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MTmamma abre Outubro Rosa em live transmitida do palco do Teatro Zulmira, nesta quarta (30)

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O mês de outubro se aproxima e já vem à mente a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, principal defesa da campanha nacional Outubro Rosa. Para abrir as atividades, desta vez virtuais, a Associação MTmamma – Amigos do Peito promoverá uma live nesta quarta-feira (30), às 19h, com apresentação de parte da Orquestra Sinfônica da UFMT (OSUFMT).

A programação será transmitida pelas redes sociais da MTmamma Cuiabá (Facebook: @mtmamma.cuiaba e Instagram: @mtmamma_) e pelos canais do Youtube da associação e da orquestra (https://www.youtube.com/user/OrquestraUFMT).

A gente vai falar um pouco sobre os índices do câncer de mama e [sobre as ações da] MTmamma e entra a orquestra”, comenta a presidenta da MTmamma, Cleuza Dias, sobre a breve programação.

A live será gravada do palco do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros e toda logística está sendo fornecida pelo equipamento cultural, gerido pela Assembleia Social. “Nós providenciamos internet banda larga para a transmissão, bem como equipamentos de som e iluminação, consolidando a parceria tradicional que firmamos em prol do Outubro Rosa. E seguiremos de portas e braços abertos para iniciativas como esta”, explicou a diretora do teatro, Daniella Paula Oliveira.

A abertura do Outubro Rosa em Cuiabá já é tradicionalmente realizada com apresentação de orquestra. A diferença é que esta edição será pelos espaços virtuais. “Há dois anos, fazíamos este evento no Parque das Águas, com a Orquestra [da UFMT] e aberto ao público, mas, este ano, faremos nesta modalidade agora”, contextualizou Cleuza.

Além da abertura, estão previstas palestras virtuais com especialistas de saúde e do Direito, além de uma carreata de encerramento. “O tema deste ano é ‘Cuidar de si’, porque nós ficamos o ano inteiro preocupados com a pandemia e muitas mulheres deixaram de lado o serviço médico, por medo da contaminação. Esta campanha visa justamente buscar a conscientização de que as mulheres, mesmo com a pandemia, precisam se cuidar”, convida Cleuza.

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Projeto da UFMT realiza live sobre educação e conservação ambiental em Mato Grosso

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Agência TOCA promove live, através do Instagram, com a pesquisadora Juliana Freitas sobre meio ambiente.

A degradação da natureza está diretamente ligada à extinção das espécies e dos recursos naturais. No atual cenário brasileiro, encontramos significativo aumento no número de áreas desmatadas e de focos de incêndios, principalmente no território mato-grossense. A sustentabilidade tem como caminho trazer a solução para o problema vigente, buscando inserir a conservação e educação ambiental na sociedade. Pensando nisso, a Toca, agência experimental de comunicação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), promoverá uma live, na próxima quarta-feira (21), às 14h, no horário de Cuiabá, com a pesquisadora Juliana Freitas, que irá abordar o tema “Conservação e educação ambiental”.

Juliana Freitas é docente no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso em Rondonópolis, possui doutorado em Funcionamento dos Ecossistemas e Conservação Biológica e suas pesquisas abordam as espécies e suas especificidades para a manutenção do ecossistema. De acordo com sua tese de doutorado, os processos de urbanização e implementação da agricultura, podem afetar significativamente o funcionamento da biodiversidade local.

A conservação biológica sempre foi um tema de relevância, porém, diante de uma crise ambiental, é necessário conscientizar os cidadãos do seu papel como parte do meio ambiente e dos riscos da capacidade que temos de alterar drasticamente o funcionamento natural do ecossistema. “Há um entendimento, equivocado, de que os seres humanos estão afastados dessa natureza e que não depende da biodiversidade e nem dos ciclos [da matéria e do fluxo de energia]. A Educação ambiental entra como uma ferramenta de extrema importância para que nós possamos compreender o nível de dependência do funcionamento do ecossistema e tentar reequilibrar o relacionamento do ser humano com o seu meio”, explica a pesquisadora.

Essa perspectiva é compartilhada pela aluna de Comunicação Social Arielly Barth, que afirma que a “conservação está diretamente ligada com a educação ambiental. É só através dela que podemos conscientizar e ensinar, levando em consideração, principalmente, este momento em que estamos vivendo”.

A  live com Juliana Freitas encerrará a ação “Ciência Fora da Toca”, que já promoveu discussões no Instagram sobre desigualdade racial, saúde da população negra e indígena, e conservação da Biodiversidade do Bioma Pantanal. A iniciativa do projeto de extensão TOCA é desenvolvida por estudantes dos cursos de Comunicação Social da UFMT e orientada pelas professoras Tamires Coêlho e Pâmela Craveiro.

A transmissão ocorrerá pelo Instagram @toca_ufmt, com interação e rodada de perguntas enviadas pelo público. A ação também disponibilizará certificado do evento para aqueles que fizerem a inscrição via formulário.



TOCA – Agência Experimental de Comunicação da UFMT
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