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Política Nacional

Deputado recebe denúncias ao vivo sobre falta de equipamentos para combater coronavírus em MT

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O deputado federal Dr. Leonardo (Solidariedade-MT), que é médico, fez nova transmissão ao vivo neste domingo (22.03) para orientar os internautas em relação à pandemia de Covid-19, causada pelo vírus sar-cov-2, conhecido como coronavírus. Ele fez um apelo para que a população encare com seriedade o momento, acredite na existência da doença, tome as medidas de prevenção, mas também mantenha a calma.

 

Durante a transmissão, o médico parlamentar respondeu uma série de perguntas deixadas em suas redes sociais durante a semana e recebeu denúncias sobre a falta de equipamentos de proteção individual para profissionais da área da saúde, bem como de deficiências nos atendimentos à pessoas com sintomas de Covid-19.

 

O vídeo ainda pode ser acessado através do link: https://www.facebook.com/drleonardomt/videos/229060694887856/.

 

 “Você que mora no interior, que acredita que a doença não vai chegar, saiba de uma coisa: chegou. E é sério isso. Não precisamos de desespero, mas precisamos que as medidas preventivas sejam seguidas. A Covid-19 é verdade, não é história, não é invenção, é sério. Por isso, todos precisamos cuidar para prevenir que esse vírus se espalhe”, disse Dr. Leonardo.

 

Sobre a falta de materiais, o deputado federal assegurou que continuará cobrando a valorização dos profissionais de saúde em todas as instâncias: federal, estadual em municipal.  “Vamos fazer um apelo ao Poder Executivo, uma cobrança formal, para que forneçam equipamentos de segurança aos agentes comunitários de saúde, de endemias, e aos hospitais. Para os ACS e ACEs, mais do que máscaras, o correto é que todos estejam recebendo álcool em gel. Vamos também fazer uma comunicação ao Ministério da Saúde para que o protocolo de atendimento seja mais claro”, disse Dr. Leonardo.

Ao todo, foi 1h30 em que o deputado falou sobre o panorama geral do mundo, Brasil e Mato Grosso em relação a Covid-19. Uma das perguntas mais repetidas foram se o álcool poderia ser substituído por detergente, sabão e outros materiais desinfetantes. O parlamentar esclareceu que o álcool em gel é somente para situações em que a pessoa não pode lavar as mãos, método mais eficaz de prevenção.

Dr. Leonardo também chama atenção para que não sejam transmitidas falsas informações sobre supostos tratamentos, como gargarejos, chás e outras receitas caseiras, pois até agora não existe nenhum medicamento para combater o coronavírus. E salienta a importância de não acreditar em falsos boletins do caso, informações sobre transmissões não confirmadas e recomendações extraoficiais. Ele salienta que para tirar qualquer dúvida a população pode ligar gratuitamente para o Ministério da Saúde através do número 136.

 

Jardel P. Arruda-Assessoria de Imprensa

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Política Nacional

Presidente do TSE afirma que Câmara e Senado concordam que eleições sejam realizadas ainda em 2020

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Marcando a sua primeira semana à frente da Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso reuniu-se nesta segunda-feira (1º), por videoconferência, com os presidentes dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Na ocasião, o ministro se disse confiante de que a tarefa de organizar e conduzir as Eleições Municipais de 2020, apesar de dura, será cumprida com perfeição pela Justiça Eleitoral. “As eleições não serão fáceis, mas com alegria e serenidade seremos capazes de realizá-las com sucesso”, afirmou.

A reunião foi uma oportunidade para que o ministro Luís Roberto Barroso apresentasse aos desembargadores a sua equipe e os pontos importantes de sua gestão, além de abordar assuntos relativos à organização das Eleições Municipais de 2020.

O presidente do TRE da Bahia, desembargador Jutahy Junior, que também preside o Colégio de Presidentes de Tribunais Regionais Eleitorais (Coptrel), falou em nome dos colegas para saudar o ministro Barroso. Ele afirmou estar confiante no sucesso da condução das eleições deste ano mesmo em face do contexto extraordinário imposto pela pandemia de Covid-19, causada pelo novo coronavírus. Ao fim da reunião, cada um dos 27 desembargadores também teve a oportunidade de se apresentar ao presidente da Corte Eleitoral.

Possibilidade de adiamento

Considerando as medidas impostas pelas autoridades sanitárias para combater a pandemia e a evolução da curva de contágio no país, Luís Roberto Barroso afirmou que é possível que as eleições, inicialmente previstas para ocorrerem em outubro, precisem ser adiadas para novembro e dezembro. Segundo ele, o Congresso Nacional – a quem cabe aprovar a emenda constitucional que estabelecerá esse adiamento – já está estudando a hipótese de que o primeiro turno da votação para prefeitos e vereadores ocorra no dia 15 de novembro e, o segundo, no dia 6 de dezembro.

