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Política Nacional

Eleitores têm dificuldades em encontrar locais de votação

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A redução de zonas eleitorais em Várzea Grande, ocasionou transtornos para os eleitores do município que não foram informados previamente sobre a mudança de locais de votação. Muitos foram aos antigos locais onde votavam e foram informados que o nome não constava na lista.
Alguns eleitores entraram em contato com a redação do MT de Fato e reclamaram da falta de comunicação e organização que está provocando descontentamento.
“Esta uma verdadeira bagunça, ninguém sabe onde vai votar, nem sei como encontrar esta informação”, afirmou.

Para conferir seu local de votação acesse:
http://www.tse.jus.br/eleitor/servicos/titulo-de-eleitor/titulo-e-local-de-votacao/consulta-por-nome

Em Cuiabá estão instaladas seis zonas eleitorais (1ª, 37ª, 39ª, 51ª, 54ª e 55ª) que, juntas, possuem 417.573 eleitores, uma média de 69.595 eleitores para cada zona eleitoral.

Para atender à determinação do Tribunal Superior Eleitoral, o TRE de Mato Grosso extinguiu a 37ª e a 54ª zonas eleitorais, as duas com o menor eleitorado. Estes eleitores passarão a ser atendidos pela 39ª Zona Eleitoral. Por sua vez, os eleitores da 39ª Zona Eleitoral, incluindo os do município de Acorizal, passarão a ser atendidos pela 1ª Zona Eleitoral.

“Diante desta determinação do Tribunal Superior, o Tribunal Regional Eleitoral se empenhou em reduzir ao máximo o desconforto para o cidadão eleitor, legítimo detentor do poder. Nossa prioridade é atender bem o eleitor, com qualidade, respeito, eficiência e com responsabilidade na aplicação de recursos públicos. Este é o nosso compromisso”, ressaltou o presidente do TRE-MT, desembargador Márcio Vidal.

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Política Nacional

Comissão do Senado vota convocação de ministro para esclarecer perdas de testes da Covid-19

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A Comissão Especial Mista da Covid-19 apreciará nesta terça-feira, 24, requerimento de autoria do senador Wellington Fagundes (PL-MT) para convocação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O parlamentar deverá responder sobre a denúncia de que o Brasil corre o risco de perder, por data e validade, quase 7 milhões de testes para diagnóstico do novo coronavírus, o chamado RT-PCR.

 

A revelação sobre o risco da situação foi publicada neste domingo, 22, pelo jornal ‘O Estado de São Paulo’, e causou indignação e perplexibilidade. Fagundes defendeu um esclarecimento robusto e convincente para o caso. A justificativa inicial apresentada pelo Ministério da Saúde, segundo o senador, de que o órgão aguarda parecer para ‘esticar’ o prazo de validade dos testes carece de explicações.

 

Os exames estão estocados em um armazém do Governo Federal em Guarulhos e não foram distribuídos para a rede pública. Ao firmar sua preocupação com a situação, o senador disse ser necessário saber porque o Ministério da Saúde não consegue distribuir os testes aos Estados e municípios, causando enormes prejuízos à população, que, muitas vezes, precisa pagar até R$ 400 por um teste.

 

Especialistas dizem que o teste não serve só para diagnóstico. É essencial na interrupção de cadeias de infecção. “Sem testagem, as ações de combate à pandemia ficam mais complicadas, difíceis de serem adotadas medidas eficazes” – observou o parlamentar ao apresentar o requerimento.

 

Até agora, segundo informou o jornal, a  Saúde investiu R$ 764,5 milhões em testes e as unidades a vencer custaram R$ 290 milhões – o lote encalhado tem validade de oito meses.

 

O RT-PCR é um dos exames mais eficazes para diagnosticar a covid-19. A coleta é feita por meio de um cotonete (swab) aplicado na região nasal e faríngea (a região da garganta logo atrás do nariz e da boca) do paciente. Na rede privada, o exame custa de R$ 290 a R$ 400. As evidências de falhas de planejamento e logística no setor ocorrem num período de aumento dos casos no País.

 

O Brasil já ultrapassou a 6 milhões de casos diagnosticados da Covid-19. Desses, 169 mil resultaram em mortes. Em Mato Grosso, foram 143 mil casos, com 3,7 mil óbitos.

 

Além de votar o requerimento do senador do PL de Mato Grosso, a comissão mista que acompanha as ações do governo federal no enfrentamento da pandemia deve ouvir na terça-feira (24), a partir das 10h, o secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Junior, e o diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente (IFI), Felipe Salto.

 

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