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Mato Grosso forte: R$ 832 milhões foram arrecadados na primeira semana de janeiro de 2019

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Um levantamento feito por uma empresa especializada sobre recessão, diz que apenas seis Estados brasileiros vão conseguir apagar neste ano os estragos causados pela recessão econômica.

O levantamento mostra que ParáRoraimaMato GrossoSanta CatarinaRondônia Mato Grosso do Sul serão os únicos a superar o Produto Interno Bruto (PIB) registrado em 2014 quando o País entrou na pior recessão da história.

A economia do Estado de Mato Grosso vem apresentando um crescimento pelo terceiro ano consecutivo, em uma comparação feita da primeira semana de cada ano, a arrecadação de 2019, chegou aos R$ 832.207 milhões, mais de R$ 100 milhões a mais, que o mesmo período que o ano passado.

Segundo informações do site www.impostometro.com.br, as arrecadações de impostos da primeira semana do ano em Mato Grosso ficaram da seguinte forma:

2017 – R$ 683.047 milhões

 

2018 – R$ 732.085 milhões

 

2019 – R$ 832.207 milhões

O crescimento econômico de Mato Grosso há muitos anos é acima da média nacional, em muitos casos ultrapassando os 10% ao ano, e mesmo com uma economia forte o estado atravessa um verdadeiro caos, devido a falta de gestão pública.

O estado passou por quatro anos de suposta crise, como pode ter uma arrecadação bilionária, mensalmente, e faltar desde esparadrapo em hospitais, faltar combustível para viaturas da polícia, ter estradas tomadas por buracos, não pagar os salários dos servidores em dia, e outras atrocidades que aconteceram nos últimos anos. O que ficou comprovado é que dinheiro tinha, o povo só não sabe para onde foi parar.

O governador que tomou posse no último dia 1° de janeiro de 2019, Mauro Mendes Ferreira (DEM) já enfrenta uma forte crise, por conta de encontrar o estado com dificuldades financeiras, segundo declarações do governador, o “caixa do Estado estava vazio“, assim, apresentou um decreto informando o escalonamento dos pagamentos, já que o ex-governador José Pedro Taques (PSDB) deixou o pagamento de dezembro e mais o 13ª salário de muitos funcionários, para Mauro Mendes pagar.

Com três folhas de pagamento para quitar em 30 dias, ou seja, em apenas um mês, o governador apresentou a divisão de dois pagamentos, o que não agradou o funcionalismo público, que já apresenta movimentação para começar o ano em greve.

Segundo informações do site www.impostomentro.com.br, que apresenta dados dos impostos recolhidos dos governos federal, estadual e municipal, como Mato Grosso arrecadou só na primeira semana de janeiro de 2019, R$ 832.207 milhões, a tendência e as estimativas são boas, podendo pela primeira vez chegar aos R$ 3 bilhões de arrecadação mensal, o que possibilita um consenso de ambas as partes, governo e funcionários, referente aos pagamentos.

Mesmo com uma excelente arrecadação, é praticamente inviável quitar três folhas de pagamento em apenas um mês, já que a máquina pública tem que funcionar, sem falar das outras dívidas deixadas pelo seu antecessor, como os terceirizados e prestadores de serviços que estão esperando pagamento desde 2017.

A missão do governador Mauro Mendes não é fácil, porém não é impossível, o que não pode acontecer é uma nova gestão, em um novo período, administrar com hábitos antigos, já ficou provado na última eleição, que gerir em cima de progresso é melhor que insistir em uma suposta crise.

 

fonte: Blog do Valdemir

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Descubra quanto cada deputado federal gastou em 2020

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Os deputados federais de Mato Grosso utilizaram bastante dos recursos disponíveis para o mandato em 2020. Entre os 8 parlamentares, quem mais gastou foi Carlos Bezerra (MDB). Com a soma da Cota Parlamentar de R$ R$ 447,6 mil adicionada a verba de gabinete no valor de R$ 1,2 milhão, o total de gastos chegou a R$ 1,449 milhão aos cofres públicos. Confira quanto cada deputado federal gastou.

Em seguida vem Nelson Barbudo (PSL), que gastou R$ 401,9 mil com a divulgação da atividade parlamentar e R$ 943,1 mil de gabinete, o que culminou na somatória de R$ 1,3 milhão ano  passado.

Já o deputado Dr. Leonardo (SD) teve gasto de R$ 349,4 mil da cota e R$ 943,1 mil do custeio do pessoal, com o valor final em 12 meses na casa do R$ 1,292 milhões.

Na atuação como deputado, o progressista Neri Geller gastou R$ 301 mil e com verba R$ 980,6 mil, a somatória dos valores no final resultou em R$ 1,292 milhões em 2020.

O parlamentar José Medeiros (Pode) informou que suas despesas foram na casa de R$ 289 mil com demonstração do seu trabalho e R$ 972, 6 mil de gabinete. No total o custo foi de 1,267 milhões.

Já o emedebista Juarez Costa teve gastos na ordem de R$ 251,7 mil com cota e R$ 993,7 mil com gabinete, somando R$1,260 milhões.

A deputada do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosa Neide, teve R$ 242,7 mil em cota parlamentar e R$ 996,1 mil do dinheiro direcionado ao custeio do gabinete, o que totalizou R$1,248 milhões.

Filho do atual prefeito de Cuiabá, o deputado Emanuel Pinheiro Neto, conhecido como Emanuelzinho (PTB), declarou R$ 165,5 mil em atividade parlamentar e R$ 932,7 mil de verba para o custeio do pessoal, no fim a somatória foi de R$ 1.098 milhões.

 

Fonte Gazeta

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