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Esportes

Estadual de tênis terá torneio com premiação acima de 10 mil nesta semana

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A 11ª etapa do Circuito Estadual de Tênis de Mato Grosso terá premiação de R$ 10.000,00 em dinheiro para a Classe Especial e mais R$ 1.500,00 à 1ª Classe Profissional e ocorrerá na Sinop Academia de Tênis, de 05 a 08 de setembro, na cidade de Sinop (480km de Cuiabá). E terá participação dos renomados tenistas Paulo Saraiva, Fabiano de Paula, Enrique Bogo e João Pedro Okano.

Paulo André Saraiva, de 22 anos, compete no Circuito Internacional de Tênis e é um conhecido das quadras mato-grossenses, pois disputou um dos torneios do Circuito Estadual de Tênis de MT no ano passado. Aliás, foi campeão dele ao vencer o cuiabano, Richard Gama por dois sets a um e placar parcial de 7/5, 4/6 e 6/4. E Saraiva já chegou a liderar as categorias nacionais de 16 e 18 anos.

De acordo com o presidente da Federação Mato-grossense de Tênis (FMTT), Rivaldo Barbosa, o Circuito Estadual 2019 caminha para a reta final com a 11ª etapa das 16 previstas para o ano. Segundo ele, Sinop é uma cidade tradicional no tênis e que sempre realiza excelentes torneios, com grandes tenistas, ótimas premiações em dinheiro e consegue reunir um significativo volume de atletas.

“Por conta da localização geográfica, no Norte de Mato Grosso, Sinop serve de ponte para os tenistas nortenhos, como, por exemplo, de Colíder, Alta Floresta, Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum. Mas também atrai a participação de tenistas de cidades de outras mesorregiões do estado, como vindos de Tangará da Serra e Cuiabá. Será mais um belíssimo torneio”, disse Rivaldo Barbosa.

Serviço

A Sinop Academia de Tênis está localizada na Avenida André Antônio Maggi, número 3715, no Loteamento Village, em Sinop-MT. Informações podem ser obtidas pelo telefone da academia (66-3532-1504) e ou pelas redes sociais dela e da Federação Mato-grossense de Tênis (FMTT).

Patrocinadores

Sinop Energia, Alameda das Cores Residencial, Escola do Prina, Auto Posto Paraná, Grupo Vianorte, Arte Farma, Tecle Web Bites, JZ Viagens, Cerveja Severa, WH Comunicação Visual, Italian Palace Hotel, Expand Construtora, Gralha Azul Construtora, ISense Comunicação, Universo Tendas, Arte Real Marmoraria, Vidrolight Blindex, Track & Field, Casa das Cortinas, Chocolates Brasil Cacau e H2O Piscinas.

Calendário

12ª Etapa: 17ª Copa Sorpan (16 a 22.09 – Cuiabá);

13ª Etapa: Seven Academia de Tennis (02 a 06.10 – Nova Mutum);

14ª Etapa: 6° Monte Líbano Open (14 a 20.10 – Cuiabá);

15ª Etapa: Benegas Tennis (30.10 a 03.11 – Sorriso);

16ª Etapa: Master 2019 (18 a 24.11 – Cuiabá).

Texto: Junior Martins/FMTT

Fotógrafo: Junior Martins/FMTT

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Esportes

Clubes de Mato Grosso ‘inaptos’ perante a Receita Federal

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Dois dos 10 clubes que disputam o Campeonato Mato-grossense/2020 são considerados ‘inaptos’ pela Receita Federal por não prestarem contas ao Governo. Poconé Esporte Clube e Clube Esportivo Dom Bosco estão na mesma situação: “Omissão de Declarações”, afirma a Receita, através de relatório público do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica. Mas, para a Federação Mato-grossense de Futebol, “não há problema algum”.

 

Segundo a Receita, um CNPJ Inapto nada mais é, quando uma empresa ou entidade está inapta de exercer suas atividades com o cadastro. Isto é, significa que a empresa omite dados e informações na escrituração em dois exercícios consecutivos, diante da Receita Federal.

 

Segundo ainda a Receita, “empresas com omissão de declarações e obrigações correm o risco de ter o CNPJ suspenso”. De acordo com a Lei 11.941 2009 e, em seu artigo 54: “Terão sua inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ baixada, nos termos e condições definidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, as pessoas jurídicas que tenham sido declaradas inaptas até a data de publicação desta Lei”.

