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Luverdense ameaça encerrar atividades esportiva

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O Luverdense Esporte Clube anunciou na terça-feira (4) que está próximo de encerrar suas atividades. O time, que está com dificuldades para encontrar um próximo presidente, tem até sábado (7) para indicar um novo representante. Caso contrário, irá decretar falência.

 

O Luverdense já conquistou 3 títulos estaduais e uma Copa Verde, além de quatro participações na Série B do Campeonato Brasileiro.

 

 

 

Após o fim do mandato do presidente Helmute Lawish, uma reunião foi realizada no sábado (30) para definir a nova presidência. Entretanto, ninguém manifestou interesse durante a assembleia.

 

Helmute lamentou durante entrevista a falta de apoio do município de Lucas do Rio Verde ao Luverdense. O atual presidente reafirmou a ideia de que o clube possa fechar as portas, caso não encontre alguém que queira assumir o time até o dia 7 de dezembro.

 

“É chato, mas é uma realidade, não vamos fugir da realidade. O Luverdense não é mais uma entidade que todo mundo gosta. ‘Nosso time do coração’, não é nada, é mentira, conversa mole. O Luverdense tem uma meia dúzia que ajudou e a grande maioria não está nem aí”, lamentou Helmute.

 

Conforme anunciado nas redes sociais do clube, a crise do Luverdense começou com o rebaixamento à Série C em 2017, com a perda de cotas televisivas e patrocinadores. A situação ficou ainda mais crítica quando o time foi rebaixado à Série D, restringindo ainda mais o interesse de investidores e autoridades.

 

Para evitar encerrar as atividades, o Luverdense usou as redes sociais com uma campanha de incentivo ao time, na busca de alguém que possa assumir o clube.

 

Confira a nota na íntegra

 “A situação do Luverdense é crítica e extremamente preocupante. Com o fim do mandato do atual presidente, Helmute Lawisch, que não pode seguir por causa do estatuto da CBF, o clube precisa formalizar uma nova diretoria e ter um suporte com investimentos para seguir na ativa.

 

A atual falta de apoio se deu início com o rebaixamento à Série C em 2017. Com a perda de cotas televisivas e de patrocinadores importantes, o clube mergulhou em uma crise que não parecer ter fim. Com o rebaixamento à Série D, o que era péssimo se tornou trágico.

 

Sem a mesma visibilidade que carregava no estado de Mato Grosso e no Brasil, o Luverdense foi perdendo o prestígio que havia conquistado em sua ascensão. Investidores, autoridades e torcedores que o apoiavam, acabaram se desinteressando pelo projeto.

 

Um efeito dominó que tem o seu dia derradeiro. Em 07 de dezembro de 2019, caso não encontremos nenhum interessado para seguir com o planejamento, o Luverdense Esporte Clube terá o dia mais triste e melancólico de sua história; o encerramento das atividades”

 

Por  Gazeta Digital

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Esportes

Ferrari retorna à principal categoria das 24 Horas de Le Mans em 2023

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A Ferrari anunciou nesta quarta-feria (24) que retornará à elite das corridas de resistência com um hipercarro em 2023, oportunidade na qual buscará uma vitória nas 24 Horas de Le Mans pela primeira vez em 50 anos.

A escuderia italiana correu na principal categoria de Le Mans pela última vez em 1973, e suas rivais entre as grandes montadoras incluirão Toyota, Peugeot, Porsche e Audi.

A categoria hipercarro substitui a LMP1 nas corridas de resistência.

A Ferrari venceu em Le Mans nove vezes, mas nenhuma depois de 1965, quando disputou uma batalha lendária com a Ford no circuito de Sarthe, no oeste da França. Mais recentemente, a marca teve sucesso na modalidade GT, vencendo a categoria GTE Pro em 2019.

“Com o novo programa do hipercarro de Le Mans, a Ferrari volta a afirmar seu compromisso e determinação esportivos de ser uma protagonista nos grandes eventos globais de automobilismo”, disse o presidente da Ferrari, John Elkann, em um comunicado.

Os nomes do carro e dos pilotos da escuderia italiana ainda não foram anunciados.

A Ferrari vem buscando outras atividades para as quais redirecionar seu pessoal agora que o teto de orçamento da Fórmula 1 entra em vigor, o que fez com que a equipe mais antiga e bem-sucedida da modalidade tivesse que cortar gastos.

Parte do pessoal técnico já foi transferido para trabalhar com a equipe Haas F1, que usa motores Ferrari e tem uma parceria próxima com Maranello.

A Ferrari também tem uma academia de pilotos próspera, e as corridas de resistência são outra arena para eles adquirirem experiência.

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