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Cultura

Exposição audiovisual já recebeu cerca de 200 crianças da rede pública de ensino de Cuiabá

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Estúdio construído a partir de materiais sustentáveis convida crianças se expressarem criando soluções para os problemas socioambientais. Na segunda semana da exposição são esperadas mais duzentas e cinquentas crianças.

O projeto O que queremos para o mundo? recebe crianças da rede pública de ensino de Cuiabá desde o dia 15 de outubro na Galeria Lava Pés, para a exposição audiovisual Estúdio Casa da Árvore. A exposição já recebeu a visita de cerca de duzentas crianças e são esperadas mais duzentas e cinquenta até o fim da exposição, dia 26 de outubro.

 

O “Estúdio Casa da Árvore”, espaço cenográfico que reconstrói a Casa da Árvore presente no longa metragem “O que queremos para o mundo?” (Igor Amin, 2016, livre) é um estúdio de tecnologias audiovisuais construído a partir de materiais sustentáveis para a realização de processos de ensino-aprendizagem.

Durante a visitação as crianças jogam o Jogo dos Mundos, uma brincadeira audiovisual cooperativa, onde os jogadores são desafiados a agirem em cenários socioambientais e tecnológicos do mundo em que vivemos, os quais constituirão suas missões no jogo. Essas questões aparecem por meio de baralhos divididos em “Cartas-Problemas”, “Cartas-Desafios” e “Cartas-Inspiração”, que estimulam sentir, imaginar, pensar, dialogar e criar.

Ao final da experiência, se utilizando de materiais reaproveitáveis, eles fazem um “Inventário dos Pequenos Futuristas”, invenções ecofuturistas criadas para solucionar os problemas socioambientais que enfrentamos no presente.

As escolas participantes da exposição foram selecionadas de acordo com os educadores que se candidataram para fazer parte da Formação em Educação Audiovisual que aconteceu em agosto deste ano em Cuiabá. Na ocasião, a equipe do projeto se reuniu com os participantes, professores da rede pública de ensino e através de diversas ferramentas que trabalham a imaginação, o pensamento crítico e a consciência socioambiental, receberam uma formação a partir de um inventário inédito com dispositivos para troca de conhecimento por meio das tecnologias e imagens em movimento. O objetivo foi promover a educação básica do olhar, capaz de estimular a construção de identidades plurais nos contextos infantojuvenis.

O projeto “O que queremos para o mundo” também esteve na capital mato-grossense em 2017 com a formação para professores da rede pública de ensino e em 2018 traz como novidade não só a exposição, mas também o Fórum O QUE QUEREMOS PARA O MUNDO? – Audiovisual, Educação e Economia Criativa, que será realizado no dia 30 de novembro no Cine Teatro Cuiabá. O evento é aberto ao público mediante inscrições gratuitas a serem divulgadas em breve.

“Em 2017 estivemos em Cuiabá (MT) pela primeira vez, realizando exibições educativas, formação para professores e levando ferramentas audiovisuais para serem multiplicadas nas escolas. Foi um desafio muito grande, mas também motivador compreender a cultura escolar do Mato Grosso e sua potência junto às crianças e jovens. Aprendemos tanto que retomamos para implementar em 2018 nossa Exposição Audiovisual, com uma formação em Educação Audiovisual para professores e um Fórum de Educação e Audiovisual para fechar nossas atividades. A expectativa é grande, pois durante a formação conhecemos pessoas incríveis e muito motivados a levar uma educação do olhar para dentro das escolas. E é por isso que acreditamos que isso tudo voltará em formas de invenções para problemas socioambientais levantados por todos. Não tenho dúvidas que a nossa criatividade somada à das crianças e dos educadores irá além das ideias, estimulando ações práticas nas escolas e nas comunidades”, conta Igor Amin, Criador e diretor geral do projeto O que queremos para o mundo?.

 

O projeto tem idealização do Instituto Mundos e patrocínio da Energisa por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

 

Sobre o Grupo Energisa

Com 113 anos de história, o Grupo Energisa é um dos maiores do Brasil em distribuição de energia elétrica. Uma das primeiras empresas a abrir capital no Brasil, a companhia controla nove distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, São Paulo e Paraná. Hoje, são aproximadamente 6,5 milhões de clientes – o que representa uma população atendida de cerca de 16 milhões de pessoas – em 788 municípios em todas as regiões do Brasil. Com receita líquida anual de cerca de R$ 11 bilhões, o grupo gera aproximadamente 15 mil empregos.

Com a missão de transformar energia em conforto, desenvolvimento e oportunidades de forma sustentável, responsável e ética, a Energisa atua com um diversificado portfólio que engloba distribuição, geração, serviços para o setor elétrico (Energisa Soluções), serviços especializados de TI e Call Center (Multi Energisa), comercialização de energia (Energisa Comercializadora) e, mais recentemente, transmissão.

