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Justiça Eleitoral comunica o cancelamento do plantão de atendimento ao eleitor que aconteceria neste sábado (15)

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A Justiça Eleitoral de Mato Grosso comunica que o plantão de atendimento ao eleitor marcado para sábado (15) foi cancelado. Neste final de semana (15 e 16), por determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o sistema nacional de atendimento ao eleitor ficará indisponível para manutenção preventiva de sua infraestrutura.

Na próxima semana, de 17 a 21, o horário de atendimento ao eleitor será de 8h às 18 em todas as centrais de atendimento e cartórios eleitorais. A ampliação do horário não atingirá os postos eleitorais instalados nos Ganha Tempo ou em outra instituição parceira. Nesses locais, o expediente segue o horário atualmente em vigor.

Prazo para regularizar

O eleitor com pendências com a Justiça Eleitoral e que quiser votar na eleição suplementar para um cargo de senador e suplentes, que ocorrerá no dia 26 de abril, tem até o dia 21 deste mês para procurar a unidade de atendimento em seu município, para regularizar.

Já para votar na eleição municipal, que acontece em outubro deste ano, o prazo para regularizar termina no dia 06 de maio.

No dia 6 de maio, o cadastro nacional de eleitores fecha, em caráter definitivo, para as eleições municipais. A medida é necessária porque os dados dos eleitores são utilizados nas cargas das urnas eletrônicas e na impressão de cadernos de votação.

Além de não votar, o eleitor com o título cancelado fica impedido de exercer diversos direitos civis, como tirar passaporte, tomar posse em cargo público, matricular-se em instituições de ensino superior, fazer empréstimo e ainda pode ter o CPF suspenso.

Veja os locais e horários de atendimento de 17 a 21

Em Cuiabá, o atendimento ocorre na Casa da Democracia – situada na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Av. do CPA) e nos Ganha Tempo do CPA1 e Praça Ipiranga (das 8h às 18h). Também há um posto eleitoral nas dependências do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (das 9h às 17h).

Nos próximos dias, será inaugurado um posto eleitoral na subprefeitura de Cuiabá, situada na Avenida Palmiro Paes de Barros, ao lado do viaduto da Avenida Fernando Corrêa, destino do bairro Parque Cuiabá.

Em Várzea Grande, o atendimento ocorre na Central de Atendimento, situada na Avenida Castelo Branco, no Ganha Tempo do Cristo Rei (das 8h às 18h), no posto eleitoral na Escola Maria das Graças Pinto, situada no bairro Jardim Glória II (das 8h às 14h) e na Universidade de Várzea Grande, bloco administrativo (das 8h às 18h).

Rondonópolis conta com duas centrais de atendimento; uma instalada na Avenida Presidente Kennedy, n. 1845, Vila Marinópolis e outra, situada na Avenida Filinto Muller, esquina com a Avenida São João (das 8h às 18h). Também há um posto eleitoral no Ganha Tempo, que funciona na Rua João Pessoa, n. 802, Centro (das 8h às 18h).

Em Alto Boa Vista, a Central de Atendimento funciona na Rua Severiano Luiz das Neves, n. 565, Sala A (das 8h às 18h).

 Em Barra do Garças, a Central de Atendimento está situada na Avenida Salomé José Rodrigues, quadra 1, Cidade Velha (das 8h às 18h).

Em Lambari D’Oeste, a Central de Atendimento funciona na Rua Citrolândia, n. 300 (das 8h às 18h).

Nos demais municípios, o atendimento ao eleitor ocorre nas dependências do cartório eleitoral das 8h às 18h. Veja AQUI os endereços.

Jornalista: Andréa Martins Oliveira

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Perito aponta que houve falhas na 1ª fase de votação para reitor da UFMT

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O perito em informática Thyago Jorge Machado aponta que houveram falhas que podem ter comprometido os resultados da consulta à comunidade universitária da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) realizada na sexta (24). A medida é uma das fases para a definição do novo reitor ou reitora da Universidade.

