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Escolas particulares começam a anunciar mensalidades para 2019

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Escolas particulares de todo o país começam a anunciar os reajustes nas mensalidades que serão cobradas em 2019. Os valores variam de acordo com a região e também com o local onde está o estabelecimento. Pais e responsáveis, no entanto, podem se proteger e questionar as escolas caso percebam aumentos abusivos.

No Distrito Federal, setembro é o mês em que geralmente as instituições começam a fechar os valores que serão cobrados, de acordo com o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe/DF), Álvaro Domingues. “Em geral, divulga-se nesta época do ano para as famílias se planejarem”, diz.

Pela Lei 9.870/99, não existe um teto de reajuste escolar. Uma vez que não podem reajustar o valor durante o ano letivo, elas precisam calcular quanto será necessário para cobrir as despesas do próximo ano. Entram no cálculo, por exemplo, os salários dos professores, as contas de luz, água, o aluguel, entre outros gastos.

“O que a gente orienta os gestores da escola é que observem principalmente o mercado, a demanda que existe, a legislação e que façam um planejamento que seja sustentável”, explica Domingues.

A situação varia de acordo com a região do país. No Amazonas, a crise econômica fez com que muitos estudantes trocassem escolas mais caras por escolas mais baratas, até mesmo escolas particulares por escolas públicas. Os reajustes em 2018 variaram de 0% até 7,5%, segundo o diretor de Legislação e Normas do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado do Estado do Amazonas, Paulo Sergio Ribeiro.

Para ele, até o ano passado, a crise afetou significativamente as famílias. “A tendência para o ano que vem é iniciar um processo de recuperação. Muitas famílias vêm negociando com as instituições, fazendo antecipação de pagamento, conseguindo descontos, isso tem sido comum”.

Devido ao cenário de retomada, Ribeiro acredita que a tendência é de que as escolas aumentem as mensalidades e que haja menos instituições que mantenham o que cobram atualmente. “É muito difícil a escola manter os mesmos valores. Estamos percebendo uma retomada de crescimento das matrículas”.

De acordo com o Censo da Educação Básica, em 2017, do total de 48,6 milhões de estudantes, cerca de 8,9 milhões eram de escolas particulares. Pouco menos da metade, 4,2 milhões, desses estudantes está na Região Sudeste e 2,3 milhões apenas em São Paulo.

No estado, também não é possível ainda ter uma estimativa dos reajustes, de acordo com o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de São Paulo, Benjamin Ribeiro. “Tem escolas cuja mensalidade varia de R$ 400 a R$ 500 e escola que cobra R$ 7 mil ou R$ 8 mil por mês, escolas na periferia e outras em áreas nobres, cujos imóveis e, consequentemente, os aluguéis têm preços diferentes”.

A concorrência, segundo Ribeiro, ajuda no controle de preços. “Se uma escola fizer bobagem, o pai muda o filho de instituição. Tem a opção de mudar. A escola não faz um aumento abusivo em função disso, senão acaba tendo problema”.

 

 

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Voo do CE para SP pousa em Salvador após pane no motor

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Passageiros do voo AD4840, da companhia aérea Azul, viveram momentos de tensã na manhã desta quarta-feira (20) após uma das turbinas do avião parar de funcionar.

O voo saiu de Jericoacoara, no Ceará, com destino ao aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. No entanto, o comandante teve de fazer um pouso forçado em Salvador, na Bahia.

Durante o voo, os passageiros perceberam que a aeronave perdia altitude, quando o comandante anunciou a pane em uma das turbinas e a necessidade de pouso de emergência.

Em segurança, os passageiros foram levados para o saguão de embarque do aeroporto Internacional de Salvador, Deputado Luís Eduardo Magalhães.

De acordo com um dos passageiros, a Azul ainda não informou o novo horário e as condições do próximo voo.

Em nota, a Azul informou que, por problemas técnicos, o voo AD4840 (Jericoacoara-Congonhas) foi alternado para o aeroporto de Salvador. A companhia ressaltou que o desembarque ocorreu normalmente e que os clientes recebem  toda a assistência necessária. A companhia aérea lamentou “eventuais aborrecimentos causados e destacou que ações como essa são necessárias para garantir a segurança de suas operações”.

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