Barroso adiantou que o TSE, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal concordam que o adiamento deve ocorrer pelo menor tempo possível, de modo que não seja necessária a prorrogação dos mandatos dos políticos. Ele disse que tem ouvido médicos infectologistas, sanitaristas e epidemiologistas, e que acredita que a curva de contágio do novo coronavírus já estará num viés descendente no fim do ano, o que possibilitaria a realização das eleições com segurança.

Segurança sanitária

Fazer com que as eleições não se constituam em risco para a saúde dos eleitores e dos colaboradores da Justiça Eleitoral tem sido uma grande preocupação do TSE, afirmou Luís Roberto Barroso. O ministro disse aos desembargadores que essa questão deverá voltar a ser tratada com mais detalhes no futuro, mas adiantou que o Tribunal buscará a colaboração da iniciativa privada para a doação de máscaras, álcool em gel e demais itens de segurança que possam garantir, sem mais custos para os cofres públicos, eleições sem riscos para todos.

Também para minimizar o contato físico e a possibilidade de transmissão do novo coronavírus, o presidente do TSE informou que, provavelmente, a identificação dos eleitores por meio da biometria será dispensada nas eleições deste ano.

Pontos principais

O ministro Luís Roberto Barroso fez um apelo aos presidentes dos TREs para que se empenhem em dois pontos que considera essenciais para a organização das Eleições Municipais de 2020: a manutenção e o remanejamento das urnas eletrônicas.

Barroso pediu que os TREs se assegurem de que a manutenção preventiva das urnas eletrônicas sob sua responsabilidade não seja interrompida ou comprometida em virtude da pandemia de Covid-19. Isso porque, segundo o presidente da Corte Eleitoral, ter essas urnas em pleno funcionamento é muito importante, considerando-se que está atrasada a licitação para a compra de novos equipamentos e a reposição dos que já se tornaram obsoletos.

Em razão desse atraso na licitação e da consequente diminuição no número de equipamentos disponíveis, Luís Roberto Barroso adiantou aos presidentes dos TREs que será necessário fazer um remanejamento das urnas entre os estados. Ele também estimou que o número médio de eleitores para cada equipamento aumentará de 380 para 420.

Horário de votação

Considerando esse aumento de eleitores por urna e o contexto de isolamento social em que aglomerações devem ser evitadas, o ministro Luís Roberto Barroso disse que estão sendo estudadas alternativas para a votação. Uma delas é que o dia da eleição comece mais cedo, às 7h, e se estenda até as 20h.

Presidentes de TREs também propuseram que os votos sejam colhidos em dois dias, com os eleitores de cada seção designados para votar num determinado dia. Ou, ainda, que sejam estabelecidos dias diferentes de votação para grupos de municípios, o que possibilitaria que mais urnas fossem usadas em cada cidade e, depois, levadas para as eleições nas cidades seguintes. Por fim, ainda está sendo considerada a possibilidade de se dividir a votação por turnos, conforme a idade.

Em virtude do aumento dos custos com mesários e com o apoio das Forças Armadas e para garantir a segurança das urnas, o presidente do TSE avaliou que a votação em dois dias por cada turno seria a opção menos viável.

Campanhas

O ministro Luís Roberto Barroso apresentou ao Coptrel as campanhas que a sua gestão encampará nos próximos dois anos. A primeira delas promoverá o voto consciente. A proposta é que, nas palavras do ministro Barroso, os eleitores pesquisem a vida dos candidatos para escolher em quem votar e cobrem dos eleitos o cumprimento dos seus papéis como pessoas públicas.

A segunda campanha tem a finalidade de atrair os jovens e as mulheres para a política. Luís Roberto Barroso confidenciou aos presidentes dos TREs que, na sua trajetória como professor de Direito, viu poucos alunos com o ideal de mudar o mundo a partir da política. Contudo, ele destacou que a classe política precisa da renovação que os jovens e as mulheres podem trazer.

Por fim, o enfrentamento da desinformação também merecerá uma atenção especial do ministro Luís Roberto Barroso. O presidente do TSE adiantou que pretende reunir as plataformas de mídias sociais, às quais, segundo ele, compete coibir o uso de robôs e outros mecanismos de disparos em massa de notícias falsas ou caluniosas que desinformam a população.

RG/LC, DM

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