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Mauro detalha para deputados eleitos projetos do Fethab e do RGA dos servidores

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O governador Mauro Mendes e o vice, Otaviano Pivetta, se reuniram, esta tarde, com os deputados eleitos que tomam posse no dia 1º de fevereiro, e mostraram a “real situação financeira do Estado” e os quatro projetos que buscam equilibrar as contas e foram entregues, semana passada, à Assembleia e discutidos com deputados que compõem a atual legislatura. Um deles é a unificação do Fethab (Fundo Transporte e Habitação Popular) que deve passará ser cobrado nas exportações de grãos e também na comercialização de algodão que deve elevar de R$ 971 milhões para R$ 1,5 bilhão a receita do Estado. Outra medida proposta é reduzir em R$ 35 milhões o duodécimo para a Assembleia e com redução para os demais poderes.

Também foram detalhados os ajustes na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), e a definição de critérios para a concessão da Revisão Geral Anual (RGA) para os servidores estaduais.

Já o deputado eleito Lúdio Cabral (PT) apontou como legítimo que a próxima legislatura fizesse a análise e votação das propostas, uma vez que foram escolhidos para compor a Assembleia Legislativa na mesma eleição que o governador Mauro Mendes. “Vim a essa reunião para cumprir meu dever institucional e depois de ouvir toda a explanação pude ver que a maioria dos projetos precisa de um debate com profundidade”, afirmou.

O deputado eleito Ulysses Moraes reconheceu que o caixa do Estado está em situação delicada e disse ver com bons olhos os projetos do Executivo estadual. “Temos que fazer esforços, tanto todos os Poderes, quanto os funcionários, pelo Estado de Mato Grosso. Vou analisar todas as propostas, apesar de que talvez não venhamos a votá-las, já que o Governo precisa de pressa na aprovação”, disse Moraes.

O secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, comentou que a reunião foi bastante positiva e que todos os futuros parlamentares puderam fazer apontamentos e tirar dúvidas a respeito das propostas. “Acredito que todos puderam entender a situação financeira pela qual passa o Estado. Nossa expectativa é, com a aprovação das propostas, de que de imediato já tenhamos melhora na arrecadação, com o Fethab. Outras mudanças serão a médio e longo prazo”, esclareceu Carvalho.

“O governo encaminhou esses projetos, na primeira semana de janeiro, em função das reformas que são extremamente importantes para os próximos quatro anos. Apesar de algumas terem efeito imediato, outras, como a extinção das empresas ainda passarão por avaliação. O Governo não está pedindo um ‘cheque em branco’, todas poderão mostrar efetividade, produtividade e importância para o Estado. Se tivermos que voltar atrás em relação a algumas empresas, não há mau algum”, defendeu o chefe da Casa Civil, através da assessoria.

O presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho, os deputados eleitos Luiz Amilton Gimenez, Silvio Favero, Paulo Araújo, Elizeu Nascimento, João José Matos, João Batista, Valmir Moretto, Xuxu Dal Molin e Thiago Silva estiveram no encontro com Mauro e Pivetta.

 

Fonte: Só Notícias

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Descubra quanto cada deputado federal gastou em 2020

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Os deputados federais de Mato Grosso utilizaram bastante dos recursos disponíveis para o mandato em 2020. Entre os 8 parlamentares, quem mais gastou foi Carlos Bezerra (MDB). Com a soma da Cota Parlamentar de R$ R$ 447,6 mil adicionada a verba de gabinete no valor de R$ 1,2 milhão, o total de gastos chegou a R$ 1,449 milhão aos cofres públicos. Confira quanto cada deputado federal gastou.

Em seguida vem Nelson Barbudo (PSL), que gastou R$ 401,9 mil com a divulgação da atividade parlamentar e R$ 943,1 mil de gabinete, o que culminou na somatória de R$ 1,3 milhão ano  passado.

Já o deputado Dr. Leonardo (SD) teve gasto de R$ 349,4 mil da cota e R$ 943,1 mil do custeio do pessoal, com o valor final em 12 meses na casa do R$ 1,292 milhões.

Na atuação como deputado, o progressista Neri Geller gastou R$ 301 mil e com verba R$ 980,6 mil, a somatória dos valores no final resultou em R$ 1,292 milhões em 2020.

O parlamentar José Medeiros (Pode) informou que suas despesas foram na casa de R$ 289 mil com demonstração do seu trabalho e R$ 972, 6 mil de gabinete. No total o custo foi de 1,267 milhões.

Já o emedebista Juarez Costa teve gastos na ordem de R$ 251,7 mil com cota e R$ 993,7 mil com gabinete, somando R$1,260 milhões.

A deputada do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosa Neide, teve R$ 242,7 mil em cota parlamentar e R$ 996,1 mil do dinheiro direcionado ao custeio do gabinete, o que totalizou R$1,248 milhões.

Filho do atual prefeito de Cuiabá, o deputado Emanuel Pinheiro Neto, conhecido como Emanuelzinho (PTB), declarou R$ 165,5 mil em atividade parlamentar e R$ 932,7 mil de verba para o custeio do pessoal, no fim a somatória foi de R$ 1.098 milhões.

 

Fonte Gazeta

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