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Jayme Campos diz que Lei Kandir precisa ser revista e defende taxação do agronegócio

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O senador eleito Jayme Campos (DEM), defendeu a taxação aos produtores de soja, milho e algodão e disparou duras críticas ao setor do agronegócio em Mato Grosso.
Campos disse em entrevista a um canal de tv, na manhã desta segunda-feira (15), que o governador eleito, Mauro Mendes deverá ter coragem para cobrar os impostos e não ser refém dos “barões do agronegócio”. A fala de Jayme, reforça o que cobra o presidente da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), que sempre alertou para a cobrança.

“99% da produção de soja eles alegam que vão para exportação, mas sabemos que boa parte disso fica no mercado interno. E não é só essa atividade, existem outras que fazem do mesmo jeito e não pagam quase nada”, disse Campos.
A solução, para o eleito seria revertida em novos recursos para a saúde, por exemplo. Jayme lembrou que no Mato Grosso do Sul existe uma lei em que 35% do que é produzido pelo agronegócio seja comercializado internamente.

Jayme Campos questiona o fato do setor produtivo construir grandes riquezas e não contribuir com a arrecadação do Estado, por conta da Lei Kandir que isenta os produtos exportados. “E eu pergunto qual a participação desse setor na receita do Estado? Eles não pagam coisíssima alguma. E tem que cobrar, não tem muita saída para MT. O setor do algodão, a margem de lucro aqui em R$ 15 mil por hectare de produção. Não pagam nada. A lei Kandir favorece o setor. Estão livres de pagarem ICMS, PIS, Confins. Sou favorável que paguem e se depender de Jayme Campos (DEM), serão taxados”.

Jayme também questionou o fato do setor produtivo jogar a responsabilidade da crise apenas nos servidores públicos. Segundo ele, o Estado precisa sim ser diminuído com cortes de cargos e redução de órgãos e secretarias. Para ele, além da reforma administrativa, será preciso arrecadar mais.

“Os barões e tubarões do agronegócio tem que pagar impostos sim. Caso contrário não tem saída e continuará essa tragédia financeira que Mato Grosso vive. E a tendência é piorar”.

Jayme Campos também criticou os interesses do megaprodutores do setorprodutivo, que segundo ele, atrapalham o Estado. Para ele, A Ferrovia de Rondonópolis não chegou em Cuiabá por interferência desses produtores. “Tem um grupo de empresário aqui, um ou dois, barões, bacanas, que não querem que a Ferrovia chegue a Cuiabá. Sabe por que? Porque isso vai interferir nos negócios deles aqui. Não quer a Fico em Cuiabá”, finalizou.

Com informações do Gazeta Digital

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Deputado anuncia recursos de R$ 450 mil para custeio na Saúde e reforço no combate à Covid-19 em Nobres

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A assessoria do deputado federal Emanuelzinho (PTB), informou na tarde desta quinta-feira (04), o pagamento feito por meio de ordem bancária referente a recursos indicados pelo parlamentar, cuja finalidade é para o “Incremento de Custeio da Saúde – Teto PAB” para o município de Nobres.

O comunicado foi divulgado pela vereadora Zilmai Ferreira (DEM), que enfatizou a importância do recurso para o cofre da prefeitura.

“A verba contribuirá com ações que vem sendo implementadas em prol da população no tocante a saúde preventiva e combate a pandemia”, detalhou.

Segundo a parlamentar o valor de R$ 450 mil reais, confirma o esforço do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT) para combater a proliferação do coronavírus e garantir uma assistência adequada para os infectados .

Nos últimos dois meses, ele vem articulando junto ao Ministério da Saúde e ao governo federal maneiras de como auxiliar o interior de Mato Grosso a superar a crise causada pela pandemia.

 

Da Redação

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