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Várzea Grande

Karol Hazama pode ser confirmada na Secretaria de Assistência Social no governo de Kalil Baracat

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Foto por : Secom VG

Segundo fontes do MT de Fato, a esposa do vice-prefeito de Várzea Grande, José Anderson Hazama, reeleito no último domingo, para continuar no cargo, a pedagoga Karol Hazama, 36 anos, deverá assumir a secretária de Assistência Social, na gestão de Kalil Baracat, eleito para comandar o município de 2021 a 2024.

A composição do novo staff ainda esta sendo avaliada pela equipe e a confirmação dos nomes deve ser feita nos próximos dias pelo prefeito Kalil Baracat e o nome da esposa do vice-prefeito é um dos mais cotados dentro do grupo, que debate os nomes e perfis para assumir as respectivas pastas,

Carismática e competente, Karol, teve papel fundamental na disputa eleitoral e foi uma das pessoas mais atuantes em todo o processo. Sempre ao do esposo e o prefeito eleito, ela visitou dezenas de bairros, empresas, fez caminhadas, passeatas e demonstrou lealdade e comprometimento com o grupo que sagrou-se campeão nas urnas.

Estreante na vida pública, Karol, terá carta branca de Kalil para realizar projetos sociais, oriundos de parceria com o governo federal e implantar ações voltadas aos menos favorecidos na cidade.

“A missão e o compromisso vão além disso, pois Karol busca agregar parceiros em prol das ações voluntárias, para ampliar os atendimentos, diminuindo as desigualdades’.

A esposa do vice-prefeito, já tem em mente as primeiras medidas que serão adotadas para humanizar o atendimento aos mais carentes do município.
Melhorar a qualidade de vida da população, levar serviços de qualidade aos usuários dos programas sociais, serão umas das metas de Hazama .

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Luciana
Luciana
2 meses atrás

Ela é uma pessoa maravilhosa. precisamos de pessoas assim

Maria de Fátima
Maria de Fátima
2 meses atrás

Que coisa boa. Já vi o quanto ela é batalhadora

Várzea Grande

Governo apresenta diretrizes do BRT a VG

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A equipe técnica da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) apresentou, durante a reunião nesta sexta-feira (22.01), à equipe técnica da Prefeitura de Várzea Grande as diretrizes do plano funcional da rede integrada do transporte coletivo para a  implantação do Ônibus de Trânsito Rápido (BRT), movido à eletricidade.

Na ocasião, já foi discutida a ampliação do modal na cidade, que teria apenas um eixo do transporte em caso de manutenção das obras do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), entre o Aeroporto Marechal Rondon em direção à região do CPA, em Cuiabá. Com o BRT, será possível integrar outras grandes regiões de Várzea Grande, como a do Cristo Rei, até o centro da cidade, e contribuir para o desenvolvimento do município.

Durante a reunião, o engenheiro Arlindo Fernandes mostrou que o sistema do BRT prevê a operação de linhas expressas que podem fazer percurso saindo da calha viária planejada para o VLT, nos eixos de Várzea Grande sentido CPA e sentido Coxipó, em Cuiabá. Desse modo, proporcionará maior alcance social, uma vez que vai atingir as regiões mais populosas e também mais distantes do eixo estrutural do VLT.

No caso de Várzea Grande, essas linhas podem levar os passageiros da região do aeroporto até o centro de Cuiabá sem nenhuma parada, com maior rapidez e redução do tempo de viagem. Além disso, é possível a instalação de outros terminais para além dos já previstos no plano do VLT, como o do aeroporto, atendendo a várias outras regiões da cidade que não seriam beneficiadas caso não houvesse a  implantação do BRT.

“O BRT traz uma possibilidade de ajustes no projeto. O VLT, por ser uma metodologia ferroviária, tem uma rigidez. O BRT tem toda uma flexibilidade e não precisaria operar somente do Aeroporto até a Prainha, como estava previsto o VLT. Como também poderia operar com uma linha expressa prevendo a não parada. A demanda do BRT é capaz de atender muito mais eixos e mais passageiros”, disse.

Representando a prefeitura de Várzea Grande, Claudio José da Silva pontuou que a cidade tem o interesse de inserir um novo contexto no BRT, a fim de que a população do município tenha acesso com maior facilidade ao centro de Várzea Grande. O objetivo é que, com a implantação do BRT, a cidade possa construir um sistema de integração do transporte coletivo de todos os bairros em uma única região, no centro.

“Aquele terminal do aeroporto, que é o ponto de repouso da frota do VLT, está a 800 metros para frente da rotatória. Não temos interesse de manter esse traçado. Nos não temos interesse no momento de continuar ativado o terminal André Maggi.  Queremos o prolongamento na área central, na Avenida Couto Magalhães com um binário na avenida Filinto Mulller, e que ia até uma rua que chamamos de Dito peixe, na Coronel Norberto”, disse.

Também representando a prefeitura de Várzea Grande, Enodes Soares explicou que o terminal do aeroporto, como estava previsto no VLT, não tem grande utilidade para o transporte do município, visto que o interesse é interligar as duas principais avenidas de Várzea Grande às regiões do Grande Cristo Rei, Chapéu do Sol e Parque do Lago e unificar a cidade.

“A ideia que estamos discutindo é construir um arco de integração dentro do centro, com a construção de algum terminal mais próximo dessa localidade, para que possamos redesenhar as linhas de ônibus para chegar até esse arco central, que é onde atende de fato a nossa população. A população de Várzea Grande não tem o interesse de chegar até o terminal do aeroporto. A nossa vontade é de trazer essa integração para o centro da cidade, interligar as duas principais avenidas de Várzea Grande, inclusive possibilitando a integração com a região do Cristo Rei que o aeroporto acaba separando”, afirmou.

 

 

Da Redação

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