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Cultura

Escolinha da Almê será apresentada domingo no palco do Zulmira Canavarros

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O grande sucesso da TV “Escolinha da Almê” vai para o teatro Cerrado Zulmira Canavarros, neste domingo (08.12), ás 19h. Serão 21 crianças no palco, com os personagens ícones que fizeram e fazem a história de Cuiabá e Mato Grosso, junto com a professora Almerinda, ícone do ator André D`Lucca. Uma novidade será “Jejé de Oyá” e “Lucius do Caju”, novos personagens que serão apresentados com exclusividade nesta apresentação.

 

“A Escolinha da Almê é a realização de um sonho. Eu sempre quis ter um quadro na TV, e te-lo na TV Centro América é melhor ainda, porque a audiência já vem garantida. A repercussão foi muito positiva, tanto que já foi confirmada a segunda temporada. Estou muito realizado com o projeto e é uma honra ter meus alunos juntos comigo”, define André D’Lucca, idealizador do projeto e do Espaço Incasa, onde são realizadas as oficinas de teatro e audiovisual.

 

Foi no Incasa que nasceu a ideia da Escolinha da Almê, que começou a partir de um teste seletivo, realizado no mês de agosto deste ano, com crianças entre 06 e 12 anos. Dentre os selecionados estão novos alunos e veteranos, que estão desde o início da escola (2016), como Kauany Aimme, que faz o papel de Zulmira Canavarros, Emanuel Davi, como Ezequiel dos Cachorros, Pietro Lara, como Lucius do Caju, entre outros.

 

Além desses personagens, entra em cena o amado escritor Manoel de Barros, interpretado por Walmir Neto, e os personagens de Liu Arruda: a esperta e desbocada Nharinha, por Kamila Arruda, o preguiçoso Juca, por Victor Hugo, que fica esperando o VLT passar para leva-lo até a escola; o animado Gladstone, que é rock na veia, por Antonny Murer e a espevitada Ramona, por Maria Eduarda Nogueira, que apesar de sentar na frente da sala, atenção é o que falta para ela, quando ela não falta aula também.

 

Maria Luiza é um show a parte, com a beleza e o visual de Maria Taquara, que “tora”

Cuiabá inteira, vindo lá das bandas do “quarté”, para chegar na escola.

 

Tem também o poeta andarilho José Inácio da Silva, mais conhecido como Zé Bolo Flô, interpretado por Ruancarlos de Oliveira, Jejé de Oyá que é revivido por Lucas Laurent, Mãe Bonifácia, por Isa Mendes, e Dunga Rodrigues, que teve papel fundamental na cultura cuiabana, como professora, musicista, historiadora e escritora, que será lembrada por Isabelle Venturoso.

 

E viva o siriri, viva Domingas Eleonor, dona Domingas, do Flor Ribeirinha, que será representada por Julinha Kids, como Dominguinhas. Outro ribeirinho é o Xô Ditinho, por Ian Ramos Faria, inspirado no engraçado Xô Dito, personagem que faz sucesso pelo ator Thyago Mourão.

 

Dois indígenas entram em cena, o camarada Raoni, por Luiz Augusto, que enche Almerinda de perguntas que ela não sabe responder, e o Cacique, pai de Raoni, por Wagton Douglas.

 

A escritora imortal Luciene Carvalho é contada pela atriz Eduarda Mascarenhas, que faz rima, prosa, é estudiosa, vive no mundo da lua, come sopa de letrinhas e vive das Letras.

 

Mais charmosa que a Penélope, personagem do conceituado ator Eduardo Butakka, só a Penelopezinha, por Marina Pretti, de apenas sete anos de idade, que também faz parte do elenco.

 

E claro, não podia faltar o espelho de Almerinda: a provocativa Almerindinha, por Leticia Souza, que contracena com Ariana Carla, que faz o papel de Mary Jane, mãe da pequena prodígio.

