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Polícia

Funcionário de fazenda furta camionete Triton L200 e acaba detido em rodovia

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Adriano João Batista de Souza, 29, suspeito de ter furtado a camionete Triton MM L200 branca da fazenda Amália, em Juína (733 km de Cuiabá), foi detido pela Polícia Militar próximo ao km 15 da BR 174. Ele estava fugindo em direção à residência de familiares no Distrito de Terra Roxa, a cerca de 60 km de Juína, quando foi encontrado pelos policiais.

O gerente da fazenda deu falta da camioneta logo cedo quando foi trabalhar, por volta das 7h30 desta quinta-feira (27.12), e acionou a PM do 20º Batalhão. Ao procurar pelo veículo, ele verificou que um dos seus funcionários estava ausente, Adriano João Batista de Souza.

Foram verificados possíveis endereços do funcionário, sendo que familiares informaram que a mãe e uma irmã do suspeito estariam no Distrito de Terra Roxa, numa chácara. No decorrer do trajeto, os policiais avistaram a Triton conduzida por Adriano. Ao abordá-lo, os policiais se deparam com a cerveja gelada no banco do carona e uma latinha aberta no console do veículo, ele confessou que havia consumido.

Diante dos fatos, ele foi conduzido para a delegacia de Polícia Civil e teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida conforme medida administrativa prevista no Código de Trânsito Brasileiro.

 

Polícia

Adolescente que atirou e matou Isabele é condenada a 3 anos de internação em regime socioeducativo em MT

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Justiça mandou internar, nesta terça-feira (19), a adolescente que atirou e matou Isabele Ramos Guimarães, de 14 anos. A garota foi condenada a pena máxima de 3 anos de reclusão, podendo ser revista e atualizada a cada seis meses, em regime socioeducativo.

A decisão é da juíza Cristiane Padim da 2ª Vara Especializada da Infância e Juventude de Cuiabá.

Conforme a decisão a qual o G1 e a TV Centro América tiveram acesso com exclusividade, a adolescente foi punida por ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar, e qualificado.

G1 tenta localizar a defesa da adolescente.

Isabele foi morta com um tiro no rosto disparado por sua melhor amiga, de 15 anos, no dia 12 de julho, em um condomínio de luxo, em Cuiabá.

A jovem que efetuou o disparo chegou a ser apreendida dois meses após o crime, mas foi solta oito horas após a internação.

Pai da adolescente condenada chega na delegacia para entregar filha — Foto: Ianara Garcia/TVCA

Pai da adolescente condenada chega na delegacia para entregar filha — Foto: Ianara Garcia/TVCA

Relembre o caso

 

No dia 12 de agosto, o laudo da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) apontou que a pessoa que matou Isabele estava com a arma apontada para o rosto da vítima, a uma distância que pode variar entre 20 e 30 cm, e a 1,44 m de altura.

A reconstituição do crime foi feita no dia 19 de agosto.

A polícia indiciou a autora do tiro, que tem 15 anos, por ato infracional análogo a homicídio doloso no dia 2 de setembro. A investigação concluiu que a versão apresentada por ela, no decorrer do inquérito, era incompatível com o que aconteceu no dia da morte e que a conduta da suspeita foi dolosa, porque, no mínimo, assumiu o risco de matar a vítima.

O Ministério Público Estadual (MPE) acusou a amiga de matar Isabele — ato infracional análogo ao crime de homicídio doloso, quando há intenção ou assume o risco de matar — e no dia 10 de setembro pediu a internação provisória dela.

Seis dias depois, a Justiça aceitou o pedido do MPE, ordenou a internação da menina e deu início ao processo que tramita em sigilo. No entanto, a internação durou menos de 12 horas, porque a Justiça concedeu um habeas corpus a pedido da defesa dela. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso manteve a adolescente em liberdade até a conclusão do processo, com medidas cautelares, como não sair depois de meia-noite de casa e não ingerir bebida alcoólica.

No processo, que está em sigilo, as testemunhas de defesa e acusação já foram ouvidas.

Os pais da adolescente que matou Isabele também se tornaram réus no dia 17 de novembro por homicídio culposo (quando não há intenção de matar), posse ilegal de arma de fogo, entrega de arma de fogo a pessoa menor, fraude processual e corrupção de menores. O processo ainda está tramitando e não houve pedido de prisão dos pais.

O pai responde por omissão de cautela na guarda de arma de fogo, já que teria obrigação de guardar as armas em local seguro. Já o adolescente responde por ato infracional análogo ao porte ilegal de arma de fogo, porque transitou armado sem autorização.

O pai do namorado da adolescente que matou Isabele é dono da arma usada no crime. Ele e o filho, que levou a arma até a casa da ré no dia da morte, também foram denunciados pelo MPE e se tornaram réus no dia 2 de setembro.

No fim de novembro, o MPE pediu, pela segunda vez, a internação da adolescente acusada.

Os pais da adolescente que matou Isabele pediram à Justiça, em dezembro, uma nova perícia no DNA encontrado na arma do crime. O procedimento, segundo a defesa do casal, é para saber se o sangue encontrado no armamento é de Isabele. No mesmo pedido, o casal quer que seja feita outra perícia na parte externa do banheiro onde ocorreu o crime, como porta, maçaneta e armários, em busca de resquícios de pólvora nas superfícies.

A defesa do casal também anexou imagens do namorado da filha com armas e pediu acesso a mensagens que ele apagou do celular. A Justiça ainda não respondeu aos pedidos.

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