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João Neves acusado de matar a esposa vai a juri popular

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Vai a júri popular na próxima quarta-feira, dia 17 de outubro, João Neves de 49 anos de idade. Ele é produtor rural e é acusado de ter matado sua esposa Rosangela Alves Costa, 49 anos, com dois tiros de revólver calibre 38 no dia 07 de maio de 2017.

O assassinato ocorreu na Fazenda Nossa Senhora das Neves, localizada a cerca de 120 km de Juara e 24 de Paranorte.

João foi atuado em flagrante pelo delgado de Polícia Judiciária Civil de Juara, Dr. Albertino Félix Brito Júnior, em na época se recursou a falar sobre o crime dizendo que só pronunciaria em juízo. O réu permanece preso desde o cometimento do crime.

Em entrevista a Rádio Tucunaré, a promotora de Justiça de Juara, Dra Roberta Cheregati Sanches disse que acompanhou todo o processo em tramite desse caso e tem todos os conhecimentos sobre a qualificadora do feminicidio onde o acusado matou a vítima sem nenhum direito a defesa e motivos torpes.

Todas essas qualificadora serão sustentados em plenário de júri pelo Ministério Público, conforme ressaltou a promotora.

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Grupo suspeito de invadir TSE reivindica outros ataques

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O grupo do hacker português que assumiu publicamente a autoria do vazamento de dados privados e do ataque cibernético ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante o primeiro turno das eleições municipais, dia 15, tem um histórico de atuação contra sites brasileiros. Apenas ao longo deste ano, o CyberTeam – liderado pelo hacker conhecido como Zambrius – diz ter atacado ao menos outras 61 páginas com o domínio “.br”. De 2017 para cá, foram 140.

A invasão de sites do Ministério da Saúde, que prejudicou a divulgação de dados sobre covid-19, também é reivindicada pelo grupo. Na lista dos alvos estão, ainda, Prefeituras, Câmaras e um departamento de trânsito. Pequenas empresas e escritórios de advocacia figuram entre as vítimas.

O histórico do CyberTeam alimenta a suspeita, não descartada por investigadores, de que a ação contra o TSE pode ter sido realizada não por um hacker ativista, mas por um grupo de cibercriminosos. Como mostrou o Estadão, uma das linhas de investigação indica a possibilidade de envolvimento de radicais ligados a núcleos bolsonaristas. Zambrius está em prisão domiciliar, em Portugal, e diz ter agido sozinho, munido apenas de um celular.

 

As apurações estão sendo conduzidas pelo Ministério Público Federal e pelo próprio TSE. Há também um inquérito aberto pela Polícia Federal. Todas as informações sobre os ataques do grupo hacker ficam em um arquivo na internet no qual os invasores anexam, anonimamente, “provas” de seus feitos. Trata-se do Zone-H, que afirma não ser responsável pelos crimes cibernéticos registrados.

 

 

Por Terra

 

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