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Modernidade e tecnologia; construção a seco ganha destaque em MT

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A construção a seco tem sido uma das principais escolhas para quem deseja uma obra mais rápida, limpa e sustentável. Outras vantagens que podem ser listadas é no quesito segurança e praticidade nas manutenções. As técnicas de construção a seco são muito utilizadas em outros países e vêm ganhando espaço também em Mato Grosso.

De acordo com a gerente da Tecno Obras em Cuiabá, Márcia Rocha, esse tipo de construção consiste basicamente na montagem e na instalação de estruturas previamente fabricadas em ambiente industrial. E comenta ainda que ao contrário da construção convencional, materiais como argamassa não são aplicados no canteiro de obras e a utilização de água para formação do material é dispensada.

A cobertura no estilo americano Shingle é um dos destaques nesse tipo de construção, pois é feito de manta asfáltica, uma tecnologia inteligente. Possui alta durabilidade e as principais vantagens é a questão acústica e térmica, responsável por manter a temperatura interna no ambiente. “Ele reduz até 4 graus da temperatura externa. Pelo nosso clima ser tipicamente mais seco e quente, é uma excelente opção para quem quer economizar no consumo de ventilador e ar condicionado”.

E ressalta. “A composição dessa cobertura suporta cerca de 500 quilos por metro quadrado depois de feito e é resistente para aguentar ventos de até 280 quilômetros por hora. Sem contar o acabamento que a cobertura proporciona dando um ar mais moderno e elegância nos moldes americanos”.

Márcia comenta ainda que com esse tipo de cobertura a pessoa reduz pela metade o tempo da obra comparado com o telhado convencional, reduzindo, ainda, o número de pessoas na instalação. “A telha Shingle é mais que uma telha. É um sistema de cobertura que proporciona beleza, estanqueidade, leveza e durabilidade ao telhado. Seu design elegante e praticidade de instalação fazem da telha Shingle um produto ideal para o seu projeto. Está disponível em dois modelos e em diversas cores para combinar com o seu estilo”, diz.

A gerente aponta que a construção a seco é mais sustentável porque reduz o consumo de água e produz menos resíduos. Os materiais utilizados também podem ser reciclados facilmente. “A construção a seco reduzir o tempo de construção em até 50% porque elimina as etapas de aplicação e secagem dos materiais tradicionais. O ganho de tempo gera economia e maior rentabilidade. As estruturas utilizadas podem ser paredes constituídas de perfil metálicos, placas de gesso, estruturas pré-moldadas em cimento ou aço, forros em madeira e outros”, afirma.

Fonte: Gonçalves Cordeiro-Assessoria

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País registra criação de 394,9 mil vagas de emprego em outubro

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Repórter da Agência Brasil – Brasília

Pelo quarto mês consecutivo, o saldo de geração de empregos ficou positivo. Foram criadas 394.989 vagas com carteira assinada em outubro, resultado de 1.548.628 admissões e de 1.153.639 desligamentos. O resultado recorde na série histórica iniciada em 1992 está no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado hoje (26) pelo Ministério da Economia.

O estoque, que é a quantidade total de vínculos ativos, em outubro chegou a 38.638.484, variação de 1,03% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, o saldo é negativo em 171.139, decorrentes de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos.

Dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, quatro tiveram saldo positivo no emprego em outubro. O principal foi o setor de serviços, que abriu 156.766 novas vagas. No comércio foram criados 115.647 postos; na indústria, 86.426; na construção, 36.296.

Segundo o secretário do Trabalho, Bruno Silva Dalcolmo, em abril as admissões caíram e as demissões registraram alta, em função da crise gerada pela pandemia de covid-19. Esse efeito do início da pandemia levou o saldo de empregos formais a permanecer negativo ao longo do ano. “As admissões encolheram muito, chegaram a 40% do volume normal, durante o mês de abril. E houve pico de demissões também. Isso abriu um déficit grande no mês de abril. A partir daí, podemos notar uma progressiva retomada do ritmo normal da economia. Mas como as empresas demitiram muito durante o mês de abril e depois já estavam muito enxutas, é natural que as demissões perdessem ritmo”, disse.

Atualmente, acrescentou o secretário, as contratações estão em crescimento. “No momento de reabertura da economia, de retomada forte como está acontecendo agora, isso documentado por gastos de cartão de crédito, de energia elétrica, falta de matéria-prima, é natural que as admissões crescessem em ritmo mais forte do que as demissões”, acrescentou.

Recuperação de empregos

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que até o fim do ano é possível recuperar os empregos perdidos no início da pandemia de covid-19. Para o ministro, ao observar o saldo acumulado do ano até outubro, negativo (mais demissões que contrações) em menos de 200 mil (171.139), é possível prever que 2020 terminará sem perdas de empregos. “A pandemia atingiu tragicamente as famílias brasileiras, derrubou os empregos, atingiu pessoalmente todos nós. Mas reagimos com resiliência, soubemos fazer o distanciamento social para proteger as nossas vidas e, ao mesmo tempo, manter a economia girando para proteger os nossos empregos e nossas empresas. E podemos terminar o ano perdendo zero de empregos no mercado formal. Nesta recessão, que nos jogou ao fundo do posso, não perdemos o rumo, nos levantamos, e estamos criando empregos em alta velocidade”, disse, ao participar do início da coletiva virtual para a apresentação dos resultados do Caged.

Guedes acrescentou que o resultado foi tão bom que pode não ser possível melhorar. “A notícia é extraordinária. É tão boa que é difícil melhorar. Acho que não vamos conseguir criar ainda mais empregos. Mas só a indicação de que podemos terminar o ano com zero, é extraordinário”, ressaltou.

O ministro reforçou que a economia brasileira segue em rápida recuperação. “Desde 1992, o Brasil não criava tantos empregos em um mês. A economia continua retornando em V [rápida recuperação], gerando emprego em um ritmo acelerado”, disse Guedes.

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