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Novos tempos, novas comemorações e o novo Dia das Mães

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O Dia das Mães certamente ganha outro significado em tempo de pandemia, assim como todo contexto social mundo afora. As comemorações serão atípicas, nada da reunião familiar, do calor humano entre os filhos e mães, pois a priori a saúde pública vem em primeiro lugar.

Os beijos e abraços apertados não poderão ser frequentes e parte dos presentes, pois precisamos ainda cumprir as determinações das instituições para o bem estar social. Muitas mães fazem parte do grupo de risco e a real que precisaremos reinventar formas de estarmos juntos, ainda que separados.

No Reino Unido, por exemplo, houve campanhas para reforçar a necessidade de mães e filhos preservarem o distanciamento social com relação ao Dia das Mães, comemorado em março, principalmente as do grupo de risco. Então a pergunta é: como podemos não deixar essa data passar em branco?

Precisamos nos conscientizar que o isolamento social não é um isolamento emocional e, se tem algo que temos aprendido com essa situação toda do coronavírus é valorizar os laços familiares e emocionais. As opções não são muitas, mesmo com a tecnologia ao nosso favor. Podemos fazer uma videochamada em família, ter um contato visual-virtual, conversar e tentar minimizar esse afastamento com afeto e carinho de uma forma diferente, dado a necessidade momentânea.

Os presentes poderão ser adquiridos, o comércio, em partes está aberto, porém as vendas online (delivery) são a melhor opção, ainda que em tempo. Pesquisas apontam que mais de 60% dos brasileiros comprarão o presente de Dia das Mães por lojas online.

Diante dessa nova realidade, o fato é que precisamos ressignificar a data. Não teremos os shoppings e lojas movimentadas, os restaurantes e demais locais com a aglomeração, nem o tradicional almoço de domingo em família. Nesses novos tempos,   devemos celebrar o amor e a gratidão demonstrando que o Dia das Mães pode, será e é maior que os nossos desejos momentâneos.

Essa nova comemoração nos traz a oportunidade de perceber que a impossibilidade de abraçar, beijar e tocar nos faça enxergar o valor verdadeiro desses gestos. Ao falarmos ao telefone ou nos comunicarmos pela internet, escrever palavras em cartões e nas mensagens, talvez tudo isso não poderá agora dizer mais do que jamais puderam. Talvez, quem sabe, paradoxalmente, nesse Dia das Mãe atípico, passaremos a valorizar mais do que nunca as relações familiares, afetivas e emocional, em seu verdade e real sentido. Feliz Dia das Mães.

 Márcia Pinheiro é atual primeira-dama de Cuiabá, empresária e pós-graduada em Gestão Pública.

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Levante a mão quem não tem medo da morte

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Acredito que não exista ninguém na face da terra que não tenha algum receio da bendita morte. Claro, esse medo pode se manifestar nas pessoas de pequena a grande intensidade. Sabemos que cada pessoa tem a forma única, mesmo assim, imagino que para a grande maioria, o medo da morte se aflora grande, chegando até a se transformar em pleno horror. Entretanto, tem aqueles que conseguem controlar esse sentimento de medo disfarçando pelos prazeres da vida. Mas só disfarçando, pois, de maneira ou outra, o danado do medo está lá, bem no fundo dos nossos corações.

Em tempos de pandemia do novo coronavírus o temor atrelado a eminente possibilidade de qualquer um de nós somarmos aos milhares de mortos pela doença no Brasil tem se transformados mudanças fóbicas em excesso. A ideia de deixarmos de existir e afastarmos de parentes e amigos em questão de dias ou horas, derrotados por um vírus quase que invisível, tem nos tornado uma intensa fonte de estresse, em especial para as pessoas mórbidas. Para os vaidosos e amantes de si mesmo isso nem se fala. Só de cogitar a ideia da deterioração do corpo no túmulo causa arrepio e repugnância. Mas, queiramos ou não, um dia a morte vai chegar.

Por isso o medo da morte nos rodeia, é natural a todos nós, até porque, não fomos feitos para morrer no primeiro plano de Deus (Jardim do Éden). Porém, através do pecado do primeiro homem (Adão) essa fase chamada primeira morte foi introduzida em nosso meio e terá que ser enfrentada por mim, por você: por todos. Não tem boca! A morte é uma realidade universal a todo ser humano.

A Bíblia menciona uma série de acontecimentos que irão acontecer após a morte e anteceder o Juízo Final que decidirá viver ou morrer eternamente. Relata sobre a primeira morte física; da separação do espírito e corpo; para onde partes dos espíritos irão (paraíso e prisão espiritual); fala daqueles que aqui viveram vida digna e também dos que não viveram e assim por diante. Exemplo claro que a vida terrena interferirá diretamente na vida ou morte eterna é dado pelo apóstolo Paulo quando discorre que aquele que nasce duas vezes aqui na terra (nascimento em si, aceita a Cristo; e renúncia ao pecado), morrerá apenas uma vez: só a morte física. Apesar disso, aquele que nasce apenas uma vez aqui na terra, a possibilidade é enorme de ter duas mortes futuras: física e eterna. Se essa escolha de vida ou morte no futuro deve ser feita agora enquanto vivemos, melhor não arriscar então. Jesus Cristo deixou inúmeros exemplos de escolhas e estão acessíveis a todos para que cheguemos a qualquer uma das conquistas. Se as escolhas forem certas: Amém. Se erradas: Nada feito!

Já imaginou naquele dia em que teremos que ficar frente a frente com o Todo-Poderoso e Ele trazer à juízo toda a obra humana, inclusive tudo que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau – Eclesiastes 12:14. Sim! Teremos que ficar frente a frente com o Criador e prestamos contas das nossas ações aqui em vida. E, se abrir o Livro da Vida e o nossos nomes não estiver registrados lá? Como será o nosso espanto? Imagino que esse acerto será amedrontador e pior poderá vir na sequência – a condenação para a segunda morte -, mas agora eterna. Se isso acontecer: sem chances de revogação. Lembrando que hoje Ele é o nosso advogado, mas nesse dia passará à Juiz, e como Ele é justo o acerto não será vantajoso para centenas de milhares.

Para não corremos esse risco da condenação eterna, que tal começarmos agora a fazer a vontade de Deus e seguirmos os ensinamentos dados pelo seu filho Jesus Cristo no Evangelho, sendo bons, caridosos, amar o próximo, entre outros. Caso contrário, se continuarmos na prática da iniquidade estaremos deixando a vida pela morte eterna e arderemos dia e noite no lago de fogo e enxofre, e seremos atormentados juntamente com Satanás, o Falso Profeta, o Anticristo, e os ímpios para todo o sempre.

Depois de tudo isso levante uma das mãos ai aquele que não tem medo da morte? Bom: eu vou levantar as duas!

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