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Mato Grosso voa mais alto

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Quem viaja pelo Brasil, à primeira vista, nota o nível de modernização alcançado por aeroportos como os de São Paulo (Guarulhos), Brasília e Campinas (Viracopos), unidades aeroportuárias concessionadas à iniciativa privada e que agradam até mesmo aos passageiros mais exigentes.

Com um olhar para o futuro, Mato Grosso está prestes a alçar voos mais altos em 2019, visando oferecer este padrão de qualidade nos seus principais aeroportos pelos próximos 30 anos. Acreditamos que a concessão garantirá a evolução para o primeiro mundo aeroportuário do Marechal Rondon em Várzea Grande, e dos regionais de Rondonópolis, Sinop e Alta Floresta.

A quinta rodada do programa de concessão de aeroportos acaba de entrar na reta final. Na última semana, o Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval para o lançamento de mais um edital de concessão que prestigia muito o nosso estado.

Ao todo, no país existem 10 aeroportos concessionados em quatro rodadas de leilões já realizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e na próxima serão mais 12 aeroportos, incluindo os quatro de Mato Grosso. Com esse leilão em bloco, proposta construída em parceria pelo Governo de Mato Grosso e Governo Federal, o nosso Estado será a unidade da federação com o maior número de aeroportos concessionados no país.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), a qual sou gestor há quatro anos, tem liderado e acompanhado de forma ativa todo esse processo de concessão. De 2015 para cá, a secretaria ajudou a selecionar as unidades, oferecendo informações técnicas à Anac e auxiliando nos estudos de viabilidade. Além disso, nesta gestão, o Governo do Estado criou o programa Voe MT, que fomentou incentivos fiscais visando estimular a implantação e a expansão de linhas aéreas regionais, nacionais e internacionais em aeroportos de Mato Grosso.

Acreditamos que as concessões representam uma revolução na melhoria dos serviços prestados aos usuários dos aeroportos. No nosso caso, estamos muito animados também porque em reuniões e audiências temos acompanhado o interesse crescente de investidores de diversos países como Espanha, Suíça, França e Argentina.

Neste cenário de melhoria dos aeroportos, apostamos que o Estado entrará num ciclo virtuoso de desenvolvimento, uma vez que poderá ganhar muito com essa expertise internacional de gestão aeroportuária que poderá aportar em terras mato-grossenses.

O edital de concessão deve ser colocado na praça ainda em 2018, e o leilão será realizado no primeiro semestre de 2019. Após a assinatura do contrato, a nova concessionária deverá investir R$ 800 milhões em capital privado, além de elevar a qualidade e a eficiência da operação dos quatro aeroportos.

Diante disso, Mato Grosso experimentará um salto de qualidade, fortalecendo o turismo e os negócios, o que seria difícil de ser concretizado se estivéssemos trabalhando somente com recursos públicos, ainda mais em um momento de recuperação econômica.

Certamente as concessões de aeroportos, assim como de terminais rodoviários (como o de Cuiabá que está em licitação), de rodovias e ferrovias vão assegurar ao Estado um novo nível de desenvolvimento nas próximas décadas.

Esperamos que os próximos governador e presidente da república continuem neste caminho de prosperidade, porque o Brasil e Mato Grosso acertam ao atrair investidores privados para potencializar a nossa infraestrutura.

Marcelo Duarte* é Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT), presidente do Conselho Nacional de Secretários de Transportes (Consetrans), mestre pela Universidade de Lincoln (Nova Zelândia), com curso de gestão pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos (EUA). É graduado em Administração pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Master in Business Administration (MBA) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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