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Política Nacional

Eleito, Frota rebate filho e diz que ele foi sustentado com dinheiro de filmes pornô

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No domingo (7) à tarde, após a divulgação do resultado das eleições, Mayã Frota, 18, filho de Alexandre Frota (PSL), 54, criticou o fato de o pai ter sido eleito deputado federal por São Paulo. Ele ainda afirmou que foi bloqueado pelo pai nas redes sociais.

“Eu sou filho de um ex-ator pornô, ex-viciado em cocaína, que defende a família, mas queria me abortar. Como ele virou atual deputado federal de São Paulo, eu não sei”, afirmou Mayã, em mensagem no Twitter.

O rapaz de 18 anos é filho da personal trainer Samantha Lima Gondim, ex-namorada de Frota, na década de 1990. Há três anos, Mayã foi entrevistado pelo site Ego, e disse que sonhava seguir a carreira de modelo. Na ocasião, ele disse que não tinha contato com o pai desde 2013.

Em um vídeo feito ao vivo pelo Facebook, Alexandre Frota agradeceu pelos votos que o elegeram e deu deu uma longa resposta ao filho.

“Hoje, fui surpreendido por uma mensagem do meu filho, que está atualmente morando na Bélgica. Ele disse que não entende como eu fui eleito e não vou deixá-lo sem resposta. Eu fui eleito com mais de 152 mil votos, porque essas pessoas acreditaram no meu trabalho que vem sendo feito desde 2013. Essas pessoas não foram preconceituosas, falsas e moralistas”, afirmou Frota.

Sobre o fato de quase ter sido abortado, Frota diz que isso nunca foi uma opção. “Eu nunca quis abortar você até porque essa opção seria de sua mãe. Sempre fui contra o aborto. Hoje você tem 18, está prestes a fazer 19 anos e deveria conhecer toda a minha história”, ponderou o ator.

Frota ainda confrontou o fato de ter sido ator pornô e viciado em drogas. “Eu fui ator da TV Globo, e quando eu me tornei ator pornô, você já tinha quatro anos. E, desse trabalho, você estudou, comeu e se vestiu. Tudo, com o dinheiro da pornografia. Durante muito tempo, você e sua mãe foram sustentados com esse dinheiro.”

O ator e agora deputado federal disse que conheceu Samantha durante o Carnaval e que ela engravidou na noite do primeiro encontro. “Na mesma noite em que nós nos conhecemos, saímos bêbados e loucos e fomos para um quarto de hotel. Fizemos sexo, cheiramos, fumamos, bebemos e foi assim. Louco, a gente comete várias loucuras. E ela engravidou”, disse o ator.

Frota ainda pediu que o filho se orgulhasse dele por ser um ex-depende químico. “Sim, fui louco e perdi tudo na vida, mas venci.”

Em matéria da revista Isto É Gente, publicada em 2000, Frota e a então namorada aparecem juntos no aniversário de um ano e onze meses de Mayã. Foi a primeira vez que a criança teve contato com o pai.

Segundo a revista, em agosto de 1999, Samantha entrou na Justiça pleiteando pensão para a criança. Sobre seu desaparecimento por quase um ano, Frota justificou que sentia-se pressionado pelo família da moça. “Quando ela engravidou, me ligou dizendo que teria o bebê e não me deu chance de opinar”, defende-se. “Agora vou procurar estar presente em todos os momentos da vida dele”, prometeu Frota, na época, em entrevista à publicação.

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Política Nacional

MEC determina volta às aulas presenciais a partir de janeiro

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Diário Oficial da União publica, nesta quarta-feira (2), portaria do Ministério da Educação (MEC), determinando que instituições federais de ensino superior voltem às aulas presenciais, a partir de 4 de janeiro de 2021. Para isso, as instituições devem adotar um “protocolo de biossegurança”, definido na Portaria MEC nº 572, de 1º de julho de 2020, contra a propagação do novo coronavírus (covid-19).

O documento estabelece ainda a adoção de recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais, que deverão ser “utilizados de forma complementar, em caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas”.

O texto da portaria diz, também, que as “práticas profissionais de estágios ou as que exijam laboratórios especializados, a aplicação da excepcionalidade”, devem obedecer as Diretrizes Nacionais Curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), “ficando vedada a aplicação da excepcionalidade aos cursos que não estejam disciplinados pelo CNE”.

O documento estabelece, que, especificamente, para o curso de medicina, “fica autorizada a excepcionalidade apenas às disciplinas teórico-cognitivas do primeiro ao quarto ano do curso, conforme disciplinado pelo CNE”.

Edição: Aécio Amado

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