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Cultura

Jef Rosa lança projeto de música autoral Identidade

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O projeto música autoral, denominado ‘Identidade’ tem como objetivo a gravação de 16 canções de várias composições já registradas junto a Ordem dos Músicos do Brasil, de autoria de Jef Rosa. As músicas estão nas plataformas e redes sociais desde o mês de junho. Até outubro deste ano, ele vai disponibilizar e liberar uma por mês. As composições são de estilo eclético popular.

Conforme ele explica, o estilo das suas canções traz a identidade que passa pela música regional, música popular brasileira, pelo jazz, rock, influências do pop internacional, samba e outras mais arraigadas no âmago da identidade brasileira. “O álbum com o nome “Identidade” vem de encontro com o desejo convencional de não ser um assunto pronto e pré determinado, não se sujeitando a ser apenas manobra de massa, se coloca em uma postura de diálogo, porém ao  mesmo tempo, choca de frente com desmandos, e com a falta de respeito com o ser humano e a natureza ao seu redor”, argumenta Jef, promovendo a concepção de que o pensar n identidade de cada um e cada coisa, o falar sobre assuntos diversos de maneira a construir boas ideias é o caminho mais passivo de construir evolução e uma humanidade mais bem sucedida no bem viver e bem crescer.

Em relação as letras das canções, Jef Rosa diz que a  inspiração está na vida cotidiana e na vontade de passar uma mensagem, muitas vezes das experiências vividas ou em alguns casos assistidos, com as pessoas que estão em seu entorno familiares, amigos, parceiros de trabalho e grupos sociais. “Como artista não me coloco recluso a dividir minha arte e os aprendizados de vida com trazendo à tona assuntos pertinentes do momento que vivemos”, garantiu.

Os arranjos melódicos, bem como composição e construção musical também são criações que tem referências em artistas regionais como: Moisés Martins, Wanessa da Mata, Dunga Rodrigues, Ivo Antunes, Vera & Zuleica, Domingas Leonor e outros. Passando por nomes de reconhecimento nacional como Ney Matogrosso, Renato Russo, Clara Nunes, Belchior, Chico Buarque, Ana Carolina, além de artistas de contexto internacional como Michael Jackson, Freed Mercury, Madonna, Celine Dion, Imagine Dragons. ”Estas referências serviram para nortear tudo que ouvi até hoje e que dentro de meus mais sinceros sentimentos constroem o que chamo de colcha de retalhos de aprendizados e influencias musicais, auxiliando assim a construção de cada frase musical e acordes desenhados nas minhas mais diversas canções”, garantiu.

O número de canções compostas escritas e gravadas de forma crua, de maneira rustica gira em torno de 80 composições. Jef pretende escolher as principais composições e gravar de maneira profissional. Desta forma disponibilizar para que a mensagem ou o sentimento vivido com aquela canção alcance mais corações e mais seres neste universo gigantesco. “A intenção é fazer com que o sentimento experimentado e as experiências vivenciadas ou apenas ouvidas quando da composição das canções, alcance o universo de alguém levando uma mensagem positiva ou mesmo construtiva para alguém que precise ouvir. Pretendo até outubro, sendo que a cada mês, disponibilizar e liberar uma canção por vez. Ao termino do projeto de gravação devo fazer vídeos de promoção e definição de imagens que transmitam a mensagem”, concluiu o artista.

As músicas já disponibilizada nas plataformas digitais são  ‘Linda de Viver’; a música ‘Manipulação’; a música ‘Faça amor ‘ a música ‘Tiinha’ uma  homenagem familiar; a música ‘Evolui’ , que relata  a história de amor vivido nos últimos tempos; a música ‘Utopia’ sobre a história de um menino que via em sua vida, o estado ideal de ser, depois de crescido percebe que seus sonhos foram possíveis.

Perfil do artista – Jeferson Rosa, de nome artístico Jef Rosa, nasceu em Cuiabá e cresceu em um ambiente de muita disciplina e boas influências educacionais. Desde criança, ele se identificou com as artes da música, dança e teatro. Na escola onde estudava e também na igreja, teve muitas participações sociais. Fez parte do coral da Catedral Metropolitana de Cuiabá, e participou do coral da Universidade Federal de Mato Grosso, além de eventos fora do estado, como o Festival de Canto em João Pessoa e espetáculos de final de ano.  Jef também integrou a Companhia de Balé Profissional ‘Vôo Livre Cia. de Danças’.  Na área musical, ele construiu várias composições de sua autoria entre elas o hino do Encontro Nacional de Danças Populares, que ocorreu em Cuiabá, agregando grupos de manifestações populares de quatro regiões do Brasil, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro Oeste. “Sendo dono de uma personalidade dinâmica, de heranças miscigenadas em encontros diferenciados que fizeram minha história de vida desde os meus avós, me coloco na condição de falar sobre aprender, e principalmente a viver com a diferença”, observou.

Em sua formação, tem graduação na Faculdade de Cuiabá, em Administração e especialização em Marketing. Atualmente cursa Educação Física na Universidade Federal de Mato Grosso.

