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Estratégia é o ponto forte

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A campanha eleitoral já começou. O impulsionamento de candidatos e partidos através das redes sociais, principalmente pelo Facebook também já está liberado para divulgação de propostas. A eleição desse ano será um grande desafio para todos os candidatos, desde aqueles que já buscam reeleição ou estão na disputa eleitoral pela primeira vez.

É previsto que quase 60 milhões de brasileiros já afirmaram que nas eleições gerais desse ano votarão branco ou nulo. É uma porcentagem muito elevada em um país que está muito descrente com a política. O descrédito da política é algo gritante.

Agora reflita se essa ausência na política seria uma solução. Não, não seria. Como as coisas mudarão sem a participação do voto do eleitor? O país está empobrecendo porque as pessoas não estão participando da política. E para tentar mudar essa realidade o bom discurso, propostas relevantes e que façam a diferença na vida da população são uma das alternativas para resgatar de volta a confiança do eleitorado.

A propaganda paga nas redes sociais tem surpreendido pelo custo relativamente baixo e resultado bastante satisfatório conforme a maneira em que está sendo operada. O anunciante determina o valor que deseja investir, o público que quer atingir (discriminando sexo, idade e cidade), o período da ação de publicidade e a meta a se alcançar.

A estratégia deve ser o ponto-chave das campanhas digitais. O ambiente de mídias digitais está mais competitivo. Quem tem a melhor estratégia e recursos para ser investido consegue o melhor desempenho. E nessas eleições, o desempenho é essencial para conquistar aquela vaga após o pleito. Não adianta sair impulsionando posts abertamente para todos os públicos. O impulsionamento é como se você pudesse comprar um horário na televisão. O tempo da campanha diminuiu e a propaganda gratuita na TV e rádio também.

Essa é a vez da eleição na Internet. O trabalho tem que ser constante. A campanha vende uma ideia, vende projeção do que o eleitor quer e espera para o país, para o seu estado e principalmente para a região, cidade que ele mora. Ele já convive com os problemas de serviços públicos e a política cada vez mais defasada.

O eleitor quer ver soluções e o trabalho de casa feito. Um trabalho de marketing eleitoral digital está além de apenas publicar, como já disse, não é isso, é trabalho de coleta de dados, de qualificação, de demonstrar o seu potencial e o candidato pode contribuir com o desenvolvimento do estado e do país.

A proposta de utilizar as redes sociais em uma campanha política é de poder alcançar muito mais pessoas. Não se faz uma campanha de marketing político digital apenas com impulsionamento pago e em 45 dias. O relacionamento nas redes sociais requer confiança, tem que ser construída com tempo e empatia.

Cláudio Cordeiro – Publicitário, Advogado, Consultor Politico ABCOP, Membro ALAP, Diretor da FENAPRO e da Agência Gonçalves Cordeiro Comunicação Multiplataforma

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Não conseguimos respirar

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Os recentes manifestos que aconteceram nos EUA e que se espalharam pelo mundo, por conta das INJUSTIÇAS cometidas por autoridades, veio com uma frase que nos chamou atenção: “NÃO CONSIGO RESPIRAR”. Isso nos remete a real situação dos servidores públicos de Várzea Grande que desde o início da Gestão Lucimar Campos (DEM) – maio de 2015 – vem gritando “NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR”, pois foram e continuam sendo ASFIXIADOS e SUFOCADOS pela prefeita que não trata os servidores com DIGNIDADE e que cometeu e vem cometendo diversos ATAQUES, como o não cumprimento de direitos garantidos em leis, deixando os servidores anos sem a recomposição salarial, 6 anos sem a progressão de carreira, 6 anos sem o pagamento dos retroativos (direitos represados), 6 anos sem o pagamento integral de 1/3 de hora atividades para os docentes, dentre outros direitos, empurrando os trabalhadores para uma situação de sofrimento e penúria.

