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Política MT

Juíza critica coligação com tucanos e defende mudança no sistema

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A juíza aposentada e pré-candidata ao Senado, Selma Arruda (PSL), disse durante transmissão ao vivo na sua página pessoal no Facebook, que os eleitores dela estão livres para votar em qualquer candidato, mesmo após ela ter recentemente anunciado uma aliança com o Governador do Estado e pré-candidato à reeleição, Pedro Taques (PSDB).

No vídeo, ela explica que apoia a candidatura de Taques, mas que a coligação foi feita para ganhar tempo de televisão e visibilidade, pois a aliança com partidos menores, não obteve êxito.

‘’A necessidade da coligação foi decorrente da legislação. A legislação é feita para que não eleja ninguém novo. Ela é feita para fortalecer os partidos grandes e inviabilizar os partidos pequenos. Isso é o que forçou o PSL a fazer as coligações. Das coligações disponíveis, a melhor escolha do partido foi essa (da coligação com o PSDB). Foi decorrente da necessidade de termos visibilidade e tempo de televisão. Tínhamos uma ‘’frentinha’’ com partidos menores e não investigados, mas quando um foi para um lado e está frente se desmanchou’’.

Questionada por ter dito que ‘’não venderia sua alma ao diabo’’, ao recusar qualquer tipo de coligação com o MDB, por conta dos processos criminais contra filiados do partido e ter feito, semanas depois, aliança com o PSDB, onde filiados também respondem a processos, a pré-candidata se defendeu, dizendo que o importante é ela estar limpa e não os seus aliados. ‘’Existem pessoas que estão processadas nos outros partidos coligados, podem até existir, mas nós do PSL e eu Selma Arruda, não perdi os meus valores’’.

 

Fonte: Gabriel Oliveira- MT de Fato

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Movimento pede prioridade para professores na vacinação

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Representantes de 42 entidades da sociedade civil apoiaram nesta quarta-feira (24) a Jornada Nacional “#VacinaParaTodosJá”. Alguns deles participaram de um ato no gramado em frente ao Congresso Nacional e, em seguida, foram entregues documentos para a Liderança da Minoria na Câmara e para o presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco.

As principais reivindicações do grupo são a vacinação em massa com a inclusão de profissionais da educação na lista de prioridades, a manutenção de um orçamento de guerra para a saúde e a criação do auxílio emergencial com a manutenção das regras de recursos mínimos para a saúde e a educação.

A desvinculação de recursos para saúde e educação pode fazer parte da chamada PEC emergencial (PEC 186/19, em discussão no Senado). Segundo o deputado Rogério Correia (PT-MG), que participou do encontro no Senado, o senador Rodrigo Pacheco disse que o assunto ainda precisa ser melhor discutido para ser votado.

Presidente do Conselho Nacional de Saúde, Fernando Pigatto, disse que a pandemia está mais grave agora que em 2020 e que é preciso garantir um orçamento mais elevado para a saúde neste ano, como no ano passado. O objetivo é ter R$ 168,7 bilhões.

“Portanto, vacina para todos e todas já só se faz com orçamento público. Por isso estamos aqui hoje, nos juntando a essa luta, contrários à PEC Emergencial, que faz toda uma configuração de que para ter auxílio é preciso desvincular o orçamento da saúde e da educação. Não é por aí”.

Para o CNS, a saúde já tem perdido com o teto de gastos constitucional, num total de R$ 22,5 bilhões entre 2018 e 2020.

Professores
Na Câmara, o líder da Minoria, deputado José Guimarães (PT-CE), ressaltou a prioridade para os profissionais de educação na fila de vacinação. “Não pode voltar aula sem isso”, defendeu.

O deputado General Peternelli (PSL-SP) disse que os professores estão na fila de prioridades, mas ainda têm alguns grupos na frente. Para ele, não é possível esperar a vacina para as aulas serem retomadas. “Até tomar a segunda dose e esperar mais 15 dias, nós provavelmente perderemos mais um ano na educação pública brasileira. A educação é fundamental, é o fator mais importante para um País. Nós temos que retornar as aulas imediatamente”.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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