Segundo o perito, o software utiliza no sistema de votação eletrônica da UFMT é o “Helios Voting”, um sistema de código livre (“open source”), cujas fontes estão publicadas na internet. A grande força em utilizar sistemas “open source” é a transparência, pois qualquer pessoa pode auditar o programa em busca de falhas e propor melhorias.

Mas para que não haja qualquer dúvida sobre os resultados de um pleito que utilize este sistema, é necessário que sejam adotados protocolos rígidos de segurança e auditoria, desde a instalação do sistema, acompanhamento da votação e apuração dos resultados.

É necessário garantir que o código em execução no momento da votação seja o mesmo que foi publicado na internet, caso contrário o sistema não é mais caracterizado como “open source” e as vantagens desse tipo de sistema desaparecem. Caso não haja essa auditoria, o sistema pode ter alterações que vão modificar a funcionalidade do aplicativo e por toda confiabilidade do pleito em cheque. O perito pontua que, “o código fonte do sistema usado na votação não foi divulgado pela UFMT, mas ao se analisar o site onde se acompanha os votos percebe-se que há alterações em relação ao original”.

Além disso, é necessário que o banco de dados onde estão armazenadas as senhas dos usuários estejam num ambiente totalmente controlado e auditado para evitar que, por exemplo, um administrador do sistema altere a senha, faça voto e volte a senha ao que era. Ou seja, todo o ambiente onde o programa está inserido tem que ser monitorado para dar a confiabilidade necessária.

Foi solicitado pelas chapas o acompanhamento, através da requisição para que técnicos especialistas acompanhassem o processo de instalação, assim como toda a votação, que não foi autorizado pela reitoria, Colégio Eleitoral Especial e PGF . AComissão da Consulta Pública. autorizou o acompanhamento dos técnicos somente no momento da apuração.

Nesse momento da apuração foram detectadas falhas. Durante a auditoria de um dos votos, havia a mensagem “Código de identificação da eleição na cédula não confere”. Além desta, há outras questões técnicas que foram apontadas pelo perito. No momento, foi alegado pelos técnicos do STI como uma “falha de tradução”, sendo que no lugar de “não confere” o correto seria “confere”. O código fonte não foi disponibilizado para auditoria e perícia.

Outro ponto levantado por Machado, é que a transmissão (“live”) do ato de apuração não está mais listada no canal do YouTube mantido pela UFMT.

Suspensão no Paraná

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) suspendeu a eleição para reitor por falhas no mesmo sistema utilizado pela UFMT.

O Colégio Eleitoral da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), responsável por conduzir o processo de consulta à comunidade para eleição do reitor da UTFPR, anunciou em 2 de julho, a suspensão do processo de apuração dos votos sem o anúncio do resultado final.

Segundo a nota do colégio, “o conhecimento do resultado final da votação só será possível se for refeito o sistema de votação em 19 (dezenove) urnas”. O colegiado havia informado que a não apuração dos votos das urnas ocorreu em virtude de um problema identificado nas chaves de criptografia geradas pelo sistema Helios Voting.

Posteriormente foi encontrada a solução para o problema e foram contabilizadas as urnas faltantes. O processo foi acompanhado por auditores da Polícia Federal, Tribunal Regional Eleitoral e técnicos das duas chapas concorrentes.

Pedido de Impugnação

A chapa “Juntos somos mais UFMT”, formada por Danielli Backes e Sandra Negri, apresentou na última sexta-feira (24), um pedido de impugnação da consulta à comunidade universitária da UFMT.
A próxima etapa do processo é a definição da lista tríplice que se dará no dia 11 de agosto pelo Colégio Eleitoral da UFMT, formado pela reunião do Conselho Diretor, Conselho Universitário (CONSUNI) e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE). Fica então a cargo do Ministério da Educação a escolha de um nome a partir da lista tríplice enviada.

A votação para lista tríplice pelo Colégio Eleitoral também ocorrerá online, através do mesmo sistema utilizado na Consulta Pública.

 Por Stephanie Romero

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