 

Para cuidar da escola junto com Almerinda entra em cena a diretora, por Maria Eduarda Mezavila. Sem esquecer do mascote da turma, que é o Tedy, o cãozinho que Ezequiel dos Cachorros leva para a sala de aula todos os dias.

 

Quer saber mais? Venha conferir no dia 08 de dezembro, às 19h, no Teatro da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, Cerrado Zulmira Canavarros.

 

SERVIÇO

 

Os ingressos já podem ser retirados antecipadamente pelo site TicMais – https://ticmais.com/escolinha-da-alme, com preço promocional, a R$ 40 e R$ 20 meia entrada e ingresso solidário, com 1kg de alimento não perecível, ou no Pão De Queijo Café, na avenida General Mello, 115. Ou na bilheteria do Teatro Cerrado Zulmira Canavarros, no dia (08) da apresentação, a partir das 14h.

 

Mais informações pelos telefones (65) 9292-9907, (65) 99249-5952, (65) 99232-6702 e (65) 3313-6876.

Por Beatriz Saturnino – Da Assessoria de Imprensa

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Cultura

Festival de Lambadão segue com inscrições abertas até dia 31 de janeiro

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Abril será o mês do lambadão! O gênero musical que nasceu na década de 1990 na Baixada Cuiabana e que conquista adeptos a cada dia acaba de ganhar mais uma plataforma para o seu fortalecimento. É o Festival de Lambadão que ocorre por três fins de semana entre os dias 3 e 19 de abril, respectivamente. Começa em Cuiabá, no Colônia Show Bar (03 e 04.04), depois segue para Varzea Grande, no Atlântico (11 e 12.04), e reserva a grande final para a cidade de Poconé, no CCR (18 e 19.04).

O festival que celebra o “Rei do Lambadão” vai premiar bandas e dançarinos com o Troféu Chico Gil e valores em dinheiro. Fora a consagração do público e jurados, bandas e dançarinos também terão ajuda de custo para participar do evento. As inscrições estão abertas até o dia 31 de janeiro e devem ser feitas no site oficial da Associação Mato-grossense de Cultura, que é realizadora do evento.

Chico Gil, o Rei do Lambadão, autor do clássico “Ei amigo”, morto em um acidente de carro na estrada de Jangada, em 2001

A seleção das 16 bandas que competirão no festival será feita por uma curadoria especializada. Dessas, três serão eleitas as melhores via voto popular pela internet – em enquete publicada na página oficial do evento no Facebook – e os 15 casais de dança serão escolhidos por um júri técnico.

O músico e pesquisador Levi Barros, que também é o presidente da AMC, ressalta que não há qualquer limitação de gênero na formação dos pares de dança: “pode ser mulher com homem, homem com homem, mulher com mulher. O importante é gostar de dançar lambadão e dar um show de passos para a plateia”.

Inscrições

Para os casais de dançarinos, as inscrições podem ser feitas via link específico do site da AMC (http://amcmt.org.br/inscricao-danca/). É preciso fazer upload no sistema, com três fotos de divulgação do casal em boa resolução, link do vídeo do casal dançando e link da música de aquecimento que vai ser alvo da avaliação neste primeiro momento.

Protásio de Morais

Já para as bandas, no link reservado à inscrição (http://amcmt.org.br/inscricao-de-bandas/) é necessário fazer upload de foto de divulgação em boa resolução, acrescentar biografia ou breve release e repertório autoral da banda com no máximo uma hora de músicas, listando o nome de cada uma delas, o tempo e nome dos compositores. Por fim, deve ser anexada ainda a música de trabalho escolhida para compor o CD do Festival. É preciso enviar o link do vídeo da música em questão.

Premiação

Levando em consideração o histórico de eventos do lambadão, o realizador do evento, Levi Barros, avalia que esta é certamente a maior premiação da história que o seguimento já teve, com prêmio aproximado em R$ 20 mil reais mais troféus.

