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Educação com gestão e responsabilidade

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Independente da época que estejamos passando, o gestor tem a obrigação de se preocupar com a população, que por meio democrático, o elegeu e confiou o voto para que este faça a melhor administração do seu município. E é exatamente esse voto de confiança que honrarei até meu último dia como prefeito de Cuiabá.

Um dos meus princípios quanto gestor é a valorização do servidor público. Faço questão de pagar o salário em dia e manter as contas da Prefeitura sadias e corretas. Inúmeras vezes recebemos os representantes dos servidores da Educação em meu gabinete para dialogarmos, tanto eu como o secretário de Educação Alex Passos, para tentarmos atender as demandas da classe. Acho muito justo o motivo pelo qual lutam, mas preciso dizer que tenho que ter responsabilidade com o dinheiro público. Gostaria muito de atender todas as reivindicações, mas existem limitações fiscais que não me permitem tal ação.

A última revisão da Lei Orgânica aconteceu há oito anos e, de forma inédita, cumprindo um compromisso feito aos profissionais da Educação, demos 100% de liberdade para que o sindicato, os servidores e a Secretaria de Educação promovessem a revisão da Lei que garante o ganho real de 3,58% para cada ano e que será encaminhada ao Legislativo Municipal. Lembrando que é uma nova lei, com avanços significativos, que a tornarão exemplo em todo o país. Isso é valorização do servidor público.

Quero ressaltar que dos nove itens que nos foi enviado, oito foram atendidos ou encaminhados para atendimento no prazo legal e apenas um não foi atendida por completo.

Por isso determino à minha equipe e peço a todos servidores da Educação e ao SINTEP que continuemos as negociações. Estamos muito próximos do acordo e precisamos juntos pensar nas 55 mil crianças da nossa amada Cuiabá.

Juntos encontraremos uma saída!

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Brasil, um negócio da China!

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Outros dias desses, assisti a um vídeo, desses que circula nos grupos de Whatsapp. O vídeo falava do perigo que o Brasil corre de se tornar um país controlado pela China.

Achei a matéria interessante e também preocupante, o que me levou a fazer uma reflexão “O quê precisamos fazer para evitar com que isso ocorra?”.

Precisamos de líderes fortes que enfrentem o agronegócio. O difícil é  encontrá-lo, pois a bancada ruralista é uma das mais fortes do Congresso Nacional.

Com a disseminação da idéia de que é o agro que sustenta o país, vai se fazendo e permitindo se fazer tudo que essa categoria quer. Se os megas produtores e empresários do agronegócio não tiverem a consciência social e o compromisso com o povo ante ao desejo de enriquecimento e negociação com altos lucros, nós pobres mortais estaremos cada vez mais escravizados.

Aliás, já vivemos na escravidão branca, pois o salário mínimo não dá para garantir o que se pressupunha quando ele foi criado: alimentação, moradia, saúde, educação e lazer. Hoje o salário mínimo mal dá para garantir a alimentação da família.

A referida matéria faz um alerta ao risco que corremos em nos tornarmos  escravos da China, ela nos controlando e nós oferecendo nossas matérias primas e mão de obra barata, ou talvez nem isso, já que chineses para vir trabalhar no Brasil dizem ser o que não faltam por lá.

Mas, parece que o agro está longe de ter esse compromisso social, basta observar o seu comportamento no atual momento que estamos vivendo: com o dólar alto, preferem exportar, claro é muito mais vantajoso, pois paga-se pouco ou quase nenhum imposto por isso e o resultado é o aumento nos preços dos produtos para o consumo interno. O governo nada faz, não tem forças para enfrentar o agro e nem para intervir no mercado.

O que podemos esperar? O que podemos fazer?

O interesse da China no Brasil é uma realidade antiga. Ela sempre foi interessada em nossas commodities, ferrovias,  hidrovias, estradas e  aeroportos. O que o Brasil pensar em privatizar, com certeza ela vai querer comprar.

Dessa forma, o Brasil vai caminhando para se tornar uma colônia chinesa.

Mas o que fazer para evitar que isso aconteça?

Temos algumas alternativas, mas dificilmente teremos governantes com coragem para implanta-las.

 

Por: Eunice Teodora dos Santos Crescêncio.
Psicóloga do Sistema Penitenciário, Historiadora, Especialista em Psicopedagogia, Palestrante, Escritora,
Analista Comportamental e Coach.

 

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