 

Sem o CNPJ validado, legalmente estes clubes não podem obter recursos públicos, verba da Loteria Esportiva, e nem efetuar compras, sendo impedidos inclusive de emitir notas fiscais ou recibos de transações financeiras. Não bastasse isso, os clubes ainda podem incorrer em multas e infrações trabalhistas, pois para contratar atletas e demais funcionários, também dependem do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. P

 

Presidente do Poconé Esporte Clube, Orivaldo Rondon, que é membro do Conselho Fiscal da FMF, foi ouvido pela reportagem na tarde da última sexta-feira (21), e disse que o clube está em dia com suas obrigações perante a receita. Perguntado sobre o mesmo tema em seguida, o dirigente mostrou irritação e questionou o objetivo da reportagem. “Está tudo certo sim, estou te dizendo que estamos em dia com nossas obrigações!”, afiançou o presidente, que no ano passado terceirizou o clube para um empresário. Em 2020 a equipe disputa o Campeonato Mato-grossense com uma equipe inteira formada por atletas da Capital.

 

Administrado por um grupo de conselheiros e gestores há anos, de forma independente da parte social do clube, o Dom Bosco está na mesma situação. Apesar da estratégia de gestão ter sido criada pela Aleco (Associação Leões da Colina) para desvincular o clube do futebol profissional, a fim de evitar dívidas trabalhistas, faltou organização.

 

Conselheiro do clube, Paulo Emílio disse “não estou a par disso. Sei que o clube tem um contador contratado só para trabalhar com isso; mas juridicamente não vejo que seja um problema grave. Se há uma pendência, deve ser resolvida”, disse, surpreendido o conselheiro. “Eu sinceramente não sabia disso”, admitiu o conselheiro.

 

Curiosamente, a Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) tem como atividade principal, segundo a Receita, “Atividades de associações de defesa de direitos sociais”.

 

De acordo com o diretor de competições da entidade, Diogo Carvalho, a FMF não tinha conhecimento de tal problema. “Acho estranho porque se estivessem inaptos como a CBF aceitaria os contratos dos jogadores?”, questionou Carvalho, para em seguida completar: “Consultei a CBF, apesar de os clubes estarem inaptos perante a receita, por omissão de declarações, podem atuar e contratar normalmente”, argumentou o diretor de competições da FMF.

 

Presidente da Comissão de Estudos Tributários e Defesa do Contribuinte da OAB-MT a advogada Daniele Fukui contraria a versão da FMF, alertando sobre as irregularidades cometidas pelos dirigentes dos clubes que podem ser responsabilizados.

 

“Se o CNPJ não está ativo o clube não pode atuar”, disse a advogada, para em seguida detalhar a normativa que trata desse tipo de omissão de declarações à Receita. “De acordo com a instrução normativa 1863, da Receita Federal, de dezembro de 2018, em sua seção 4, artigo 46, a pessoa jurídica cuja inscrição no CNPJ tenha sido declarada inapta é: incluída no Cadastro Informativo de Créditos Não Quitados do Setor Público Federal (Cadin); impedida de participar de concorrência pública; celebrar convênios, acordos, ajustes ou contratos que envolvam desembolso, a qualquer título, de recursos públicos, e respectivos aditamentos; obter incentivos fiscais e financeiros; realizar operações de crédito que envolvam a utilização de recursos públicos; e transacionar com estabelecimentos bancários, inclusive quanto à movimentação de contas-correntes, à realização de aplicações financeiras e à obtenção de empréstimos”, diz a normativa.

 

Contador renomado em Cuiabá, entrevistado pela reportagem, reafirma o que prevê a normativa da Receita e diz que diante da situação, os clubes sequer podem ter movimentação financeira, quanto mais atuar em competições oficiais que envolvem recursos como é o Campeonato Mato-grossense. Responsável pelo plantão fiscal tributário da Receita Federal o servidor Yuti Shimada explicou a situação dos clubes e afirmou que os citados nunca solicitaram a certidão negativa de débitos junto ao órgão, por isso são considerados inaptos.

 

“Eles estão considerados inaptos porque deixaram de apresentar a declaração mensal de débitos e créditos tributários. Precisam mostrar o que gastaram ou receberam. Isso não suspende as atividades deles, mas impede que recebam por exemplo verbas oficiais”, disse Shimada.

 

De acordo ainda com a Receita, “sem entregar as declarações é impossível os clubes receberem a certidão negativa que possibilita movimentar negociações financeiras”.

 

“Nunca pegaram a certidão negativa aqui. É o que consta no sistema. Supõe-se que a Federação Mato-grossense de Futebol não saiba que eles nunca a entregaram”, disse Shimada.

 

Por Gazeta Digital

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