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Mais de 1,5 mil vagas de trabalho estão abertas em Mato Grosso

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O Sistema Nacional de Emprego (Sine-MT), unidade vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), abre nesta semana mais de 1,5 mil vagas de emprego. Há oportunidades nos 28 municípios que possuem o Sine. Os interessados devem procurar os postos de atendimento, portando documentos pessoais, carteira de trabalho e currículo.

Conforme o painel, na capital mato-grossense e em Várzea Grande são 89 vagas disponíveis. Para o público em geral são 58 vagas e para as Pessoas com Deficiência (PCD) são 31.

No município de Lucas do Rio Verde (334 quilômetros de Cuiabá) são 261 vagas abertas nas áreas de operador de processo de produção, repositor em supermercados, vendedor em supermercados, auxiliar mecânico de ar condicionado, auxiliar de linha de produção, carpinteiro, dentre outros.

Em Sapezal (529 quilômetros de Cuiabá) os números de vagas chegam a 202. As oportunidades são para safrista, operador de máquina agrícola, auxiliar de linha de produção, almoxarife, analista de recursos humanos, assistente administrativo, trabalhador agrícola polivalente.

Já para os moradores da cidade de Rondonópolis (219 quilômetros de Cuiabá) são 162 oportunidades. Entre as áreas estão: auxiliar técnico de montagem, operador de empilhadeira, operador de máquina agrícola, soldador, pintor de obras, servente de limpeza, pedreiro, operador de caixa, montador.

A coordenadora do Sine, Simone Koehller, ressalta a importância de que as pessoas fiquem atentas ao balcão de vagas disponibilizado semanalmente. “As vagas são preenchidas diariamente então é preciso atenção dos candidatos que estão em busca de um emprego. E quem já tem o cadastro é preciso sempre atualizar para não perder uma oportunidade”, esclarece.

Redação

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Policiais relatam como combateram pornografia infantil na internet

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Em artigo publicado na revista científica Nature três policiais federais apresentaram as estratégias usadas para o combate às redes de pornografia infantil. O trabalho faz uma análise da Operação Darknet que investigou, de 2014 a 2016, criminosos que atuavam em diversas partes do território brasileiro e no exterior. O estudo foi desenvolvido pelos policiais Bruno Requião da Cunha, Luiz Walmocyr dos Santos Júnior e Jean Fernando Passoldem em parceria com pesquisadores da Universidade de Limerick, na Irlanda.

As redes de produção e distribuição de conteúdo envolvendo abuso de crianças e adolescentes se organizam, segundo a descrição feita pelos pesquisadores, na chamada dark web – parte da internet que necessita de ferramentas específicas para ser acessada e com maiores possibilidades de anonimato. Pelos resultados da operação da Polícia Federal, os estudiosos apontam que apesar das redes envolverem milhares de usuários, a maior parte da distribuição é feita por um pequeno número de usuários.

Redes centralizadas

Segundo o estudo, apenas 7,4% dos membros das redes efetivamente publicam conteúdo ilegal e metade dos acessos a esses vídeos e fotografias é feito por um grupo de 0,27% dos participantes da rede. Os pesquisadores ressaltam que essa é uma “diferença marcante em relação a outras redes clandestinas”.

Nos dois anos de investigação, a Operação Darknet identificou, de acordo com o artigo, 182 usuários da rede de distribuição de pornografia infantil com quase 10 mil membros. Com o monitoramento do fórum, foi possível solicitar mandados de busca e apreensão e prisão para alguns dos elos considerados chave no esquema.

Os pesquisadores destacam que apesar de ser uma rede “robusta”, a operação foi bem-sucedida em interromper a maior parte das atividades criminosas. Segundo o artigo, apenas 10 usuários eram responsáveis por um terço das visualizações dos conteúdos de abuso, sendo que 8 deles foram presos na ação. No cálculo final, a operação conseguiu chegar aos membros que eram responsáveis por 60% do movimento no esquema.

 

Por Agência Brasil

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