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Governo fecha unidade do Sine por falta de recursos

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A matriz do Sistema Nacional de Emprego em Mato Grosso (Sine-MT) localizada no bairro Bandeirantes em Cuiabá, vai fechar as portas a partir do dia 10 de agosto por determinação do governo do Estado. Os servidores emitiram uma carta de repúdio nesta quarta-feira (1º) com abaixo assinado contra o fechamento. Confira documento no final da matéria.

“Em manifestação unânime dos servidores houve repúdio e indignação em relação ao fechamento da unidade Sine Matriz, feito de forma impositiva e sem a devida participação de servidores”, diz trecho do documento.

Na carta assinada pelos trabalhadores, eles apontam que a justificativa da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT) responsável pela administração dos Sines, para o fechamento da instituição, foi por problemas financeiros. De acordo com o documento divulgado, são 83 trabalhadores que atuam na unidade, dos quais 48 são efetivos e outros 35 são comissionados.

Os servidores afirmam que em julho o Estado pagou quase R$ 3 milhões para custeio e investimento na unidade e mesmo assim, logo após foram comunicados pela Setas, do fechamento da matriz do Sine.

“A alegação de insuficiência financeira por parte da gestão da Setas causou estranheza a todos os servidores, pois no dia 25 de julho foi comunicada a concretização do repasse financeiro para custeio e investimento na ordem de R$ 2.767.547,60 e no dia seguinte fomos comunicados que a unidade fecharia”, desabafou os servidores por meio da carta.

Outro lado

Por meio de nota a assessoria de imprensa da Setas alega que o fechamento do espaço será temporário para reforma do local e posteriormente voltar a atender a população. Segundo a nota os servidores serão remanejados para outros pontos do Sine.

Leia a nota na íntegra:

Setas informa que Sine Matriz passará por reforma e atendimento será remanejado para Ganha Tempo.

O Governo do Estado de Mato Grosso, por intermédio da Secretaria de Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas-MT), informa que o prédio atual do Sistema Nacional de Emprego (Sine) matriz passará por obras.

A reforma do prédio, localizado no bairro Bandeirantes, em Cuiabá, é necessária devido a problemas estruturais que estão colocando em risco a segurança da população. No dia 10 de agosto está prevista a paralisação das atividades externas para início das intervenções.

A Setas ressalta que o Sine matriz estará fechado provisoriamente, mas os serviços oferecidos naquele local serão reordenados e o atendimento à população será feito nos postos do Ganha Tempo CPA e Ipiranga.

Os servidores serão remanejados para os outros postos do Sine.

 

Por  Camila Paulino, repórter do GD

Reprodução

 

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Descubra quanto cada deputado federal gastou em 2020

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Os deputados federais de Mato Grosso utilizaram bastante dos recursos disponíveis para o mandato em 2020. Entre os 8 parlamentares, quem mais gastou foi Carlos Bezerra (MDB). Com a soma da Cota Parlamentar de R$ R$ 447,6 mil adicionada a verba de gabinete no valor de R$ 1,2 milhão, o total de gastos chegou a R$ 1,449 milhão aos cofres públicos. Confira quanto cada deputado federal gastou.

Em seguida vem Nelson Barbudo (PSL), que gastou R$ 401,9 mil com a divulgação da atividade parlamentar e R$ 943,1 mil de gabinete, o que culminou na somatória de R$ 1,3 milhão ano  passado.

Já o deputado Dr. Leonardo (SD) teve gasto de R$ 349,4 mil da cota e R$ 943,1 mil do custeio do pessoal, com o valor final em 12 meses na casa do R$ 1,292 milhões.

Na atuação como deputado, o progressista Neri Geller gastou R$ 301 mil e com verba R$ 980,6 mil, a somatória dos valores no final resultou em R$ 1,292 milhões em 2020.

O parlamentar José Medeiros (Pode) informou que suas despesas foram na casa de R$ 289 mil com demonstração do seu trabalho e R$ 972, 6 mil de gabinete. No total o custo foi de 1,267 milhões.

Já o emedebista Juarez Costa teve gastos na ordem de R$ 251,7 mil com cota e R$ 993,7 mil com gabinete, somando R$1,260 milhões.

A deputada do Partido dos Trabalhadores (PT), Rosa Neide, teve R$ 242,7 mil em cota parlamentar e R$ 996,1 mil do dinheiro direcionado ao custeio do gabinete, o que totalizou R$1,248 milhões.

Filho do atual prefeito de Cuiabá, o deputado Emanuel Pinheiro Neto, conhecido como Emanuelzinho (PTB), declarou R$ 165,5 mil em atividade parlamentar e R$ 932,7 mil de verba para o custeio do pessoal, no fim a somatória foi de R$ 1.098 milhões.

 

Fonte Gazeta

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