conecte-se conosco



Várzea Grande

Lucimar oficializa coronel Alessandro como secretário de Governo e edita decreto que proibe venda de bebidas alcoólicas

Publicado

em

 

Visando endurecer ainda mais as regras da paralisação das atividades não essenciais previstas em decisão do juiz da Vara da Saúde Pública de Mato Grosso, José Luiz Leite Lindote, a prefeita de Várzea Grande, Lucimar Sacre de Campos, editou novo decreto 43/2020, e nomeou o Coronel da Polícia Militar e superintendente da Vigilância Sanitária, Alessandro Ferreira da Silva, como novo secretário de Governo.
“Vamos reforçar ainda mais a nossa fiscalização e fazer cumprir as regras do isolamento social e as medidas de segurança sanitária como uso de máscaras, distância de 1,5 metros entre as pessoas e higienização rigorosa”, disse a prefeita sinalizando que o novo decreto torna mais clara as regras de funcionamento dos serviços essenciais com parâmetros no decreto presidencial 10.282 de 20 de Março e no Decreto do Governo do Estado 522 de 12 de junho último.
Além de cumprir a ordem judicial de fechamento do comércio não essencial, o Decreto 43, reafirma aqueles setores do comércio considerados essenciais e que não tem horário de funcionamento pré-estabelecido, como as indústrias de produção e torna taxativo que nenhum setor de gêneros alimentícios pode vender bebidas alcoólicas geladas.
“Não existe lei seca em Várzea Grande, apenas a restrição para o consumo no lugar aonde é comercializada, por isso, não iremos permitir que aconteça venda das mesmas geladas. Se o cliente quiser adquirir bebidas alcoólicas em supermercados, mercados, padarias, distribuidoras, conveniências, terá que faze-lo quente para ser consumida em sua residência”, disse o futuro secretário de Governo, Alessandro Ferreira da Silva que acumulará a função com a Vigilância Sanitária e o reforço ainda maior na fiscalização.
As alterações promovidas pelo novo decreto, segundo o presidente do Comitê de Enfrentamento ao Novo Coronavírus (COVID 19), secretário Silvio Fidélis, a dinâmica colocada em prática pela prefeita Lucimar Sacre de Campos e recomendada ao Comitê de Enfrentamento é no sentido de atender aos anseios da população, do setor comercial e industrial e também das determinações judiciais da sentença do magistrado José Luiz Leite Lindote.
“Temos que construir um ponto de equilíbrio que contemple a todos os setores, primeiro a saúde das pessoas, segundo a cidade e o setor produtivo para continuarmos crescendo, gerando emprego e renda”, disse Silvio Fidélis.
O secretário de Saúde de Várzea Grande, Diógenes Marcondes, voltou a frisar que as pessoas precisam compreender que tem uma grande oportunidade de ajudar à Prefeitura de Várzea Grande e a Justiça a combater a pandemia da COVID 19, que é ficar em isolamento social, trabalhando em casa para os que podem e utilizando os meios de segurança como distancia de 1,5 metros entre as pessoas, uso continuo de máscaras e luvas quando necessária além da rigorosa higienização.

 

Redação

Clique para comentar

Deixe um comentário

Please Login to comment
avatar
  Subscribe  
Notify of

Várzea Grande

Para discutir maior dotação orçamentária para a Saúde, líder da prefeita retira projeto por “pressão’ de vereadores

Publicado

em

A Câmara Municipal de Várzea Grande não acatou a proposta de distribuição de recursos do Governo Federal, destinados ao município, no valor de R$ 74 milhões, que segundo os Projetos de Lei 57,58 e 59/ 2020, de autoria do Poder Executivo que destinaria R$ 11 milhões para Secretaria de Seviços Públicos e R$ 32 milhões e suspendeu a votação do crédito adicional.
Para autorizar o crédito adicional especial, os vereadores devem aprovar o Projeto na Lei Orçamentária-LDO e no Plano Plurianual-PPA.
O Governo Federal repassará ao município em quatro parcelas, o valor de 74.548.585,48 milhões, com objetivo de diminuir os efeitos da queda de arrecadação de ICMS,FPM e ISQN e financiar às despesas de custeio das ações relacionadas ao combate do Covid-19.

O vereador Miguel Angel (PSDB) criticou a proposta de distribuição do recurso e argumentou que Várzea Grande necessita de leitos, medicamentos e equipamentos para profissionais da Saúde.
“Nós vereadores falamos que estamos lutando pela saúde do municípe e não podemos aceitar apenas R$ 4 milhões para o setor, um valor minimo, nós temos falta de medicamento, falta material para testagem, necessidade de hotelaria para atendimento de pacientes, melhorar o pagamento para os profissionais da linha de frente de combate a pandemia, este recurso deve ser todo aplicado na saúde, o que sobrar faz asfalto, faz Alameda, faz o que quiser”, detalhou.
Antes da retirada do projeto pelo líder da prefeita Pedro Paulo Tolares (DEM), o vereador Carlos Garcia apresentou emenda propondo 5 % do total dos recursos e metade da verba que conforme o texto seria destinada à Secretaria de Obras para a Saúde.

Já a vereadora Gisa Barros (DEM), explicou que os valores orçados para Secretaria de Infraestrutura (obras) e da Secretaria de Serviços Públicos, está na “contramão”, já que a Saúde ficaria com uma pequena parte.
“Precisamos investir em leitos de enfermaria, aquisição de medicamentos e kits covid, estamos em um momento onde a prioridade é investirr na Saúde”, cutucou a parlamentar.

O vereador Rogério de França – Rogerinho da Dakar (PSDB), também criticou o projeto e a falta de planejamento, por parte da prefeitura municipal.

Continue lendo

Artigos

Polícia

Política MT

Várzea Grande

Cuiabá

Mais Lidas da Semana