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Política Nacional

Medeiros participa de reunião com Bolsonaro para definir estratégia de campanha

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O senador José Medeiros (Pode), eleito deputado federal nestas eleições, participou nesta quarta-feira (17), no Rio de Janeiro, de uma reunião da coordenação nacional da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente da República. Na reunião, foi discutida a estratégia de campanha para a reta final deste segundo turno e estabelecido, por Bolsonaro, que o senador Medeiros continuará viajando o país representando a chapa majoritária.

Além de Medeiros, participaram da reunião o senador Magno Malta (PR-ES) e o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que será o futuro ministro chefe da Casa Civil no governo de Jair Bolsonaro.

“Ao lado de Magno Malta, o senador Medeiros está levando o nosso nome e nossas propostas para várias cidades brasileiras. É um orgulho para Mato Grosso e para o Brasil ter um senador tão combativo e comprometido com os interesses do nosso povo”, destaca Bolsonaro, que ainda se recupera de cirurgias decorrentes do atentado de que foi vítima no primeiro turno da eleição.

Bolsonaro também reconheceu o papel importante que o senador José Medeiros teve no primeiro turno da eleição em Mato Grosso. “Além de cuidar de sua campanha vitoriosa, o senador Medeiros também nos ajudou a ter uma vitória expressiva no Mato Grosso”.

A estratégia nesta reta final é focar a campanha nos estados onde o candidato do PSL não teve uma votação expressiva. Por isso, Medeiros e Malta vão centrar as atividades de campanha na região Nordeste. Nascido em Caicó, no Rio Grande do Norte, Medeiros ganhou notoriedade com a população nordestina em função dos embates que travou no Senado Federal, principalmente no período do impeachment.

“Vim para Mato Grosso quando eu tinha três anos de idade, mas fico feliz em saber que o meu trabalho também é reconhecido pelos nordestinos espalhados pelo Brasil”, comenta Medeiros.

Na semana passada, Medeiros e Magno Malta participaram de carreatas e reuniões pró-Bolsonaro em Belo Horizonte (MG), Montes Claros (MG), Divinópolis (MG), Teresina (MA), Imperatriz (MA), Açailândia (MA), Santa Inês (MA), Palmas (TO), Parnaíba (PI) e Natal (RN). Nesta semana, os dois senadores vão representar Bolsonaro em atividades no de Rio de Janeiro, Aracaju (SE), Macéio (AL), Recife (PE), Caruaru (PE), Juazeiro (BA) e Vitória da Conquista (BA).

Mesmo estando na coordenação nacional de Jair Bolsonaro, Medeiros também vem colaborando com a campanha em Mato Grosso. O parlamentar está ajudando na mobilização de carreatas e organizando grupos de apoio em várias cidades do estado.

Ao lado de Medeiros, Malta e Lorenzoni, Bolsonaro convocou a população mato-grossense para participar de uma carreta no próximo domingo (21), em Cuiabá. A concentração da quinta carreata pró-Bolsonaro será na Praça das Bandeiras, às 15 horas.

 Até o final do segundo turno, Medeiros conciliará a sua agenda no Senado Federal com as atividades de campanha de Bolsonaro a presidente da República.

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Política Nacional

Comissão do Senado vota convocação de ministro para esclarecer perdas de testes da Covid-19

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A Comissão Especial Mista da Covid-19 apreciará nesta terça-feira, 24, requerimento de autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT) para convocação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O parlamentar deverá responder sobre a denúncia de que o Brasil corre o risco de perder, por data e validade, quase 7 milhões de testes para diagnóstico do novo coronavírus, o chamado RT-PCR.

 

A revelação sobre o risco da situação foi publicada neste domingo, 22, pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’, e causou indignação e perplexibilidade. Fagundes defendeu um esclarecimento robusto e convincente para o caso. A justificativa inicial apresentada pelo Ministério da Saúde, segundo o senador, de que o órgão aguarda parecer para ‘esticar’ o prazo de validade dos testes carece de explicações.

 

Os exames estão estocados em um armazém do Governo Federal em Guarulhos e não foram distribuídos para a rede pública. Ao firmar sua preocupação com a situação, o senador disse ser necessário saber porque o Ministério da Saúde não consegue distribuir os testes aos Estados e municípios, causando enormes prejuízos à população, que, muitas vezes, precisa pagar até R$ 400 por um teste.

 

Especialistas dizem que o teste não serve só para diagnóstico. É essencial na interrupção de cadeias de infecção. “Sem testagem, as ações de combate à pandemia ficam mais complicadas, difíceis de serem adotadas medidas eficazes” – observou o parlamentar ao apresentar o requerimento.

 

Até agora, segundo informou o jornal, a  Saúde investiu R$ 764,5 milhões em testes e as unidades a vencer custaram R$ 290 milhões – o lote encalhado tem validade de oito meses.

 

O RT-PCR é um dos exames mais eficazes para diagnosticar a covid-19. A coleta é feita por meio de um cotonete (swab) aplicado na região nasal e faríngea (a região da garganta logo atrás do nariz e da boca) do paciente. Na rede privada, o exame custa de R$ 290 a R$ 400. As evidências de falhas de planejamento e logística no setor ocorrem num período de aumento dos casos no País.

 

O Brasil já ultrapassou a 6 milhões de casos diagnosticados da Covid-19. Desses, 169 mil resultaram em mortes. Em Mato Grosso, foram 143 mil casos, com 3,7 mil óbitos.

 

Além de votar o requerimento do senador do PL de Mato Grosso, a comissão mista que acompanha as ações do governo federal no enfrentamento da pandemia deve ouvir na terça-feira (24), a partir das 10h, o secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Junior, e o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto.

 

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