 

Mais informação:

Malu Sousa 99982.6862

 

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Cultura

Escolinha da Almê será reapresentada no Cine Teatro Cuiabá

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O sucesso da peça “Escolinha da Almê” pede bis e será reapresentado no dia 26 de janeiro, às 19h, no Cine Teatro Cuiabá, recriando personalidades históricas da cuiabania, quase lendárias, interpretadas por 21 crianças. A rica emergente, Almerinda George Lowsbi, agora é dona de uma escola e, não bastasse, também é a professora mais emponderada da rede de ensino de Mato Grosso, onde vai ensinar o bê-á-bá a esses alunos consagrados da história mato-grossenses. Tem “Jejé de Oyá”, “Lucius do Caju”, “Maria Taquara”, “Dominguinhas”, lá de São Gonçalo Beira Rio, além dos personagens de Liu Arruda, escritores consagrados como Manoel de Barros, Luciene Carvalho e Dunga Rodrigues.

A Escolinha da Almê nasceu no Espaço Incasa, e é a realização de um sonho do ator D`Lucca. Foi para os palcos, pela primeira vez, em dezembro do ano passado (8), e agora segue para o Cine Teatro, antes de estrear a segunda temporada na TV Centro América.

“Eu sempre quis ter um quadro na TV, e te-lo na TV Centro América é melhor ainda, porque a audiência já vem garantida. A repercussão foi muito positiva, tanto que já foi confirmada a segunda temporada. Estou muito realizado com o projeto e é uma honra ter meus alunos juntos comigo”, define André D’Lucca,

Para esta produção, as crianças passaram por um teste seletivo, no mês de agosto de 2019, concorrendo com mais de 50, com idades entre 06 e 12 anos. Dentre as selecionadas estão novos alunos e veteranos, que estão desde o início da escola (2016), como Kauany Aimme, que faz o papel de Zulmira Canavarros, Emanuel Davi, como Ezequiel dos Cachorros, Pietro Lara, como Lucius do Caju, entre outros.

Além desses personagens, entra em cena o amado escritor Manoel de Barros, interpretado por Walmir Neto, e os personagens de Liu Arruda: a esperta e desbocada Nharinha, por Kamila Carvalho, o preguiçoso Juca, por Victor Hugo, que fica esperando o VLT passar para leva-lo até a escola; o animado Gladstone, que é rock na veia, por Antonny Murer e a espevitada Ramona, por Maria Eduarda Nogueira, que apesar de sentar na frente da sala, atenção é o que falta para ela, quando ela não falta aula também.

Maria Luiza é um show a parte, com a beleza e o visual de Maria Taquara, que “tora”

Cuiabá inteira, vindo lá das bandas do “quarté”, para chegar na escola.

Tem também o poeta andarilho José Inácio da Silva, mais conhecido como Zé Bolo Flô, interpretado por Ruancarlos de Oliveira, Jejé de Oyá que é revivido por Lucas Laurent, Mãe Bonifácia, por Isa Mendes, e Dunga Rodrigues, que teve papel fundamental na cultura cuiabana, como professora, musicista, historiadora e escritora, que será lembrada por Isabelle Venturoso.

E viva o siriri, viva Domingas Eleonor, dona Domingas, do Flor Ribeirinha, que será representada por Julinha Kids, como Dominguinhas. Outro ribeirinho é o Xô Ditinho, por Ian Ramos Faria, inspirado no engraçado Xô Dito, personagem que faz sucesso pelo ator Thyago Mourão.

Dois indígenas entram em cena, o camarada Raoni, por Luiz Augusto, que enche Almerinda de perguntas que ela não sabe responder, e o Cacique, pai de Raoni, por Wagton Douglas.

A escritora imortal Luciene Carvalho é contada pela atriz Eduarda Mascarenhas, que faz rima, prosa, é estudiosa, vive no mundo da lua, come sopa de letrinhas e vive das Letras.

Mais charmosa que a Penélope, personagem do conceituado ator Eduardo Butakka, só a Penelopezinha, por Marina Pretti, de apenas sete anos de idade, que também faz parte do elenco.

E claro, não podia faltar o espelho de Almerinda: a provocativa Almerindinha, por Leticia Souza, que contracena com Ariana Carla, que faz o papel de Mary Jane, mãe da pequena prodígio.

Para cuidar da escola junto com Almerinda entra em cena a diretora, por Maria Eduarda Mezavila. Sem esquecer do mascote da turma, que é o Tedy, o cãozinho que Ezequiel dos Cachorros leva para a sala de aula todos os dias.

Quer saber mais? Venha conferir neste domingo (26), às 19h, no Cine Teatro Cuiabá.

SERVIÇO

Os ingressos já podem ser retirados antecipadamente pelo site Guichê Web – https://www.guicheweb.com.br/ingressos/13462, com preço promocional, a R$ 40 e R$ 20 meia entrada e ingresso solidário, com 1kg de alimento não perecível, ou de terça-feira até domingo, das 14h às 18h, na bilheteria do Cine Teatro, localizado na avenida Getúlio Vargas, 247, no Centro de Cuiabá.

Mais informações pelos telefones (65) 9292-9907, (65) 99249-5952, (65) 99232-6702 e (65) 2129-3848.

Por Beatriz Saturnino – Da Assessoria de Imprensa

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