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Interior

Médica espera alta essa semana e escreve livro com sua história

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Internada há 16 dias, a médica Dieynne Saugo deve ter alta médica ainda essa semana. Ela continua internada em hospital particular em São Paulo, informou que está se recuperando bem e agradeceu todas as orações em publicação temporárias em rede social. Também revelou que começou a escrever um livro com sua história e irá até Aparecida do Norte (SP), antes de voltar para Cuiabá. A profissional foi picada por uma cobra da espécie jararaca, no dia 30 de agosto, em uma cachoeira de Nobres (146 km a Médio-Norte de Cuiabá).

A médica ainda está com “vaquinha” virutal ativa para arrecadar dinheiro e pagar despesas médicas. Dieynne contou que o plano de saúde não cobriu as dívidas de internação no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, um dos mais famosos do país.

Na segunda-feira (14), um internauta perguntou sobre o motivo pelo qual a médica não procurou um hospital em Mato Grosso que atendesse pelo seu plano de saúde e a profissional respondeu: “porque é obvio que eu morreria. Nenhum hospital de Cuiabá tem os mesmos recursos que os hospitais de São Paulo. Meu caso não era grave, era gravíssimo”.

Ainda nas publicações ela informa que ainda não está curada da covid-19 e que fará novo exame na quinta-feira (17). Em um dos posts ela explica que acredita ter sido contaminada pela doença quando estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Cuiabá, onde ficou por poucos dias e passou por traqueostomia.

Ainda no hospital ela revelou que já começou a escrever um livro com sua história e que, antes de voltar para Cuiabá, irá até Aparecida do Norte (SP) pagar promessa. Conta que está muito confiante na recuperação e que vem fazendo fisioterapia para recuperar o movimento do braço picado pelo animal peçonhento.

O caso
A vítima estava em uma cachoeira com amigos quando o animal caiu de um galho ou do paredão sobre ela. A cobra a picou no braço e no pescoço, além de um arranhão no rosto. Ela foi levada para a pousada em que estava hospedada, mas não havia soro antiofídico. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) a trouxe para Cuiabá, onde seguiu direto para a UTI de um hospital particular de Cuiabá e, depois, para São Paulo.

 

A família tem compartilhado atualização do estado de saúde da médica nas redes sociais, onde tem milhares de seguidores.

Gazeta

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Pleno faz determinações à Prefeitura de Sorriso sobre folha de pagamento

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) julgou procedente Representação de Natureza Externa (RNE) movida pela Controlaria-Geral do Município de Sorriso, que apontou supostas irregularidades relativas à folha de pagamento dos servidores da Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento do município, constatadas em auditoria realizada em 2018. O julgamento foi realizado na sessão ordinária remota do dia 29.

Conforme o relator, conselheiro João Batista de Camargo, após análise do relatório técnico de fiscalização do TCE-MT e do parecer do Ministério Público de Contas (MPC), ficou evidente a procedência de nove irregularidades referentes ao pagamento de horas extras a servidores da Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento.

Entre elas, o pagamento de horas extras sem prévia autorização e justificativa e sem comprovação da situação emergencial, exigida na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) quando ultrapassado o limite de gasto com pessoal fixado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Em seu voto, aprovado por unanimidade, o relato apontou ainda o pagamento de adicional de insalubridade sem prévia emissão de laudo técnico, o pagamento de incentivos financeiros aos servidores da Secretaria Municipal de Saúde e Saneamento sem previsão legal e a contratação de pessoal por tempo determinado para cargos existentes no quadro permanente de pessoal e sem a comprovação da necessidade excepcional.

Frente ao exposto, o Pleno expediu nove determinações à Prefeitura de Sorriso, dentre elas a de que, caso não tenha sido implementado o sistema eletrônico de controle de frequência no âmbito do Poder Executivo, seja feito o controle manual. Do contrário, que utilize o controle manual apenas nas hipóteses de falha no sistema eletrônico. Foi determinado também que a atual gestão promova ajustes na despesa com pessoal, a fim de promover a regularização do limite atual para percentual menor que 51,30%.

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