A banda escolhida pelo público para ganhar o primeiro lugar vai faturar prêmio de R$ 3 mil, gravação de um EP com três faixas em estúdio, gravação de videoclipe em estúdio, fotos profissionais em estúdio, 1 microfone profissional com fio, 1 jogo de peles de bateria, 2 jogos de cordas para contrabaixo, 2 jogos de cordas para guitarra, 3 pares de baquetas e 3 suportes para instrumento e roupas novas para todos os integrantes. A música da banda vencedora também será usada como trilha sonora da divulgação da próxima edição do evento, além é claro, do Troféu Chico Gil.

Já a segunda colocada ganhará R$ 2 mil mais a gravação de um EP com duas faixas; fotos profissionais em estúdio, 1 microfone profissional com fio, 1 jogo de cordas para contrabaixo, 1 jogo de cordas para guitarra, 2 pares de baquetas e 1 suporte para instrumento, roupas novas e troféu.

O prêmio será de R$ 1 mil para a terceira colocada e a banda ganhará também a gravação de um single, 1 microfone profissional com fio, 1 par de baquetas e 1 suporte para instrumento e roupas novas para todos os integrantes, além do troféu.

“A primeira colocada ainda poderá ter como parte da premiação, sua música tocada nas rádios comerciais, estatais, web rádios e rádios comunitárias de todo Estado de Mato Grosso que aderirem e assimilarem a nossa proposta”, ressalta Levi.

Já no caso dos dançarinos, o casal que for escolhido pelo júri vai faturar R$ 1.500; o segundo colocado R$ 1.000 e o terceiro R$ 500.

“Vale ressaltar, a cadeia produtiva do lambadão é altamente independente e há anos tem se fortalecido por conta de seus próprios esforços, o que desejamos com este festival é que seus agentes ganhem um impulso”, explica o organizador.

O lambadão é fruto de uma indústria fonográfica da música popular baseada em sistemas não-oficias de produção e comércio.

“Não basta apenas reconhecer que é patrimônio cultural. O lambadão também precisa de investimentos e esse festival é uma grande chance para os músicos tocarem em um palco grande, com som e iluminação de qualidade, camarim, toda a atenção especial que os músicos e dançarinos do lambadão merecem”, destaca.

O Festival é viabilizado graças ao termo de fomento nº 0428-2019 da Secretaria de Esportes, Cultura e Lazer (Secel-MT) via emenda parlamentar do deputado Dilmar Dal Bosco. Para a realização de seis edições com condições mínimas de profissionalismo, o valor direcionado é de R$ 363.173. O Festival de Lambadão é uma idealização da AMC em parceria com o Instituto Case.

O Lambadão

O lambadão surgiu em meados de 1990 na baixada cuiabana, especialmente, graças à força de pioneiros em Poconé e Rosário Oeste e rapidamente se projetou por Cuiabá e Várzea Grande. O ritmo ganhou destaque nacional com a música “Ei amigo”, de Chico Gil, cantor e compositor que recebeu o título de Rei do Lambadão.

Segundo pesquisadores, o lambadão é uma música híbrida, que resulta da fusão entre a lambada paraense, o ritmo regional rasqueado e o gênero de origem indígena, carimbó.

A história começa com os garimpeiros que foram em busca da promessa do ouro nos anos 1970 e 1980 rumo ao Pará e, dada a escassez do minério, voltaram e por aqui se estabeleceram, especialmente em cidades ribeirinhas como Cuiabá, Rosário Oeste, Poconé e Várzea Grande. Logo o rasqueado foi adicionado a essas influências, originando um ritmo que não se pode ouvir sem reagir.

Entre os pares – que podem ser de homem com mulher, de mulher com mulher e homem com homem – não tem espaço para preconceito, tem gente de físico e talentos diversos.

Serviço

Tema: Festival de Lambadão segue com inscrições abertas até dia 31 de janeiro

Quando ocorre: Três fins de semana entre os dias 3 e 19 de abril

Onde: Cuiabá, Várzea Grande e Poconé

Outras informações: (65) 99242-8886

 

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