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Integrantes do MOP realizam atos cívicos em comemoração ao Dia da Bandeira

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Para trazer de volta o sentimento de patriotismo e civismo, um grupo de voluntários do Movimento Ordem e Progresso (MOP), realizaram no ultimo sábado (17), ato cívico alusivo em comemoração ao Dia da Bandeira, 19 de Novembro.

O evento realizado na Praça Ipiranga no centro de Cuiabá e foi coordenado pelo MOP Estadual, MOP Cuiabá, representado pelo major da reserva do Exército Brasileiro, Cicero Antônio e MOP Mulher Analady Carneiro e demais integrantes do movimento na cidade.

Conforme os coordenadores o ato representou amor a pátria e a bandeira brasileira que anda esquecida pelo povo brasileiro, além de buscar reacender a chama do sentimento patriótico e o desejo de lutar por um país melhor para se viver e criar seus filhos.

As ações giraram em torno de palestras em escolas, ato cívico de entrega de adesivo nos semáforos de Cuiabá e ruas da cidade e a instalação de dez outdoors em pontos estratégicos da cidade, falando sobre o dia da Bandeira e do movimento.

Todo material de divulgação foi gratuito, ou seja, doação de pessoas parceiras que estão no mesmo propósito dos integrantes do MOP e almejam que os valores patrióticos, cívico e principalmente respeito aos símbolos nacionais voltem a ser lembrados e repassados para as gerações futuras.

A frente do movimento como coordenadora do MOP Mulher, Analady explica que a participação das mulheres nesses movimentos é de extrema importância para que o movimento seja destacado nas famílias de uma forma mais leve, influenciar de uma forma diferente e imprimir os valores éticos, amor a pátria e a Deus.

O Major Cícero explica que o movimento é apartidário e que os seus princípios são: Deus, pátria e família e nasceu de um grupo de brasileiros indignados com o rumo que o Brasil tem tomado nas últimas décadas, sendo o ato uma forma de reviver o amor a pátria.

MOP

O Movimento Ordem e Progresso (MOP) têm a missão institucional de unir pessoas em torno do ideal “De Estado” para o nosso país, seja através da construção de militâncias apolíticas, apartidárias, suprapartidárias e, também, política e partidária, desde que o Estado e a nossa sociedade estejam no primeiro plano do projeto apresentado.

O Movimento Ordem e Progresso (MOP) é um dos pilares do Projeto Moral Ordem e Progresso (PMOP). Esse projeto recepciona a criação de um Instituto, um Movimento e um Partido político.

Todas as atividades do projeto, sejam elas vinculadas a qualquer dos seus pilares, visam conceber, planejar e executar ações que criem e disseminem a cultura “De Estado” na condução do Brasil.

O cerne desse Projeto é entendimento de que o Estado é a organização político-jurídica da nação, de modo que se um dos pilares não cumpre o fim a que se destina, o Estado compromete sua funcionalidade.

Por Ana Barros

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A vitória das mulheres nas urnas em 2020

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Márcia Pinheiro

 

Quando falamos nas conquistas dos direitos femininos não imaginamos que uma delas aconteceu recentemente sob o ponto de vista histórico. Há apenas 89 anos, nós mulheres não participávamos da vida política do país já que até então era proibido o direito de voto da mulher.

Apenas em 1934 conseguimos o direito de votar integralmente e esse cenário não era exclusividade do Brasil, pois países como a França, considerado berço revolucionário, teve o voto feminino garantido somente em 1944.

A atuação organizada de um movimento feminino na busca do direito de voto ganhou força no século XX, a partir de uma militância política feminina na Grã-Bretanha que inspirou mulheres ao redor do mundo internacionalizando a luta e favorecendo a conquista do direito de voto em vários países.

Hoje, 24 de fevereiro, comemoramos o Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil, data de um feito importante que tem dado rumos aos estados e municípios por todo o país. Tive a oportunidade de participar de um histórico processo eleitoral que, sem sombras de dúvidas, teve o voto feminino como fator decisivo no resultado final das urnas.

Após um primeiro turno equilibrado onde tinha-se uma candidatura feminina que, supostamente, representava as cuiabanas, porém o segundo turno trouxe um ‘banho de água’ fria no movimento feminino em virtude das contraditórias e incoerentes decisões tomadas.

Essa parte do eleitorado feminino então, órfão de representatividade, se agarrou numa candidatura com serviços consolidados à mulher e que tinha um histórico de profundo respeito e trabalho à causa.

Não tenho dúvidas que a união e a força do voto feminino foi protagonista nesta eleição, sobretudo no segundo turno, afinal foram pouco mais de 155 mil votos contra 128 mil comparecimento do sexo masculino.

A vitória no processo eleitoral de 2020 foi das mulheres que viram o seu poder de decisão nas mãos dando engajamento ainda maior na participação política quebrando as dificuldades maternas culturais da dupla, às vezes tripla jornada seguido de preconceitos ainda existentes em nossa sociedade.

As perspectivas nesse panorama são boas, ainda que caminham timidamente, pois ter mulheres ativas no campo política seja como eleitora incentiva o maior interesse e sucesso em candidaturas femininas, é só olhar para a eleição americana de 2020 que culminou na vitória de Kamala Harris, a primeira mulher no cargo de vice-presidente do maior posto do mundo.

Não há mais como negligenciar a importância do voto feminino que tem maior número no eleitorado e uma extensa pauta e demandas que precisam ser representadas pelas mesmas. Sem o exercício dos direitos políticos femininos o regime democrático não alcança o seu ideal de igualdade.

Márcia Pinheiro é primeira-dama de Cuiabá, empresária e pós-graduada em Gestão Pública. 

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