que o ser humano pode ter. E o melhor remédio para prevenir a solidão, a tristeza, separação e rebeldia.

Neuzete Gomes Freires Castilho é formada em pedagogia, pós-graduada em psicopedagogia e gestão escolar. É diretora na  Escola Adventista Centro América. E-mail: [email protected]

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Magistrado decide que Segurança Pública é imune ao Coronavírus

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Que as forças policiais são imprescindíveis e verdadeiros heróis para a sociedade, isso todo mundo sabe. Que se arriscam em conflitos vários, para salvar nossas vidas, isso também é sabido.

 

O que ninguém sabia, era que os policiais também seriam imunes a vírus e outras doenças infecto-contagiosas, como o Novo Coronavírus.

É o que parece nos fazer crer a decisão do Magistrado Murilo Moura Mesquita, da 2º Vara de Fazenda Pública de Cuiabá, em ação movida pelo Sindicato dos Investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso/SINPOL, onde este negou o fornecimento de EPIs aos Policiais Civis do Estado.

 

O sindicato ingressou com um pedido de Tutela de Urgência, requerendo na justiça que o estado fornecesse EPI (Equipamento de proteção Individual) aos Policiais Civis. Segundo o Sindicato foram apresentadas fartas provas como vídeos, fotos, onde demonstram que os policiais estão trabalhando sem qualquer proteção contra o Coronavírus, mesmo aqueles do grupo de risco segundo classificação da OMS.

 

Ofícios ao Governador e Secretário de Segurança Pública, encaminhados pelos sindicatos dos Escrivães, Delegados e Investigadores, requerendo luvas, álcool em gel, máscaras, entre outros utensílios de proteção, também foram apresentados, provando que os policiais estão expostos ao risco de contágio do covid19, esse vírus mortal que assusta o mundo todo.

 

O mais irônico é que todos os magistrados de Mato Grosso e servidores da Justiça, estão fazendo teletrabalho desde o dia 18/03/2020, início da chegada da pandemia por aqui. Estão no conforto de seus lares, protegidos da doença, e mesmo assim, deixam expostos outros servidores ao que demonstra, por total falta de sensibilidade ou empatia com as forças policiais.

 

O ilustre magistrado, deve mesmo achar que as forças policiais, pela bravura, sejam imunes ao vírus mortal Covid19, mas todos sabemos que não são. E por não serem imunes, merecem a devida atenção do estado para com suas vidas.

 

O Sindicato certamente vai recorrer da decisão e requerer providências aos Ministérios Públicos Estadual e do Trabalho!!!

 

Dra. Camila Ramos Coelho Mayer é Advogada, mulher, autônoma, esposa, filha, neta e, Especialista em Direito Público e Sindical

 

 

 

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