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Descrédito na política

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Não é de hoje que os brasileiros tomaram consciência da corrupção que está acontecendo no cenário nacional. O desapontamento é geral e, independentemente de partidos, o que se pode perceber é que a população deseja pôr um fim neste período tenebroso. Por onde passo, o que mais costumo ouvir da população é que os políticos devem fazer mais pelo povo aplicando devidamente o dinheiro que é de todos por direito e contribuição.

O País estaria diferente se houvesse menos corrupção. Provavelmente, não seja possível exterminar a corrupção do mundo, mas a gente vê os outros países e percebe que eles conseguem se desenvolver em todas as áreas e com menos recursos do que o nosso, claro que neles também há corruptos, mas, ainda assim, investem na nação e também tentam diminuir os rombos, se o Brasil assim fizesse seria tudo diferente, tudo melhor.

Uma pesquisa do Instituto Locomotiva/Ideia Big Data aponta que 96% dos brasileiros não se sentem representados pelos políticos em exercício no País. O levantamento ainda aponta que 95% dos entrevistados afirmam que os atuais políticos não são transparentes e 89% acreditam que os políticos não se preparam para desempenhar bem seu mandato.

De acordo com a pesquisa, em geral, a percepção dos brasileiros é que políticos pensam mais nos seus interesses do que nas necessidades da população: 94% afirmam que os políticos estão mais preocupados em se manter no poder do que governar e 89% acreditam que os políticos não pensam na população para tomar decisões. A pesquisa foi feita com 1.500 pessoas, com 18 anos ou mais, de 24 a 28 de janeiro de 2018. Ela foi desenvolvida para o projeto RenovaBR, criado para capacitar cidadãos para ingressar na política.

Esse descrédito com a política não é nenhuma novidade diante dos muitos escândalos envolvendo deputados, ex-deputados, governador e ex-governador não somente em Mato Grosso, mas em todo o País. A aposta deste ano é eleger pessoas novas na política, que estão levantando bandeiras novas e pensando de fato no desenvolvimento da população. Seja um eleitor que abrace a causa de uma política mais limpa, justa, digna, igualitária e de forma participativa. A política é o único meio para trazer melhorias, levantar debates e defender causas verdadeiramente significativas à população.

Ricardo Arruda é advogado, empresário, corretor imobiliário e pré-candidato a deputado estadual por Mato Grosso pelo PTB

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2021, o ano para se reinventar

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Logo no início de 2021, tivemos boas notícias com a chegada das vacinas no Brasil contra a Covid-19, o que têm gerado confiança e esperança à população. Para o comércio, 2020 foi um ano de grandes desafios e, acredito que em 2021, as principais diretrizes deverão estar pautadas na reinvenção e no planejamento dos negócios.

É certo que a pandemia afetou alguns segmentos de forma mais intensa, entretanto, mesmo diante da crise mundial, muitas empresas foram capazes de prosperar e ampliar suas atividades, pois se reinventaram e descobriram formas de manter e obter novos clientes.

Uma pesquisa recente da CNC, em parceria com o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio (IPF-MT), mostrou que iniciamos 2021 com alta na intenção de consumo das famílias da capital mato-grossense. Foi a quinta melhora consecutiva da pesquisa, ou seja, mesmo com a retração da economia, a população está otimista e continua consumindo.

Por isso, é importante que os empresários avaliem quais são as adaptações necessárias para que o seu comércio siga atrativo. Analisar o mercado, identificar ameaças, ter foco em diferenciais competitivos, redesenhar o modelo de negócio, abusar da criatividade e utilizar estratégias de inovação são ferramentas cada vez mais necessárias.

Empreender no Brasil nunca foi uma tarefa fácil. Lidar com a burocracia, com a alta carga tributária, com a cultura da corrupção nos órgãos públicos, entre outras questões que interferem nas relações comerciais, são desafios diários para o empresariado.

Reconhecer as oportunidades e entender que existem novas e crescentes demandas é vital para a sobrevivência dos negócios. Dados do Ministério da Economia demonstram que apesar de todas as circunstâncias, entre maio e agosto de 2020, foram abertos mais de 782 mil negócios no país. Portanto, o empreendedorismo continua crescendo no país.

No último ano, várias tendências foram aceleradas e a presença digital se tornou imprescindível, já que por algum tempo, as lojas físicas foram fechadas. Quem não incluiu o comércio eletrônico, neste ano, não terá escapatória, pois é um grande aliado para ampliar as transações comerciais. O velho ditado nunca foi tão atual: são nas crises que surgem as melhores oportunidades.

José Wenceslau de Souza Júnior é presidente da Fecomércio, Sesc, Senac e Sindcomac em Mato Grosso, e comerciante há mais de 40 anos. E-mail: [email protected]

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