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FAKE NEWS: Rede social não é site de notícias

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“Rede social não é site de notícias”, afirma o filósofo Fabiano de Abreu
 
Em um mundo virtual em que muitos se acham o dono da verdade e da razão, publicando o que querem, o que acham, convictos e convincentes, quem salva e o que salva é a imprensa, alerta o filósofo e pesquisador Fabiano de Abreu: “Somente a imprensa pode definir se aquilo que foi escrito é verdade ou não. Portanto, essa história que a midia social está acabando com a imprensa não é verdade, precisamos da imprensa para a credibilidade dos fatos”.
 
Para ele, o fake news acontece unicamente pois há quem dá atenção a isso. “Há quem leia e passe adiante. Há quem goste da confusão, da discórdia. Há os que estão infelizes com a própria vida e propagar a discórdia torna-se uma resposta para a sociedade. É tão simples, ao receber uma informação, digite sobre a mesma no Google e veja se alguém de relevância o publicou. Se um site de notícias com credibilidade tenha publicado”, afirma Fabiano de Abreu, que também é jornalista e assessor de imprensa.
 
“No mínimo pode demorar um pouco para ser publicado, pois a imprensa apura os fatos e só publica com 100% de certeza. Mas aguarde e verifique se a informação é ou não real. Fora isso, é só mais uma pegadinha de mídia social. Em época de eleições, temos que ter muito cuidado com o fake news, primeiro, ao ler, não acredite antes de provar. Pois a informação, se for relevante, estará em um site de notícias”, acrescenta o filósofo.
 
Mais sobre Fabiano de Abreu www.deabreu.pt

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Cartórios de Protesto recuperam mais de 60% das dívidas em até três dias úteis para o Agronegócio

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O protesto de títulos como notas promissórias, duplicatas, contratos de aluguel, cheques, encargos condominiais, entre outros, tem se tornado uma alternativa rápida de recuperação de crédito para o Agronegócio brasileiro, evitando assim a judicialização de cobranças. Dados levantados pelos Cartórios de Protesto mostram que 60% dos débitos em aberto são solucionados em até três dias úteis, permitindo que pequenas, médias e grandes empresas recebam seus créditos e mantenham seus negócios em funcionamento. Somente neste ano, até outubro, foram recuperados 128.458 mil títulos pelos Cartórios de Protesto, contabilizando mais de R$ 318 milhões em dívidas ressarcidas por meio do protesto extrajudicial.

O principal ato praticado em favor do agronegócio é a recuperação do crédito contidos nos títulos de crédito e documentos de dívida emitidos por todos os envolvidos na cadeia produtiva do setor. Entre eles, estão as cédulas de crédito em geral; duplicatas mercantis e ou de prestação de serviços; certificado de depósito agropecuários, entre outros. As empresas vendedoras de insumos, por exemplo, utilizam o serviço do tabelionato de protesto para encaminhar suas duplicatas e recuperar seus créditos.

Segundo o presidente da Associação de Notários e Registradores de Mato Grosso (Anoreg/MT), José de Arimatéia Barbosa, os atos praticados pelos tabelionatos de protesto contribuem de forma positiva para o setor do agronegócio. “Os Cartórios possibilitam que as pessoas físicas e jurídicas tenham seus créditos e seus fluxos de caixas fortalecidos ao utilizarem o protesto, sem necessidade de recorrer ao Poder Judiciário”.

Nesse sentido, os Tabelionatos de Protesto são um grande aliado para combater a morosidade do Poder Judiciário e fortalecer um caminho jurídico legítimo, rápido, seguro e eficaz para o resgate de créditos, com a redução das ações judiciais e, consequentemente, desafogo do setor.

Um importante fator a se considerar é que, em nível nacional, os Cartórios de Protesto passaram por uma grande transformação que trouxe uma nova realidade. A partir dos Provimentos 86 e 87 do CNJ, o protesto tornou-se a primeira atividade extrajudicial 100% digital do Brasil. Hoje, os usuários já podem enviar títulos aos Cartórios, solicitar certidões, realizar a emissão de anuências digitalmente, fazer o cancelamento de protesto eletronicamente, visualizar e verificar a autenticidade do instrumento de protesto pela Central Nacional de Protestos – CENPROT .

Em Mato Grosso, os produtores rurais ainda contam com a Central Eletrônica de Integração e Informações dos Serviços Notariais e Registrais do Estado – CEI/MT, gerida pela Anoreg/MT, que oferece celeridade aos atos requeridos nas serventias extrajudiciais, já que dispõe, em seu acervo, atualmente eletrônico, todos os documentos e certidões de todos os segmentos dos cartórios.
Da Redação

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