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Ex-secretário Stopa testa positivo para o coronavírus

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O ex-secretário de serviços urbanos, José Roberto Stopa, testou positivo para o novo coronavírus, o teste conclusivo saiu por volta das 13h desta terça-feira (04). Stopa começou a sentir, na manhã de ontem (03), os principais sintomas da covid-19 como tosse, febre e dores no corpo, mas o exame preliminar deu negativo. Com a confirmação ocorrida no segundo teste, o ex-secretário foi medicado e está em isolamento domiciliar.
Presidente do Partido Verde (PV) em Mato Grosso, Stopa é dos nomes aclamados para disputar o cargo de Prefeito nas eleições 2020 em Cuiabá. Em entrevista concedida a vários sites de notícias da capital, na última sexta-feira (31-07), o próprio prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que, caso não seja candidato à reeleição, pretende apoiar o ex-secretário Stopa na disputa pelo cargo máximo do executivo municipal.
Apesar de não ter confirmado seu nome para disputar as eleições este ano, Stopa já se desincompatibilizou, há mais de um mês, do cargo de Secretário Municipal de Serviços Urbanos de Cuiabá. Ficando, desta forma, eleitoralmente livre para disputa uma possível candidatura.
Segundo os médicos, os sintomas apresentados pelo ex-secretário foram até o momento leves e o quadro geral é estável. Com a divulgação da testagem positiva para o coronavírus, Stopa tem recebido apoio de políticos e simpatizantes que torcem para o seu breve restabelecimento.

Por PAULO WAGNER

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Promotoria Eleitoral faz recomendações a partidos políticos e candidatos

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A Promotoria Eleitoral da 8ª Zona Eleitoral, que abrange os municípios de Alto Araguaia, Alto Taquari, Ribeirãozinho e Araguainha, encaminhou este mês uma série de recomendações aos órgãos públicos municipais, diretórios dos partidos políticos e candidatos. As recomendações versam sobre condições para registro de candidatura, medidas relativas à realização de campanhas eleitorais, limitação de propaganda institucional e nomeação de servidores públicos.

Em relação ao registro de candidaturas, a promotora eleitoral Ludmilla Evelin de Faria Sant’Ana Cardoso recomendou aos diretórios municipais dos partidos políticos que: 1) verifiquem, antes da convenção, se o órgão de direção partidária municipal está devidamente constituído e regularizado junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT); 2) observem o preenchimento de no mínimo 30% e no máximo de 70% para candidaturas de cada gênero, mantendo estas porcentagens durante todo o processo eleitoral; 3) não admitam a escolha e registro de candidaturas fictícias; 4) escolham em convenção candidatos que preencham todas as condições de elegibilidade.

Sobre as medidas relativas à realização de campanhas eleitorais, orientou que partidos e candidatos: 1) evitem o uso e o compartilhamento de informes publicitários impressos de fácil manuseio, como cartilhas, jornais, folders, santinhos, etc.; invistam em marketing digital (aplicativos e redes sociais) em detrimento ao uso de impressos e informes publicitários; 3) evitem contato físico entre pessoas, bem como realizar eventos com aglomerações (comícios, caminhadas, carreatas e reuniões), e, caso não seja possível, que o façam com medidas de prevenção ao coronavírus.

E com relação à limitação de propaganda institucional e nomeação de servidores públicos, recomendou aos prefeitos municipais, presidentes de Câmara de Vereadores, secretários e dirigentes de autarquias, fundações públicas, empresas públicas e sociedades de economia mista municipais da 8ª Zona Eleitoral, que: 1) não permitam, a qualquer tempo, a veiculação de publicidade institucional que possa promover pessoas ao eleitorado; 2) a partir de 15 de agosto de 2020, não autorizem e nem permitam a veiculação de publicidade institucional, qualquer que seja o seu conteúdo, salvo as relacionadas ao enfrentamento da Covid-19; 3) se abstenham de nomear, contratar, remover, transferir ou exonerar servidor público.

A promotora eleitoral reafirmou que a veiculação de qualquer publicidade institucional está sujeita à cassação do registro ou do diploma, bem como pena pecuniária que varia de R$ 5,3 mil a R$ 106 mil aproximadamente. E que o desvirtuamento da publicidade institucional, caracterizado o abuso de poder, impõe a inelegibilidade de oito anos ao agente e também a cassação dos eleitos. Ela determinou ainda que sejam remetidas cópias das recomendações ao juízo eleitoral, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) local, Prefeituras, Câmaras de Vereadores e ao procurador Regional Eleitoral para ciência.

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