E agora, em tempos de eleições, o candidato do seu grupo político vem fazendo mil e uma promessas, dizendo que desta vez vai reconhecer e valorizar os servidores, afirmando que vai assumir o compromisso com a categoria. Porém, nem se quer assinou a Carta-Compromisso com os Trabalhadores da Educação. O único dos quatro candidatos a prefeito que não assumiu esse compromisso. Os servidores de VG são inteligentes e não cairão no canto da sereia.

Mais recentemente, Lucimar deu um GOLPE e não pagou a revisão salarial nem aos professores e nem mesmo aos técnicos que estão amargando 4 anos sem o reajuste.

E agora, veio mais uma punhalada nas costas dos servidores. A Prefeita Lucimar (DEM) enviou para a câmara de vereadores um Projeto de Lei que aumenta o desconto da previdência de 11% para 14%.

Os trabalhadores não querem ficar ricos. Não querem nada que não é deles. Só querem o cumprimento das leis. Querem dignidade, ser respeitados, ser valorizados e principalmente, querem comida no prato. E isso não está mais sendo possível de se ter por conta das INJUSTIÇAS praticadas pela gestão Lucimar Campos contra os servidores que estão com salários congelados há mais de 4 anos, com um vencimento líquido abaixo de um salário mínimo.

É lamentável que em pleno século XXI, as injustiças, os maus tratos, o menosprezo, o descumprimento da legislação ainda imperam em VG. A Prefeita Lucimar Campos (DEM) deveria ficar envergonhada em imputar essa condição injusta aos trabalhadores. Já que VG é o segundo maior município de Mato Grosso e o terceiro mais rico do estado em arrecadação, no entanto, paga um dos piores salários para os servidores públicos dentre os municípios considerados mais pobres da baixada cuiabana como Acorizal, Barão, Jangada, Leverger e Poconé.

Todas as vidas importam!!!

Aliás, as reformas de praças públicas, mini estádios, a construção da Orla da Alameda (que estão sendo gastos mais de 17 milhões), são importantes, mas não são mais importantes que as vidas dos trabalhadores que vem sofrendo muito com os GOLPES dessa gestão Campos. Vem sendo castigados e lesados com enormes prejuízos financeiros em torno de R$ 250,00 a R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais) por mês, por falta de cumprimento da legislação que a prefeita não respeita, agindo de forma GOLPISTAMALDOSA e OPRESSORA, deixando os trabalhadores asfixiados com dívidas, pois o que recebem em seus vencimentos (abaixo de um salário mínimo) não está sendo suficiente até mesmo de se alimentar do básico.

Lucimar Campos não paga a recomposição salarial por pura MALDADE, não cumpre as leis de propósito, por falta de vontade política, por não respeitar e não gostar de valorizar o servidor, pois, somente nos meses de janeiro à abril de 2020, segundo documento da própria prefeitura, houve uma sobra de quase 7 milhões dos recursos 60% do FUNDEB (recurso exclusivo para pagamento salarial dos profissionais da educação).

Por que a Prefeita Lucimar Campos SUBESTIMA, DESPREZA e expõe duramente os servidores, retendo parcela significativa de seus salários, enquanto reforma quase todas as praças da cidade? Qual é a prioridade da prefeita, da mãe e mulher que governa o município?

O efeito dessa política nefasta de massacredesvalorização, da falta de vontade da prefeita Lucimar para atender as reivindicações dos trabalhadores, está fazendo com que muitos servidores peçam exoneração do cargo e, os que permanecem estão ficando doentes com câncer, depressão, stress e outras doenças. Estão morrendo sem conseguir usufruir dos seus direitos, provocando revoltas, indignação e protestos contra a atual administração.

Que condição é essa de AMARCUIDAR e ACREDITAR da administração Lucimar Campos que só semeou maldades aos servidores? Qual é a razão de tantas INJUSTIÇAS contra os servidores?

“NÃO CONSEGUIMOS RESPIRAR!!!” Estamos asfixiados pela gestão Lucimar Campos!!!

Vidas dos servidores importam!!!

28 de outubro – Dia do Servidor Público – NADA A COMEMORAR!

Por Juscelino Dias de Moura,  presidente do Sintep/VG

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