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Polícia

Operação investiga garimpo ilegal de ouro em fazenda e prende três pessoas por crimes ambientais

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Operação Aurum, deflagrada pela Polícia Judiciária Civil de Colíder nesta terça-feira (19.11), com apoio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, prendeu três pessoas suspeitas da prática de crimes ambientais, como a extração e garimpagem ilegal de minério e usurpação de matéria-prima da União. A propriedade foi autuada pela Sema com multa no valor de R$ 1,100 milhão por crime ambiental.

Diligências realizadas por equipe da Delegacia Municipal de Colíder, coordenada pelo delegado Ruy Guilherme Peral, constataram indícios de crime ambiental em uma fazenda da região, onde era praticada a extração ilegal de ouro. No local foi apreendida uma pá escavadeira avaliada em R$ 160 mil.

Três pessoas, sendo um advogado e dois trabalhadores que operavam o equipamento na propriedade rural, foram autuadas em flagrante pelos crimes ambientais. O advogado T.V.R. se identificou aos policiais como responsável pela propriedade e pelas atividades de extração aurífera.

Os três homens foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Colíder para depoimentos e lavratura do flagrante. De acordo com o delegado Ruy Guilherme, a escavadeira ficou sob responsabilidade da Secretaria de Obras e Infraestrutura do município, que está como fiel depositária do equipamento.

Os três autuados continuam presos, uma vez que os delitos imputados ultrapassam cinco anos de prisão. Os flagrantes foram comunicados à Justiça Federal da região, a quem cabe decidir pela manutenção das prisões.

“As investigações continuam para coletar novas evidências dos crimes. Os proprietários da fazenda não se encontravam no local, mas serão autuados pela Polícia Civil nas práticas criminosas de danos ambientais”, explicou o delegado.

Em setembro deste ano, a Polícia esteve na mesma propriedade para apurar a atuação irregular de garimpo na fazenda, contudo, não foram encontrados indícios dos crimes ambientais que possivelmente teriam sido ocultados pelo responsável da área. “Continuamos atuando para combater a prática de crimes que trazem danos ambientais expressivos à região”, destacou o delgado Ruy Guilherme Peral.

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Mulher diagnosticada com covid-19 quebra quarentena e circula livremente espalhando o vírus

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Segundo denúncias de moradores de Nobres, uma mulher diagnosticada com covid-19, que deveria estar observando a orientação de se isolar em casa para evitar espalhar o vírus não atendeu às recomendações e está circulando livremente pela cidade.

Circula nas redes sociais que a mulher foi vista em supermercados, em departamentos diversos.

 Se a suspeita se confirmar, ela pode ser considerada suspeita em dois crimes do Código Penal, segundo a Polícia Civil.

O primeiro, do artigo 267, que é causar epidemia, mediante a propagação de germes patogênicos, tem pena entre dez e 15 anos de reclusão; além do crime de infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução de doença contagiosa.

 Para esse segundo, a pena é de detenção de um mês a um ano, conforme o artigo 268.

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