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Mato Grosso: o agro que representa o Brasil

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Em meio ao turbilhão de acontecimentos, paralelo ao frenesi dos assuntos factuais está o atemporal agronegócio e suas importantes alegrias ao país.

O agro é essencial não só em termos de participação no Produto Interno Bruto (PIB) e geração de empregos, mas também, rende saldos positivos na balança comercial.

A segurança climática oferecida pelo estado de Mato Grosso impressiona, assim, como todos os números envoltos pelo protagonismo junto ao agro brasileiro.

Os caminhos pelos quais transita deixa o país com sua grandeza ao olhar do estrangeiro apreciando tamanha sofisticação e tecnologia, respeito conquistado pelos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), um bloco com capacidade distinta, que tem mais a surpreender do que o cenário traçado pela Europa e o autossuficiente império norte-americano.

No plano macro é necessário dinâmica sobre os principais problemas enfrentados no setor e uma visão abrangente sobre o funcionamento dos sistemas agroindustriais na relação e conceituação dos negócios jurídicos realizados dentro desse amplo contexto.

Um país competitivo precisa refletir sobre os aspectos de conceitos que representam sua moderna atividade, suas características na integração das atividades econômicas que vão desde o fornecimento de insumos da produção, industrialização, armazenamento, comercialização e logística.

Os planos de governos demandam grafias técnicas, especializadas, num conjunto de instrumentos para uma participação mais efetiva e uma interpretação mais clara de todo contexto negocial e legal.

Sendo necessário perícia e destreza na ampla retórica do debate ao abordar do cultivo aos principais riscos jurídicos e econômicos relacionados às operações dos mercados do agronegócio, compreendendo questões ambientais, de propriedades intelectuais e tributárias.

O conhecimento empírico não pode pairar o setor que alimenta o mundo e nutre nossa economia. Na judicialização das questões referentes ao agro e nas barreiras protecionistas que atrofiam nossa competitividade é preciso integrar os operadores do Direito ao planejamento da indústria Brasil que precisamos – levando em consideração os fatores internos e externos.

Mato Grosso desempenha o papel de arquiteto do agronegócio brasileiro, ajudando o país estabelecer sua economia. A paisagem econômica tornou-se diversificada, com um mix de mercados produzindo uma ampla gama de atividades de maior valor agregado.

O Brasil é uma vitrine no campo macro do agrobusiness mundial. Tamanha projeção deixa evidente o cuidado que o novo governo deverá ter com o setor e com seus fomentadores: os produtores. Classe que merece toda atenção, digna do protagonismo que exerce junto ao fortalecimento e estabilidade econômica do país.

Crédito: Pérsio Oliveira Landim, advogado, especialista em Direito Agrário, especialista em Gestão do Agronegócio, presidente da 4ª Subseção da OAB – Diamantino (MT)

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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