Até o fim de 2018, A Energisa Mato Grosso investirá R$ 715,6 milhões em todo o Estado. O volume é 29% maior do que o montante de investimento realizado em 2017. Hoje, a empresa tem aproximadamente 1,3 milhão de clientes, atende a 141 municípios e emprega 2,5 mil pessoas.

Serviço ________________________________________________________________

 

Exposição “Estúdio Casa da Árvore”

Data: 15 e 26 de outubro

Local: Galeria Lava Pés (Av. Jose Monteiro de Figueiredo, 510 – Duque de Caxias, Cuiabá – MT)

www.oquequeremosparaomundo.com.br

facebook.com/oquequeremosparaomundo

@oquequeremosparaomundo.com.br

 Fonte: Assessoria

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Cultura

Projetos contemplados em edital de Literatura oferecem ações de fomento à leitura

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Projetos contemplados no edital de Literatura Estevão de Mendonça já começaram a ser executados, ajudando a fomentar a leitura e a democratizar conhecimentos. Ações de contação de histórias, formação de mediadores, mediação de leitura e de oficina literária têm proporcionado o acesso a capacitações e conteúdos que divulgam livros e a cultura popular mato-grossenses.

Realizada pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), a seleção pública premiou 13 projetos de fomento à leitura e mais 17 obras de literatura com valores de R$ 10 mil e R$ 20 mil. Após o recebimento do recurso financeiro, que foi pago em parcela única a partir de setembro, os autores e proponentes premiados têm até 90 dias para executar as ações.

Confira os projetos já executados ou em andamento.

Mediador da literatura indígena

Denilson Baniwa

Naine Terena – Foto por: Denilson Baniwa

De 16 e 26 de novembro, a oficina Mediação de Leitura e a Lei 11.645/08 oferece aprendizado  sobre a história da literatura indígena no Brasil, incluindo escritores e algumas obras, a profissionais de diferentes áreas de atuação. O projeto premiado na categoria ‘Mediador de Leitura’ pretende ainda envolver os educadores para o cumprimento da Lei 11.645/08, que articula a presença da história e cultura indígena nas escolas do país.

De acordo com a realizadora da oficina, a doutora em Educação Naine Terena de Jesus, a repercussão da iniciativa foi tão grande que as vagas se esgotaram logo no início da divulgação sendo necessária a abertura de uma segunda turma.

“Foram abertas 40 vagas e tivemos cerca de 120 inscritos. Diante da grande procura, conseguimos abrir uma segunda turma e ampliar a prática da mediação das autorias indígenas. A ideia é aproximar o público dessa literatura, e dessa forma, incentivar e auxiliar na compreensão e leitura pública das obras”, explica Naine.

Oficina de dramaturgia pessoal

Divulgação

Nesta segunda (23.11), tiveram início as aulas da segunda turma da oficina de dramaturgia pessoal com a atriz e diretora teatral Juliana Capilé. Direcionada a maiores de 60 anos, a capacitação técnica de escrita incentiva a utilização de elementos da própria experiência de vida para o desenvolvimento de dramaturgia textual de teatro ou roteiro de cinema.

O projeto foi contemplado na categoria ‘Oficina Literária’ e ofertou vagas para duas turmas, ambas online. A primeira edição ocorreu de 16 a 20 de novembro e a segunda segue até a próxima sexta-feira (27.11).

“É uma oficina de escrita dramatúrgica para quem tem o que contar. Voltada exclusivamente para participantes acima dos 60 anos, a oficina investe em uma fase da vida na qual muitas histórias já se acumularam, alegres e tristes, que precisam ser registradas e transformadas em teatro ou cinema”, destaca Juliana.

Mitos e lendas do Rio Cuiabá ao Pantanal

Divulgação

Em outubro, a atriz Alicce Oliveira realizou quatro apresentações do espetáculo de contação de histórias ‘Mitos e Lendas do Rio Cuiabá ao Pantanal’ em suas redes sociais. O projeto foi contemplado na categoria contação de histórias.

As apresentações contaram com canções inspiradas nas manifestações folclóricas regionais, dentre outros artifícios que levarão o público a reconhecer as belezas desta região.

“Há muito tempo ouve-se falar nas histórias, mitos e lendas que povoam a memória dos povos ribeirinhos e de várias comunidades de Cuiabá em Mato Grosso. A presença de monstro em forma de serpente, seres fantásticos e história de pescador são condutores das narrativas apresentadas ao público através deste projeto” expõe Alicce.

Montagem de acervo e disponibilização da literatura de Ricardo Dicke

O projeto integra as edições do evento ‘Literatura e Cultura em Mato Grosso’ que acontece pela internet como curso a alunos do ensino médio de escolas públicas. Contemplado na categoria de formação de mediadores, a ação teve como proponente a professora doutora Madalena Machado, da Unemat de Pontes e Lacerda.

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