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MT bate o recorde de candidatos em 2020

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As eleições municipais de 2020 em Mato Grosso bateram recorde em número de candidaturas. Neste ano, os mais de 2.317 milhões de eleitores aptos a votarem nas 141 cidades do Estado terão 12.393 opções de candidaturas. Serão mais de 1.992 candidatos a mais que em 2016, que teve 10.401 candidatos.

 

Estes mais de 12 mil candidatos disputarão 1.580 vagas disponíveis sendo, 141 vagas para prefeito, 141 para vice e 1.298 vagas para vereador nas 141 câmaras municipais em Mato Grosso.

 

Os dados são do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), que ainda revela que 66,07% das candidaturas são de homens. Ou seja, 8.188 candidaturas masculinas, contra 4.205 femininas.

Para o cargo de prefeito, 430 homens foram escolhidos para disputar o pleito. Já mulheres, apenas 48 candidaturas. Já o cargo de vice são 367 para homens e 111 mulheres. Para o cargo de vereador também os homens levam vantagem. Enquanto 7.391 homens disputarão as quase 1300 cadeiras, as mulheres estão na disputa com 4.046 candidaturas.

 

A superioridade masculina em candidaturas não reflete a quantidade do eleitorado de Mato Grosso, que é predominantemente do sexo feminino, no total de 1.173.749 eleitoras, enquanto o eleitorado do sexo masculino chega a 1.143.252. Além desses, 101 constam como gênero não informado.

 

Reeleição
Neste ano, 650 políticos tentarão a reeleição em Mato Grosso. Serão 49 prefeitos, 16 vice-prefeitos e 585 vereadores.

Pelo DEM serão 12 prefeitos que buscarão a reeleição, seguido pelo PSDB com 7, MDB, PSD e SD com 4 cada, Republicanos 3, PSL, PP e PDT 2 cada, e Pode e PSC com uma candidatura a reeleição cada.

 

Já os vereadores que buscam a reeleição, 90 são do DEM, 72 do MDB, PSDB 60, PSB 52, PP 40, Republicanos 36, SD 33, PL 32, PDT 31, PSD 30, Pode e PSC 25 cada, PTB 19, PT 13, PSL 8, Patri 6, PV, Pros e Cidadania 4 cada um, e PTC 1.

 

Em relação a cor dos candidatos, em 2020 aumentou o número de candidatos que não se declararam da cor branca. Foram 6.154 auto declaração da cor parda e 1258 da cor preta. Candidatos brancos são 4.672, amarelo 73, indígena 112 e 124 candidaturas que não forneceram tal informação.

Gazeta

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Movimento pede prioridade para professores na vacinação

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Representantes de 42 entidades da sociedade civil apoiaram nesta quarta-feira (24) a Jornada Nacional “#VacinaParaTodosJá”. Alguns deles participaram de um ato no gramado em frente ao Congresso Nacional e, em seguida, foram entregues documentos para a Liderança da Minoria na Câmara e para o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco.

As principais reivindicações do grupo são a vacinação em massa com a inclusão de profissionais da educação na lista de prioridades, a manutenção de um orçamento de guerra para a saúde e a criação do auxílio emergencial com a manutenção das regras de recursos mínimos para a saúde e a educação.

A desvinculação de recursos para saúde e educação pode fazer parte da chamada PEC emergencial (PEC 186/19, em discussão no Senado). Segundo o deputado Rogério Correia (PT-MG), que participou do encontro no Senado, o senador Rodrigo Pacheco disse que o assunto ainda precisa ser melhor discutido para ser votado.

Presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto, disse que a pandemia está mais grave agora que em 2020 e que é preciso garantir um orçamento mais elevado para a saúde neste ano, como no ano passado. O objetivo é ter R$ 168,7 bilhões.

“Portanto, vacina para todos e todas já só se faz com orçamento público. Por isso estamos aqui hoje, nos juntando a essa luta, contrários à PEC Emergencial, que faz toda uma configuração de que para ter auxílio é preciso desvincular o orçamento da saúde e da educação. Não é por aí”.

Para o CNS, a saúde já tem perdido com o teto de gastos constitucional, num total de R$ 22,5 bilhões entre 2018 e 2020.

Professores
Na Câmara, o líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), ressaltou a prioridade para os profissionais de educação na fila de vacinação. “Não pode voltar aula sem isso”, defendeu.

O deputado General Peternelli (PSL-SP) disse que os professores estão na fila de prioridades, mas ainda têm alguns grupos na frente. Para ele, não é possível esperar a vacina para as aulas serem retomadas. “Até tomar a segunda dose e esperar mais 15 dias, nós provavelmente perderemos mais um ano na educação pública brasileira. A educação é fundamental, é o fator mais importante para um País. Nós temos que retornar as aulas imediatamente”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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