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Cuiabá

Morre o radialista Ubiratã Braga, o Rai Bira

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A imprensa mato-grossense está de luto. Faleceu Ubiratã Braga, o Rai Bira. O corpo do jornalista e radialista foi encontrado no sofá da sala de sua residência no início da noite desta terça-feira, por um de seus afilhados, que foi chamado por vizinhos que estranharam ver a casa fechada e ninguém atender.

Em áudio enviado ao jornalista Ademar Andreolla, um vizinho de Rai Bira diz que o jornalista não acordou na manhã desta terça-feira. “O Rai não acordou hoje. Um vizinho estranhou a porta fechada e chamou, chamou e ele não atendeu. Então ligou para um de seus afilhados avisando que poderia estar havendo algum problema. O afilhado dele chegou no início da noite, entrou na casa e o encontrou morto no sofá da sala”, disse no áudio.

Ubiratã Braga, ou simplesmente Rai Bira trabalhou em várias emissoras de rádio da Capital e na TV Vila Real, onde lançou o nome “Cadeia Neles” da emissora, tendo posteriormente registrado o nome do programa como de sua autoria e conquistado os direitos autorais. Trabalhou muito tempo também na Assembleia Legislativa de Mato Grosso como repórter de rádio e atualmente estava trabalhando com Lino Rossi, no Chamada Geral.

Uma das filhas de Bira ao ser informada de sua morte, disse acreditar que ele tenha sofrido um infarto fulminante. Não se sabe se a morte ocorreu ainda na noite de segunda-feira, quando chegou em sua residência ou nas primeiras horas desta terça-feira.

Uma unidade do Instituto Médico Legal – IML – esteve na residência do jornalista e radialista para levar o corpo ao instituto onde vai passar por uma autópsia para se saber o horário de sua morte, bem como o que motivou o falecimento.

A família vai aguardar a liberação do corpo para definir o local e o início do horário do velório nesta quarta-feira e onde Rai Bira será enterrado.

Fonte: 24 Horas NEWS

Cuiabá

Vereadora pede a lista dos vacinados em Cuiabá e critica quem fura fila prioritária

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A vereadora Edna Sampaio (PT) vai requerer à Secretaria Municipal de Saúde, em caráter de urgência, informações nominais sobre os trabalhadores dos setores que atendem à Covid-19 das unidades de saúde já vacinados contra a doença e os que agendaram vacinação, em Cuiabá.

Na manhã desta quinta (21), ela protocolou ofício onde apresenta denúncias sobre profissionais de saúde e de limpeza que atuam em unidades de terapia intensiva (UTI), com alto risco de contaminação, e não foram vacinados, enquanto houve o direcionamento de doses para funcionários administrativos.

Na terça (19), Cuiabá recebeu pouco mais de 8 mil doses da vacina Coronavac e espera receber igual número em até duas semanas, totalizando 16 mil doses, o suficiente para vacinar apenas 8 mil pessoas.

No documento, ela cita funcionários do setor administrativo de unidades de saúde que “estariam sendo priorizados em detrimento da equipe de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes de limpeza das unidades com altíssimo risco de contaminação”, critica o “fura-fila” e pede transparência. A vereadora tem cobrado do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) e do governador Mauro Mendes (DEM) a compra direta das vacinas junto aos laboratórios.

Live

Nesta quinta, às 19 horas, a parlamentar fará uma transmissão ao vivo em sua página do Facebook com a presença da coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Valéria de Oliveira, e dos médicos Cor Jesus Fernandes e Francisco Souto, que participam do ensaio clínico coordenado pelo Instituto Butantan para testar a eficácia da vacina Coronavac.

“Não dá para ficar esperando pelo Governo Bolsonaro que, desde o princípio, fez zombaria com a Covid e encontrou mil formas de hostilizar parceiros internacionais. A consequência é o Brasil ficar na lanterninha da fila para vacinação podendo inclusive não conseguir vacinar sua população ainda este ano. Não dá para lavar as mãos e atribuir exclusivamente a responsabilidade a quem não assume a responsabilidade, que é o Governo Federal”.

A vereadora deve participar de uma carreata de mobilização pelo impeachment de Bolsonaro, que acontece no próximo sábado (23), às 9 horas, saindo da UFMT. Segundo ela, as dificuldades enfrentadas pelo governo brasileiro para adquirir a vacina são consequência da política de relações internacionais “desastrosa”.

“Há a grande preocupação em saber que o Brasil está tendo muitos problemas para adquirir a vacina, resultado, inclusive, da sua desastrosa política de relações internacionais, uma diplomacia que não consegue estabelecer as relações com o mercado internacional, com os outros países. E essa consequência chega até nós aqui em Cuiabá”.  Ela vai lançar também a campanha “Vacinação para [email protected]”, com o objetivo de pressionar o executivo.

Parecer

A parlamentar encaminhará à secretária um parecer elaborado pelo grupo de trabalho Saúde/Vacina já, que compõe seu mandato, com quem ela se reuniu na noite desta quarta (20).

Na avaliação do grupo (formado por militantes, docentes e profissionais da saúde), o plano é meramente técnico, muito genérico, falta detalhamento sobre os grupos prioritários e mecanismos de transparência na disponibilização de dados sobre os pacientes vacinados, o que facilitaria o controle social.

Também falta a posição política da prefeitura sobre os problemas que cercam a imunização. “É tecnicamente muito alinhado com o que o Ministério da Saúde apresentou no plano nacional. Parece que está tudo certo, a vacina vai chegar sem nenhum problema”, opinou uma das integrantes do GT, a assistente social Márcia Campos.

Dados

Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, em Cuiabá o grupo prioritário para vacinação totaliza 125 mil pessoas, entre elas 21,4 mil profissionais de saúde 8,4 mil idosos acima de 80 anos 7,8 mil idosos entre 75 e 79 anos 13 mil entre 70 e 74 anos 19 mil entre 65 e 69 anos e 27 mil entre 60 e 64 anos.

Também fazem parte do grupo prioritário indígenas aldeados, comunidades tradicionais, pacientes com comorbidades e transplantados, trabalhadores da educação, pessoas com deficiência, trabalhadores de unidades prisionais e pessoas privadas de liberdade e trabalhadores do transporte coletivo.

 

por Neusa Baptista – Vereadora Edna Sampaio

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