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Cultura

Domingo tem Almerinda Show no Cine Teatro Cuiabá

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A rica Almerinda George Lowsbi está grávida e comemora os preparativos para a chegada de Alice, que será em um parto humanizado na beira do rio Cuiabá. Esta trama em formato de stand up, será contada em “Almerinda Show”, pela personagem vivida e interpretada há 18 anos por André D’Lucca, neste domingo, ás 20h, no Cine Teatro Cuiabá. Serão 60 minutos de comédia, com participações especiais de Sarah Mitch, Viviane Cantarella, Ju Grisólia, Cris Chaves e Antonny, um comediante infantil de 10 anos. Os ingressos já estão sendo vendidos a R$ 40 inteira e R$ 20 meia entrada, com classificação livre.

“No Almerinda Show, Almê está comemorando a reta final da sua gravidez. Ela descobriu recentemente que está grávida, foi a Cuba, fez um tratamento para amadurecer a criança e acelerar o parto, que está marcado para logo após o show. Lá pelo dia 15 de janeiro ela deve ter a filha em um parto humanizado na beira do rio Cuiabá”, destaca o ator André D’Lucca.

Este é o primeiro espetáculo do ano de Almerinda, que trás esta novidade na trajetória da personagem, que é a gravidez, e fará o público dar muitas gargalhadas.

Quem será o pai de Alice? No show, Almerinda deve contar ao público.

E para complementar o espetáculo, artistas regionais farão um show a parte, com música e dança.

“Acompanhar qualquer show junto com Almerinda, ou André D`Lucca é sensacional. Eu farei duas performances, com várias músicas em uma só apresentação, e um número estouro da Lady Gaga, onde vou causar nas redes sociais”, destaca Sarah Mitch.

Os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do Cine Teatro Cuiabá, ou pelo https://www.guicheweb.com.br/ingressos/10031, a R$ 40 inteira e R$ 20 meia entrada, com classificação livre.

Mais informações: (65) 2129-3848.
Por Beatriz Saturnino – Da Assessoria de Imprensa

Cultura

Moradoras viram obra de arte em homenagem do Sesc Pantanal aos 240 anos de Poconé

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Os tradicionais quintais de conhecidas moradoras de Poconé, que chegam a receber mil pessoas em dias de festa de santo, são o cenário da homenagem feita pelo polo socioambiental Sesc Pantanal aos 240 anos do município, celebrado nesta quinta-feira (21/01). Dona Sebastiana, Dona Apolonia (in memoriam), Dona Leila, Dona Conlíria e Dona Negrinha viraram arte em espaços escolhidos por elas mesmas em suas casas. O registro artístico e histórico foi feito em grafite pelo artista visual Régis Gomes, que as retratou junto a seus santos de devoção.

 

Algumas das obras estão nos muros das casas e podem ser visitadas por moradores e turistas. Outras, quando o Projeto Quintais, realizado em anos anteriores pelo Sesc Poconé, for retomado. Na casa da Dona Leila, a opção foi por retratar somente os santos a quem ela é devota. Com as casas abertas ao público, os quintais recebem ações culturais em formato de intercâmbios com grupos de cultura popular de todo o país.

 

Berço das tradições poconeanas, os quintais de Poconé são um espaço de sociabilidade e fé, onde o sagrado e o profano se conectam. “É local onde a reza, a música e a dança se reúnem”, comenta a superintendente do Sesc Pantanal, Christiane Caetano.

 

Segundo ela, o melhor presente para uma cidade é a história das suas pessoas. “Poder retratar algumas das pessoas que fazem parte dos 240 anos de Poconé, registrar suas histórias e devoções é uma forma de homenageamos a cidade de forma simbólica, eternizando memórias”, completa.

 

Para a analista de Cultura do Sesc Poconé, Poliana Queiroz, que idealizou a homenagem e acompanhou toda a ação, o quintal é um lugar de vida e alegria para as famílias poconeanas, mas, em 2020, ficou sem receber visitantes, em decorrência da pandemia. Foi então que o Sesc Pantanal decidiu homenagear as pessoas e esses lugares tão acolhedores.

 

“No início, elas ficaram um pouco resistentes, principalmente pelo estigma que a palavra grafite carrega, até o Régis começar a pintá-las. Elas e as famílias assistiram todo o trabalho. Foi um momento de muita emoção acompanhar esse processo. Os quintais são locais de muita energia e essa ação ficará eternamente registrada, não só na parede, mas também na história e na memória de cada uma dessas mulheres, de suas famílias e da cidade”, enfatiza Poliana.

 

Aos 77 anos, dona Conlíria Vilibar da Silva Corrêa, que tem sete filhos, 18 netos e 14 bisnetos conta da alegria de ser uma das homenageadas pelo Sesc Pantanal, especialmente após um ano em que não pode receber pessoas em casa. Ela acompanhou a criação do artista, feita na varanda de casa, junto com a família, e se emocionou.

 

“Fiquei muito triste este ano porque já esperava as noites dos Quintais, que trazem alegria para nós. Por causa da pandemia, teve que parar tudo, ficar dentro de casa, naquela tristeza de não ver ninguém, mas Deus está conosco e logo estaremos de volta. Foi muito emocionante ser escolhida para essa homenagem, pois não esperava. Senti uma grande emoção por acompanhar a pintura e, ao final, todos nós aplaudimos”, lembra.

 

O local escolhido por ela foi a varanda de casa, onde recebe as pessoas, passa o dia todo conversando com os que chegam, entre filhos e netos, e fazendo seu caça-palavra. “Essa é uma lembrança muito boa que o Sesc Pantanal está me dando. Fiquei feliz, feliz demais. Poconé é minha vida, aqui nasci, cresci e vivo até hoje, onde construí minha família e amigos. Todos me conhecem. Nossa cidade é muito hospitaleira e todo mundo que chega não quer mais ir embora. Parabenizo Poconé pelos seus 240 anos de glórias, vitórias e que os anos vindouros sejam de muita luz e bençãos aos governantes e todos que aqui habitam”, ressalta dona Conlíria.

 

A pesquisa nos quintais 

 

A homenagem ao aniversário de Poconé surgiu de numa iniciativa já realizada pelo Sesc Pantanal no município. Foi a partir do projeto Quintais que surgiu o Núcleo de Pesquisa do Sesc Poconé, em 2019, com o objetivo de iniciar o registro dos saberes imateriais existentes na cidade de Poconé, a partir de quatro correntes.

 

São elas: poéticas que visam registrar a história de patrimônios vivos da cidade, práticas de cura que concentra a pesquisa nas práticas de benzeção e cuidado, cantos sagrados que está associado às rezas cantadas, rituais festivo-religiosos e patrimônios arquitetônicos, que será direcionado a memória social em torno das casas antigas e dos museus da cidade.

 

A analista de Cultura do Sesc Poconé conta que a vida no Pantanal ocorre de maneira sazonal, e os moradores da região organizam suas redes de relações de acordo com a cheia e a seca. “Essa temporalidade leva a criação de hábitos, saberes e símbolos que possuem grande densidade epistemológica e sociocultural que há muito tempo tem sido interesse de diversos pesquisadores do Brasil e por que não, do mundo”, conclui Poliana Queiroz.

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