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Em Cuiabá, dia nacional do livro é comemorado com atividades de incentivo à leitura

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A partir desta segunda-feira (29) até a próxima quarta-feira (31), na Casa Cuiabana, localizada na Orla do Porto, a Prefeitura de Cuiabá e Bibliotecas Saber com Sabor estarão disponibilizando aproximadamente 3 mil exemplares, de diversos gêneros literários e autores, aos leitores cuiabanos de todas as idades.  A iniciativa comemora o Dia Nacional do Livro (29 de outubro) e visa a formação de público leitor além do incentivo à busca pelo conhecimento, cultura e entretenimento.

Nos três dias do evento a programação terá início sempre às 13 horas prosseguindo até as 21 horas com atividades culturais, espaço para leitura, contação de histórias, desenho e pintura, entrega de kits de livros e outras.

Em três anos de realização do projeto Livro de Rua, cerca de 9 mil exemplares já foram distribuídos a população. Inspirado no conceito bookcrossing, criado nos Estados Unidos no começo dos anos 2000, a ideia é de que os livros, depois de lidos, sejam repassados a outros leitores, e não fiquem parados nas prateleiras das bibliotecas.

 

Saiba mais

O Dia Nacional do Livro é comemorado em 29 de outubro, data de aniversário de fundação da Biblioteca Nacional que nasceu com a transferência da Real Biblioteca Portuguesa para o Brasil, em 1810.

Em Cuiabá, existem seis bibliotecas Saber com Sabor e dois pontos de leitura, um na Secretaria Municipal de Educação (SME) e outro na comunidade de Aguaçu.

Em 2018, as bibliotecas Saber com Sabor realizaram 8 mil empréstimos de livros e foram frequentadas até este mês por um público de 25 mil pessoas. As bibliotecas possuem 2.463 cadastros ativos.

 

Serviço

3ª Edição do Projeto Livro de Rua

Data: 29, 30 e 31 de outubro

Hora: 13h às 21 horas

 

Local: Vila Cuiabana, na Orla do Porto

Fonte: Maria Barban- Assessoria

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Parque Mãe Bonifácia é reaberto com blitz educativa e fiscalização reforçada

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O Parque Estadual Mãe Bonifácia foi reaberto nesse sábado (28.11) após ficar por quase 30 dias fechado devido a morte de 16 macacos. Hoje pela manhã a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) realizou uma blitz educativa orientando os usuários sobre a proibição de alimentar os animais no local.  A Sema trabalha em parceria com o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) que reforça a fiscalização na Unidade de Conservação.

O Mãe Bonifácia estará aberto entre às 06h e 17h com os protocolos de segurança mantidos, com regras para distanciamento social e uso de máscara. Ele permaneceu fechado para varreduras sanitárias e isolamento dos saguis desde o dia 30 de outubro. A orientação da Sema é que se evite entrar com qualquer tipo de alimento e que o usuário não deixe resíduos nas Unidades de Conservação.

As campanhas educacionais realizadas pela Superintendência de Educação Ambiental da Sema reforçam que os animais silvestres dos parques estaduais não devem ser alimentados por conta própria. A alimentação inadequada é prejudicial aos bichos e traz riscos à população, gera desequilíbrio na cadeia alimentar e é proibido por lei. Os servidores espalharam cartazes informativos em pontos estratégicos do Mãe Bonifácia.

Os saguis encontram no parque todos os alimentos que precisam, como insetos, brotos de flor, frutas silvestres e seiva, este último uma alternativa importante no período da seca. Os animais que vivem ali são monitoradores por servidores que trabalham no local e só devem ser alimentados em necessidade extrema e comprovada, sempre por profissionais especializados.

Herpes Simplex causou as mortes

Uma infecção por Herpes Simplex foi a causa da morte dos saguis no Parque Mãe Bonifácia, comprovada por exames da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Universidade de Brasília (UNB). O vírus é passado do homem para o macaco por meio de alimentos contaminados ou pelo contato direto. O humano pode transmitir a doença mesmo sem estar com manifestação clínica aparente.

Apesar da Herpes Simplex quase sempre causar sintomas brandos em humanos, é fatal para os macacos desenvolvendo um quadro severo inflamatório que pode afetar diversos órgãos, podendo causar lesão de pele e nas mucosas e atingir pulmão, coração, fígado e sistema nervoso central. A principal manifestação é neurológica.

Depois que um macaco do grupo é contaminado a tendência é que ele espalhe entre os agregados e a doença, por ser altamente fatal, pode fazer com que todos os membros de um bando morram. Com a possibilidade, inclusive, de contaminar outros grupos de primatas.

 

Da redação

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