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Várzea Grande

Marfrig abre 600 vagas em Várzea Grande

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A Marfrig, uma das maiores companhias de carne bovina do mundo e a maior produtora global de hambúrgueres, anuncia 600 vagas de emprego para atuação na unidade de Várzea Grande, no estado de Mato Grosso.

Para se candidatar, basta se cadastrar no site da empresa www.marfrig.com.br, ou por meio do e-mail [email protected] e WhatsApp: 61 99860-9635.

Para garantir a saúde e segurança dos colaboradores e candidatos em meio à pandemia provocada pelo novo coronavírus, a Marfrig segue rigorosamente todas as regras e procedimentos estabelecidos pelos órgãos competentes.

As vagas disponíveis são para: magarefe, técnico de enfermagem do trabalho, operador de máquinas, analista de faturamento, operador de empilhadeira, balanceiro, analista de transportes, faqueiro, operador de ETA (Estação de Tratamento de Afluentes), operador de ETE (Estação de Tratamento de Efluentes), serrador, eviscerador, atordoador, líder operacional, estoquista, assistente de controle de qualidade, lombador, refilador, líder de manutenção, técnico de manutenção e operador de sala de máquinas.

Essas 600 novas vagas se somam às outras 2.890 do complexo industrial de Várzea Grande “A Marfrig ressalta que a abertura das novas oportunidades vão reforçar a excelência da unidade e vão ao encontro de um dos pilares da companhia, o compromisso com a geração de emprego e a responsabilidade social”, diz Jairo Agosta, Gerente Corporativo de RH da Marfrig.

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Tem vagas para pessoas PNE

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Eu sou uma e já estou na marfrig de várzea Grande mt eu sou uma

Várzea Grande

Secretário afirma que recursos da Justiça Federal não entram nos cofres da prefeitura  

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Reafirmando que a determinação da prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, é de transparência total nas ações e gastos da gestão pública, o secretário de Comunicação Social, Marcos Lemos rechaçou com veemência parecer da área técnica do Tribunal de Contas de Mato Grosso que teria apontado falta de transparência nos gastos com a pandemia do Coronavírus.

Segundo ele, as dispensas de licitação que são processos legais como os demais e se referem a recursos federais destinados pelo Ministério Público Federal, que veem da devolução de operações como a Ararath, para auxiliar no combate a pandemia. “Estes recursos sequer entram na conta da Prefeitura de Várzea Grande que faz as aquisições fiscalizada pelo Ministério Público Federal que então remete as mesmas para o Juízo Federal que é que realiza os pagamentos”, disse Marcos Lemos apontando que a área técnica do TCE deveria ser mais “eficiente quando um assunto tão sério e que gera repercussões por causa dos seus efeitos seja colocado publicamente de forma leniente”, disparou.

Várzea Grande tem recursos da ordem de R$ 10 milhões aproximados que vieram de diversas fontes como Ministérios Públicos Federal e Estadual, Justiça Federal e Estadual, Governo Federal entre outros dos quais menos de 5% foram consumidos até o momento por dificuldades na aquisição, falta de produtos e zelo na aquisição com garantias de entregas.

“Temos encontrado dificuldades em adquirir produtos e até mesmo de entrega destes produtos quando licitados e vamos continuar licitando de forma acelerada como prevê as Medidas Provisórias da Presidência da República para este período de Emergência”, disse o secretário.

Marcos Lemos voltou a frisar que os técnicos estão equivocados e levaram a conselheira substituta, Jaqueline Jacobsen a erro, pois todas as publicações legais constam do portal da Prefeitura de Várzea Grande e podem ser consultados no www.varzeagrande.mt.gov.br que tem um banner do COVID 19 transparência e pode ser consultado pelo endereço na rede mundial, http://www.varzeagrande.mt.gov.br/boletim-corona-virus/ na aba transparência que inclusive publica todos os boletim, a folha de pagamento e os ganhos extras por causa da pandemia, decretos, leis, portaria e principalmente as ações desenvolvidas pelo município de Várzea Grande”, sinalizou.

O titular da Secom/VG apontou ainda que são sistemas que podem ser auditados e checados quanto as datas de publicação sem contar ainda que a dispensa de licitação é um modelo legal de licitação. “Reafirmo novamente que a ordem expressa é para transparência total e que se houve dispensa de licitação, as mesmas aconteceram dentro dos princípios constitucionais para a Administração Pública da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”.

Agora, segundo o secretário de Comunicação de Várzea Grande, não se pode desconhecer que com a pandemia simplesmente desapareceram alguns produtos essenciais como insumos para a área médica de máscaras, luvas, protetores, capotes e também para a própria população como álcool gel que passaram a ser praticados com preços absurdos, tanto que o Procon de Várzea Grande autuou muitos que vendiam de forma errada. “Chegamos a presenciar notícias de medicamentos vendidos como a salvação para a pandemia com valores estratosféricos”, explicou.

Marcos Lemos assegurou que a Administração Municipal acelera dentro de prazos legais com novos processos licitatórios para evitar falta de todo e qualquer produto, insumo, equipamento, medicamento que são essenciais para este momento de pandemia e apontou que a prefeita Lucimar Sacre de Campos e o Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus acompanham, decidem em conjunto e fiscalizam tudo que acontece, inclusive as decisões para se acelerar as obras de novas unidades de saúde, dentro da lei e da ordem.

Ele rechaçou novamente as ilações do relatório da área técnica do Tribunal de Contas de Mato Grosso e apontou que os mesmos estão convidados para comparecer a administração municipal para saber o que está acontecendo e como está acontecendo. “A gestão Lucimar Sacre de Campos não tem compromisso com o erro. Ninguém é infalível. Existem falhas com certeza, mas não existe dolo, má-fé ou desvio de recursos públicos, pois a missão número um é salvar vidas. Qualquer vida perdida é inaceitável em que pese ser destino de todos”, pontuo.

 

Da redação

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